domingo, 5 de março de 2017



Uma vida dedicada às flores!!!

                               
Meu nome de batismo é Geraldo Magela. Nasci em Minas Novas-MG, em 10 de novembro de 1950, filho de José Geraldo Coelho (Zé de Durval) e Elisa Mota Coelho. Meu pai era pequeno comerciante, proprietário de uma mercearia e, depois, de uma loja de tecidos e armarinhos. Minha mãe, além de cuidar de todos os afazeres da casa, auxiliava o meu pai na administração do comércio e era ela a encarregada pelos trabalhos do  Cartório do Contador Judicial e da Tesouraria do Fórum da Comarca.

Até aos seis anos de idade, antes de ser matriculado no “Jardim da Infância”, morei na casa em que nasci, no Largo do Amparo, na companhia de meus pais, minhas irmãs mais velhas de nome Durvalina Célia (nascida em 10 de março de 1944); Maria da Conceição (nascida em 22 de dezembro de 1946) e Anália da Graça (Nascida em 01 de novembro de 1948), também da pequena Elisa Maria que nasceu logo depois de mim (em 06 de fevereiro de 1952) e Carlos Domingos (nascido em 04 de abril de 1954) que era o caçula.

A casa era bem pequena e o quintal, também pequeno, era íngreme e espremido entre o sobrado de Naná Barreira e o quintal de Bulé, dando acesso, pelos fundos, à Rua do Curral (hoje denominada de Rua Cônego Barreiros), cujo portão ficava bem em frente, do outro lado da rua, da casa em que morava a minha bisavó Idalina Sena, onde eu passava a maior parte de minhas horas livres, brincando no quintal cheio de figueiras, romãs, mangas sapatinhas e roseiras. Do quintal da casa de Vovó, pelos fundos, acessávamos o Largo de São Francisco e, de lá, para o quintal do “tio” Zé de Araújo e da “madrinha” Edwirgens e, de lá, também, podíamos descer pela Rua Santana, até chegarmos ao Ribeirão Bonsucesso, onde frequentemente íamos acompanhado a vovó, para buscar água, ou juntos de suas amigas, bem idosas, conhecidas como Pepeta, Henriqueta e “mãe” Ana Sabino que, além de lavadeiras, eram rezadeiras, rapezeiras, parteiras, lenhadeiras, quitandeiras e todas elas dedicadas companheiras de peraltices, como se a idade avançada, de cada uma delas, tivesse retornado à idade infantil, tamanha era a participação nas nossas aventuras, nos guisados à beira d’água, nos banhos de cachoeira, nas pescaria de piau e de lambari, usando peneiras, cobertas e lençóis como redes, peixinhos que se transformavam nas mais deliciosas iguarias, muitas das vezes enriquecidas com andu, feijão verde e derivados do milho, tudo que era colhido, ali mesmo por perto, nas diversas vazantes de roças de parentes e de amigos, cuja fartura e abundância era a alegria de nosso tempo de tanta felicidade.

Nos meados do ano de 1956, meu pai comprou a “Casa São Sebastião” e a nova casa de morada, localizada na Rua do Rosário, para onde toda a família se mudou e onde, em 18 de agosto, nasceu José Felipe. Esta casa, bem maior que a do Largo do Amparo, tinha uma sala ampla, um quarto do casal, um imenso quarto para os meninos e outro, também amplo, para as meninas. No final do corredor havia uma grande varanda, de onde se acessava um quarto de despejos e um outro onde dormiam os nossos “anjos da guardas” que era a cozinheira Rosária e sua irmã, babá dos menores, de nome Geralda, ambas filhas de Rita de Rufino que conosco moraram, até que toda a família delas seguissem, como migrantes, para o longínquo estado do Paraná. Seguindo, depois daquele quartinho, havia um alpendre de madeira de onde descia uma escada para o quintal, onde ficavam, primeiramente, uma casinha de privada de fossa e, depois, um banheiro com vaso sanitário e chuveiro. Pelo alpendre, à direita, passava-se para a ampla cozinha que era assoalhada e tinha um porão.  Entre a casa de morada e a casa de comércio, havia um galpão para depósitos de cereais e das mercadorias que eram vendidas na loja, também um moinho com motor elétrico, para moer o milho e fazer canjiquinha e fubá, amplamente distribuídos aos frequeses do comércio, que era bastante movimentado. No quintal, que ia até o “Estradão”, hoje a Rua Monsenhor Ayala, além de uma frondosa pinheira (graviola), havia pessegueiros, marmeleiros, fruta de conde, urucum, pitangueiras, uma parreira, chuchuzeiro, pés de café, laranjeiras seletas, uma imensa limeira que produzia abundantemente durante todo o ano, moitas de cana caiana, goiabeiras, uma mangueira que produzia uma manga enorme, com gosto de abóbora madura e que era denominada de “Carlota”. Na vizinhança com a casa de Joaquim Martins, havia uma área cercada com muros, ficava o jardim da mamãe, onde ela cultivava  roseiras, principalmente uma variedade bem rústica chamada de “noiva pobre”, em cachos abundantes, rosados bem clarinhos e perfumados, além de grande variedade de dálias, jasmins, bela-emília e a flor de sua preferência, que era uma touceira perfumada de bugarim. Abaixo desse jardim, ficava a pequena horta, com um portão que dava acesso ao galinheiro e ao chiqueiro, bem ao fundo do quintal. Nos intervalos, entre as culturas permanentes, sobravam, ainda, espaços onde se cultivavam andu e as plantas do período chuvoso, como abóboras, feijão e milho.  

Depois de José Felipe, nesta casa da Rua do Rosário, nasceram: Juscelina Idalina, em 22 de dezembro de 1958; Durval Henrique, em 06 de janeiro de 1960; Gláucia de Marilac, em 03 de novembro de 1962; Jaqueline Magna, em 22 de dezembro de 1964 e Marcus Cesomar, em 30 de dezembro de 1966.

Nossa casa era um “ninho de amor” no qual, além dos 12 filhos do casal, viviam alegremente e gozando de abundância, alegria e muita solidariedade, uma infinidade de outras crianças com as quais dividíamos nossas “riquezas” e todo o carinho que dominava toda aquela abençoada convivência, onde todos recebiam o afeto e a proteção que nasciam daquelas mãos trabalhadoras, honestas e maravilhosas do casal JOSÉ DE DURVAL e DONA ELISA MOTA.

Minha mãe sempre gostou muito de flores e a cada um de nós, seus filhos, ela cuidava com o mesmo zelo e amor, dizendo que formávamos o seu ROSÁRIO, orientando-nos pelo caminho da fé, do respeito à família e aos mais velhos, para o apreço ao trabalho honesto e a dedicação aos estudos e à Escola, com a qual mantinha a mais estreita comunicação.

A proximidade de nossa residência com a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, ali bem pertinho de nós e aonde íamos com muita frequência, foi de fundamental importância para aumentar a nossa fé e a devoção à nossa Divina Padroeira, cuja festa maior, celebrada durante todo o mês de junho, tem seu ápice nos dias 23, 24 e 25 de junho de cada ano, quando, invariavelmente, nossa casa se enchia de luzes, sons, guloseimas e muita vibração para receber amigos e parentes que visitavam nossa cidade naqueles dias de muita empolgação, cerimônias religiosas, danças folclóricas e muito doce, quitandas e comidas gostosas.

Daquela época, guardo as mais ternas e emocionantes recordações e hoje, ao contato com as flores, vejo, primeiramente a imagem milagrosa de Nossa Senhora do Rosário quando me deparo com um roseiral. Tenho um apreço especial pelo BUGARIM e pela touceira de “Bela Emília”, que me remete ao carinho de minha saudosa mãe  e sempre paro, deenho-me para apreciar-lhe a beleza, quando ali passo, pelo caminho que me leva, eventualmente, à minha caminhada diária, por um jardim de uma casa que existe próxima á Igreja de Santa Luzia, aqui na Cidade Nova, onde moro atualmente. Da mesma forma, sempre me emociono quanto vejo uma ramagem de maracujá e dela pendendo a sua flor roxa maravilhosa que me faz lembrar da minha querida e saudosa irmã Conceição, que a vida foi tão breve mas tão plena e generosa de bondade, cultura, carinho, dedicação e muito amor, deixando para todos nós o exemplo de uma mulher forte em suas decisões e na sua maneira tão especial de enfrentar as dificuldades da vida.


DE VOLTA À CASA PATERNA

(Guimarães Júnior)

Como a ave que volta ao ninho antigo,
Depois de um longo e tenebroso inverno,
Eu quis também rever o lar paterno,
O meu primeiro e virginal abrigo.

Entrei. Um gênio carinhoso e amigo,
O fantasma, talvez, do amor materno,
Tomou-me as mãos — olhou-me grave e terno,
E, passo a passo, caminhou comigo.

Era esta a sala... (Oh! se me lembro! e quanto!)
Em que, da luz noturna à claridade,
Minhas irmãs e minha Mãe... O pranto

Jorrou-me em ondas... Resistir quem há de?
— Uma ilusão gemia em cada canto,
Chorava em cada canto uma saudade...



     
A FONTE E A FLOR
"Deixa-me, fonte!" Dizia
A flor, tonta de terror.
E a fonte, sonora e fria
Cantava, levando a flor.

"Deixa-me, deixa-me, fonte!"
Dizia a flor a chorar:
"Eu fui nascida no monte...
"Não me leves para o mar."

E a fonte, rápida e fria,
Com um sussurro zombador,
Por sobre a areia corria,
Corria levando a flor.

"Ai, balanços do meu galho,
"Balanços do berço meu;
"Ai, claras gotas de orvalho
"Caídas do azul do céu!..."


Chorava a flor, e gemia,
Branca, branca de terror.
E a fonte, sonora e fria,
Rolava, levando a flor.

"Adeus, sombra das ramadas,
"Cantigas do rouxinol;
"Ai, festa das madrugadas,
"Doçuras do pôr-do-sol;

"Carícias das brisas leves
"Que abrem rasgões de luar...
"Fonte, fonte, não me leves,
"Não me leves para o mar!"

As correntezas da vida
E os restos do meu amor
Resvalam numa descida
Como a da fonte e da flor...
©VICENTE DE CARVALHO
In Rosa, Rosa de Amor, 1923
--.-.-.-.—
A FLOR DO MARACUJÁ
(Catulo da PAIXÃO Cearense)
Encontrando-me com um sertanejo,
Perto de um pé de maracujá,
Eu lhe perguntei:
Diga-me caro sertanejo,
Porque razão nasce branca e roxa,
A flor do maracujá?

Ah, pois então eu lhi conto,
A estória que ouvi contá,
A razão pro que nasci branca i roxa,
A frô do maracujá.
Maracujá já foi branco,
Eu posso inté lhe ajurá,
Mais branco qui caridadi,
Mais brando do que o luá.

Quando a frô brotava nele,
Lá pros cunfim do sertão,
Maracujá parecia,
Um ninho de argodão.
Mais um dia, há muito tempo,
Num meis que inté num mi alembro,
Si foi maio, si foi junho,
Si foi janeiro ou dezembro.

Nosso sinhô Jesus Cristo,
Foi condenado a morrê,
Numa cruis crucificado,
Longe daqui como o quê,
Pregaro cristo a martelo,
E ao vê tamanha crueza,
A natureza inteirinha,
Pois-se a chorá di tristeza.

Chorava us campu,
As foia, as ribeira,
Sabiá tamém chorava,
Nos gaio a laranjera,
E havia junto da cruis,
Um pé de maracujá,
Carregadinho de frô,
Aos pé de nosso sinhô.

I o sangue de Jesus Cristo,
Sangui pisado de dô,
Nus pé du maracujá,
Tingia todas as frô,
Eis aqui seu moço,
A estória que eu vi contá,
A razão proque nasce branca i roxa,
A frô do maracujá
N.B. Ninguém mais que o próprio autor, além da saudosa Professora MARIA DA CONCEIÇÃO (SÃOZINHA MOTA), sabia dedicar tanto encantamento e realidade, ao declamar – com brilhantismo e emoção – esses maravilhosos versos do cancioneiro popular, nascido do coração amoroso de um dos nossos maiores poetas brasileiros.


Este livrinho é uma edição limitada e sem qualquer finalidade lucrativa, por parte do editor, pois tem como único propósito o de contribuir para a difusão, entre um grupo de familiares e amigos, do gosto salutar em cuidar da saúde, do bem estar físico e psíquico através da arte da jardinagem como terapia, oportunidades de reciclagem e a possibilidade de reaproveitamento de resíduos sólidos que, no cotidiano da vida moderna, quase sempre são desperdiçados, tornando-se poluentes, são indevidamente descartados no formato de lixo ou não tem merecido o devido critério, na maioria das vezes por falta de zelo, de conhecimento ou melhor orientação sobre os benefícios e da necessidade – cada vez maior – de dedicarmos mais atenção ao meio-ambiente.



* * * * *


  

RECICLANDO OS RESTOS DE ALIMENTOS PARA COMPOSTAGEM



Todos os dias jogamos no lixo um material valioso que poderíamos usar como um bom fertilizante para nossas plantas de jardim.

Tratam-se de cascas de frutos, como banana, laranja, mamão, abacaxi, cebola, entre outros. Além de folhas de hortaliças, casca de ovos, borra de café, etc.

Conheço pessoas que juntavam estes restos para pequenas compostagens e minhocário, mas logo desistiam devido ao mau cheiro, presença de moscas, formação de chorume e a aparição de larvas. Concordo com todas elas, pois nada é mais desagradável do que ver estas coisas acontecerem em nossas casas; imagine em apartamentos?

Até existe uma forma, anaeróbica e um tanto complexa, que exige equipamento apropriado, para compostar este material de forma a não ter estes inconvenientes, mas o método que vou apresentar é bem mais simples e fácil e qualquer pessoa pode fazer.

Corte em pedaços pequenos para facilitar a desidratação



Corte em pedaços pequenos para facilitar a desidratação.

Para resolver este problema decidi secar este material, expondo-os ao sol. Assim, todos os restos ficavam totalmente desidratados. Depois de desidratados, ao ponto de quebradiços, passava-os pelo liquidificador, formando assim uma espécie de farinha.



A grande vantagem desta farinha de restos, é que ela mantém intacto todos os nutrientes contidos no material que lhes deu origem. É como uma multimistura, só que para as plantas. Assim podemos preservar o potássio contido nas cascas de banana, o cálcio das cascas de ovos etc. Pronta a farinha, ela poderá ser armazenada por um bom período de tempo, sem perdas no seu valor nutricional, se embalada numa sacola plástica e conservada ao abrigo da luz, da umidade e do calor.



Material em processo de desidratação



Material em processo de desidratação- Para fazer é fácil.



Corte em pedaços pequenos todos os restos da sua cozinha (exceto carnes e materiais com sal). Depois de cortados, deixe-os tomando sol, de preferência sobre uma peneira ou base telada ou gradeada.



Geralmente, se os pedaços estiverem pequenos, com três dias de sol, já dá para passar pelo liquidificador. Para obter-se a secagem podemos também usar o microondas, ou o forno convencional, para aproveitar os materiais em dias nublados e com chuva, por exemplo.



Farinha de restos de cozinha pronta



Farinha de restos de cozinha pronta



Para aproveitar esta farinha especial, retire dos vasos uma camada com cerca de 1 cm de substrato. Coloque 2 ou 3 colheres de sopa da farinha, umedeça com um borrifador de água e cubra com aquela camada que foi retirada. Regue suas plantas normalmente, fazendo os tratos culturais adequados à espécie. Repita esta adubação uma vez a cada 40 dias.



Não coloque farinha em excesso, pois o efeito pode ser desastroso, com fermentação e até mesmo prejudicando as plantas. Você pode testar essa farinha em hortas, pomares, canteiros de flores e gramados também.



Minhas rosas-do-deserto agradecem o cuidado com flores lindas.



Minhas rosas-do-deserto agradecem o cuidado com flores lindas.



Estou usando esta farinha há pelo menos uns seis meses. Sempre deixo uma planta como testemunho, e a diferença é nítida. A planta que recebe a farinh, fica com um verde mais intenso e brilhante, além de flores mais bonitas e abundantes. As plantas também ficam mais resistentes às pragas e doenças, reduzindo assim o uso de agrotóxicos.

Espero que gostem.

Bons cultivos





CASCAS DE OVOS

RICO NUTRIENTE PARA SUAS PLANTAS


(Como fazer farinha de cascas de ovos)




Cascas de ovos



Cascas de ovos vermelhos ou brancos podem ser utilizados para uma excelente farinha. As cascas de ovos possuem nutrientes essenciais às nossas plantas. Elas são ricas em cálcio, potássio e magnésio. As galinhas poedeiras comerciais são alimentadas com rações concentradas e enriquecidas com minerais que deixam as cascas dos ovos ainda melhores. É claro que você pode e deve utilizar as cascas de ovos de suas galinhas domésticas também, obtendo assim uma farinha ainda mais orgânica, mas para a grande maioria dos jardineiros, criar galinhas em casa pode ser um pouco difícil.

Para que as plantas possam absorver todos estes nutrientes, as cascas deverão estar intimamente ligadas ao solo. Assim, quanto maior o contato das cascas com a terra, mais disponíveis estes nutrientes estarão para as plantas. Uma maneira simples de propiciar que isto aconteça, é transformando as cascas em pó. Desta forma teremos uma preciosa farinha, ecológica, barata, rica em minerais, para fertilizar canteiros, hortas, vasos, árvores, orquídeas, etc, adubando assim a grande maioria das plantas que temos em casa.

Coloque em um saco plástico e quebre grosseiramente com as mãos



Coloque em um saco plástico e quebre grosseiramente com as mãos.



O primeiro passo na produção da farinha de cascas é colocar as cascas para secar à sombra, sempre que tivermos disponível. Não devemos colocá-las diretamente ao calor do sol, pois as cascas possuem uma pequena quantidade de nitrogênio, que poderá se perder. Não é conveniente guardá-las para secar depois, pois a decomposição das partes orgânicas ainda úmidas poderá provocar mal cheiro e atrair animais indesejados, como moscas. Vá secando, aos poucos, e guardando depois, até obter uma boa quantidade que mereça ser processada.

Assim que você tiver uma boa quantidade de cascas (uma dúzia já é interessante), coloque-as em um saco e quebre-as apertando com as mãos. Não se preocupe em moê-las bem, pois logo após elas vão para o liquidificador. Coloque-as aos poucos no aparelho e bata até transformá-las em pó. Se as cascas estiverem ainda úmidas, pode ser difícil bater no liquidificador, e uma secagem maior pode ser necessária. Agora que você obteve esta maravilhosa farinha, coloque-a num vidro com tampa, e guarde-a num lugar fresco.

Bata no liquidificador até obter o pó



Bata no liquidificador até obter o pó



Para usar é bem simples. Uma colherinha de café nos vasos pequenos e duas ou três em vasos maiores. Faça isto uma vez a cada 40 dias. Se você diminuir a dose para meia colherinha, poderá aplicar nas plantas a cada 20 dias.

Siga observando suas plantas e veja como elas reagem a este novo estímulo. Você mesmo poderá decidir a periodicidade da aplicação da farinha de cascas de ovos, observando a vitalidade de suas plantas.

No preparo da terra ou substrato para jardinagem ou vasos, coloque 50 gramas para cada 20 litros de terra.

Uma colher de chá por vaso é uma boa maneira de começar a adubação

Uma colher de chá por vaso é uma boa maneira de começar a adubação:



Este rico fertilizante natural poderá também ser utilizado em hortas e pomares. Os vegetais folhosos, como couve e agrião, terão um benefício especial com este fertilizante.



Em hortas poderá ser usado até 50 gramas por metro quadrado, e em frutíferas 50 gramas a cada 2 ou 3 metros lineares.



ATENÇÃO:

Algumas raras plantas podem não apreciar a leve alcalizinação do solo que as cascas podem provocar, é o caso de azaléias, prímulas, gardênias, plantas carnívoras, entre outras. Sempre que você ler ou souber que determinada planta gosta de um solo “levemente ácido”, coloque uma quantidade menor de farinha de cascas de ovos para evitar assim alterações no pH do solo.

Boas colheitas!



AddThis Sharing ButtonsAté nas flores se encontra a diferença da sorte: umas enfeitam a vida, outras enfeitam a morte.

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Flores


Flores

As flores e seus significados. Flor: planta ornamental cultivada por suas flores. Cada tipo de flor tem os seus próprios significados, descubra aqui tudo sobre os tipos de flores.

ROSA:

A Rainha das Floresé cultivada desde os primórdios dos tempos e é conhecida por todas as civilizações terrenas, com a maior e mais diversificada forma de cores, perfumes e maneiras de usos e costumes.

O que significam as Rosas:


Rosas são flores muito populares no mundo todo e possuem diversos significados, o que vai depender de sua cor. As rosas existem há milhões de anos, há registros delas inclusive em fósseis.

As rosas são formadas por folhas e flores, além de espinhos, uma vez que são arbustos ou trepadeiras. Normalmente, as rosa são flores solitárias, apresentam diversas pétalas e as mais variadas cores, entre elas, o vermelho, o branco, o roxo, o amarelo. Algumas rosa são resultado da manipulação em laboratório, como as rosas azuis.

Rosas são conhecidas por seu aroma, pois onde passam deixam um cheiro muito marcante. Por esse motivo, as rosas, normalmente vermelhas e cor-de-rosa tornaram-se símbolos do amor e da paixão e estão sempre presentes na decoração de casamentos.

Rosas

Significados das Cores das Rosas


·         Rosas Vermelhas: paixão, amor ardente, respeito, coragem, admiração;

·         Rosas Amarelas: amor platônico, ou amor entre amigos, felicidade;

·         Rosas Brancas: simboliza a paz, inocência e pureza;

·         Rosas Azuis: significa verdadeiro amor eterno, forte e raro, mistério, conquista daquilo que é impossível;

·         Rosas Champanhe: admiração, simpatia, fidelidade entre o casal;

·         Rosas Cor de Rosa: amor, carinho;

·         Rosas Cor de Rosa Escuro: gratidão;

·         Rosas Cor de Rosa Claro: admiração e simpatia;

·         Rosas Chá: respeito e admiração;

·         Rosas Cor de Laranja: deslumbramento e encanto;

·         Rosas Coral: desejo e entusiasmo;

·         Rosas Lilás: amor à primeira vista;

·         Rosa Roxa: amor de mãe.




O que é Açucena:


Açucena

Açucena é uma planta que pode corresponder ao gênero Amaryllis, Hippeastrum, Worsleya e Zephyranthes, da família das amarilidáceas. A flor desta planta originária da América do Sul também é conhecida como amarílis, flor-de-lis do Japão e flor-de-lis de São Tiago.

São conhecidas cerca de 50 espécies de açucenas e são muito populares, porque são fáceis de cultivar, e têm uma adaptação muito fácil, mesmo em espaços pequenos. Essas flores têm coloração que vai do vermelho ao salmão e do rosa ao branco e são muito usadas para decoração. Muitas pessoas conhecem esta flor - que muitas vezes cresce nas margens dos rios e riachos - como "Bella Donna".

A açucena pode simbolizar a angústia ou tristeza causada pela perda de uma pessoa amada. Também pode significar altivez, elegância, graça. A açucena branca também pode estar associada à pureza.

Um vaso com três açucenas é muitas vezes uma alusão à Santíssima Trindade. No Brasil, a açucena é muitas vezes oferecida no Dia das Mães e também usada nas decorações de Natal. Na mitologia grega esta flor estava associada ao deus Apolo, que era muito conhecido pelo seu orgulho.

A flor de açucena inspirou vários artistas a criarem músicas, graças à sua beleza e aroma. Este é o caso de "Açucena", música de Ivan Lins e "Açucena Cheirosa", da autoria de Luiz Gonzaga.




O que é Alecrim:


Alecrim

Alecrim, cujo nome científico é Rosmarinus officinalis, é um arbusto encontrado facilmente na zona do Mediterrâneo e que prolifera em terrenos de origem calcária. As suas flores são azuis e exalam um aroma muito agradável. Os romanos chamavam essa planta de rosmarinus, cuja tradução para português é "orvalho do mar".

Quanto à etimologia, a palavra alecrim tem origem no termo em árabe al-iklil. O nome alecrim é muitas vezes usado para descrever outras plantas, como é o caso do rosmaninho, que possui características semelhantes. Apesar disso, estas duas plantas pertencem a gêneros diferentes, rosmarinus (no caso do alecrim) e lavandula (rosmaninho) e apresentam diferenças no que diz respeito à flor.

O alecrim é muitas vezes usado para decorar caminhos e é cultivado por pessoas que estão dando os seus primeiros passos no mundo da jardinagem, pois é um arbusto que é muito resistente a pragas e não requer muita manutenção.

A flor do alecrim está associada à coragem e fidelidade. De igual forma, significa bom ânimo, confiança e espiritualidade. As suas flores transmitem um sentido de bem-estar e por esse motivo estão muitas vezes presente em reuniões familiares.

De acordo com algumas crenças populares, o alecrim afasta a inveja, e quando colocado debaixo do travesseiro, afasta os sonhos maus. Também há quem acredite que se alguém toca a pessoa que ama com alecrim, o amor dessa pessoa por quem a tocou vai ser eterno.

Segundo uma lenda de origem cigana, o alecrim tem uma característica divina, porque terá aparecido pela primeira vez perto do estábulo onde nasceu Jesus, no preciso local onde Maria jogou a água do banho de Jesus.

Na culinária, o alecrim é muitas vezes usado para preparar aves, caça, linguiças, carne de porco, salsichas e batatas assadas. Algumas pessoas também usam o alecrim em sopas e molhos. Em pratos comuns no mediterrâneo, na Itália, por exemplo, o alecrim é acrescentado em assados de carneiro, cabrito e vitela. Durante a preparação de um churrasco, muitas pessoas juntam alecrim ao carvão em brasa, para que a carne fique com o aroma especial dessa planta.

O óleo essencial do alecrim é frequentemente usado no âmbito da perfumaria. Além disso, também são conhecidos alguns fins medicinais do alecrim, que já foi usado para combater a febre tifóide. Infusões desta planta são usadas para acalmar a tosse e dores de estômago. O alecrim é também um relaxante muscular, fortalece os músculos do coração e tem a função de ativar a memória. Por esse motivo, alguns estudiosos acreditam que pendurar ramos de alecrim em locais onde crianças desenvolvem tarefas escolares pode contribuir para melhorar as suas memórias.

"Alecrim dourado" é uma famosa música infantil que fala sobre o alecrim, que muitas vezes nasce sem ser plantado por ninguém.




O que é Azaléia:


Azaléia

A azaléia é um arbusto do gênero Rhododendron de origem chinesa e japonesa e que apresenta folhas verde-escuras e floração muito abundante. Esta flor foi declarada como um dos símbolos da cidade de São Paulo pelo prefeito Jânio Quadros.

O termo azaléia é muito comum no Brasil, apesar de ser menos correto. Azaléia deriva de azálea (termo correto no Brasil), o termo em latim dado por Lineu em 1735. A palavra azálea tem origem no grego e significa "seco" ou "árido". Talvez esse nome tenha sido dado porque antes de florescer a azálea é apenas um arbusto com ramos secos.

Algumas espécies nativas foram transportadas para a Bélgica e Holanda, e lá foram alteradas geneticamente. Por esse motivo, a azaléia apresenta uma grande variedade de cores, podendo ser vermelha, rosa, branca ou uma mistura destas três cores. Esta planta deve ser cultivada em exposição total ao sol, se adapta bem ao frio e aprecia solos ácidos.

No Brasil a espécie mais popular é a Rhododendron indicum, que apesar de naturalmente apresentar flores roxas, rosas e brancas, pode ser encontrada em várias outras tonalidade graças à manipulação genética.

A azaléia, planta da família das Ericáceas, normalmente significa "alegria de amar" e perseverança. Contudo, cores diferentes têm significados diferentes. A azaléia cor de rosa representa o amor à natureza; a azaléia branca é uma indicação de romance e a azaléia vermelha , quando oferecida a alguém, significa que você ama essa pessoa há muito tempo. Os arranjos florais compostos por azaléias estão relacionados com elegância e felicidade.

A azaléia está associada a uma lenda chinesa. Esta lenda conta a história de um imperador destemido que alcançava vitórias fantásticas em guerras. Apesar disso, ele não era feliz.  Isto porque ele não tinha o amor de uma mulher que só conseguia vislumbrar nos seus sonhos. Um certo dia, quando estava regressando de mais uma batalha, um vendedor lhe ofereceu uma bela planta com flores maravilhosas. Deslumbrado pela beleza das flores, o Imperador não demorou a plantá-las no seu jardim. Pouco tempo depois disso, o Imperador finalmente encontrou a mulher que via nos seus sonhos. Lembrando da indicação do vendedor, o imperador e a sua amada bebiam todos os dias um chá feito com as pétalas dessa flor. E a cada dia eles ficavam mais apaixonados e viveram felizes para sempre.

                    


O que é Begônia:


Begônia

Begônia é a designação comum a várias espécies de plantas begoniáceas, do  gênero das Begônia. É uma planta ornamental,muito apreciada pela beleza de suas flores e também de suas folhas. Tem a propriedade atitérmica e são cultivadas na sombra, em jardins ou estufas. 

A flor da begônia significa felicidade, delicadeza e cordialidade, é também indicada para namorados apaixonados, já que estão associadas à inocência e à lealdade do verdadeiro amor. Relativamente ao Feng Shui, a begônia é um símbolo de fertilidade.

Existem mais de mil espécies de begônias, e são muito apreciadas pelas suas flores que são muito características, apresentando belas cores. A begônia rex, por exemplo, apresenta folhas de grande tamanho e com uma cor especial, que costuma ser rosa ou marrom brilhante.

Apesar das folhas assumirem muito protagonismo nas begônias, algumas espécies são conhecidas pelas suas flores, como é o caso das espécies Begonia Elatior, Begonia Cucullata e Begonia Tuberosa. As flores destas espécies atingem tonalidades do branco ao vermelho. As flores da begônia são belas, dobradas e compactas, podendo também apresentar cor amarela e salmão. A variedade mais conhecida da begônia talvez seja a "begônia sempre-florida" (begonia semperflorens) que tem a característica de florescer durante todo o ano.

A begônia teve origem na América tropical e por esse motivo prefere um clima tropical. O clima brasileiro favorece o seu desenvolvimento e a begônia floresce com facilidade principalmente no sul, onde o clima é mais ameno.

Na Alemanha existe uma variedade da begônia chamada Merry Christmas (Feliz Natal), e como o próprio nome indica, é normalmente oferecida como presente de Natal.






O que é Camélia:


Camélia

A camélia é uma planta cujo nome científico é Camellia L. que pertence à família Theaceae. Esta planta apresenta uma bela flor que é muito usada em termos decorativos.

Relativamente ao significado da camélia, há diferenças dependendo da cor das flores. As camélias cor de rosa significam grandeza de alma; as camélias brancas são uma alusão à beleza perfeita e as camélias vermelhas são um sinal de reconhecimento.

O gênero Camellia conta com mais ou menos 80 espécies originárias do Sudeste Asiático, florestas da Índia, Japão e China. As suas belas flores podem ser brancas, vermelhas e rosadas. Algumas podem ser amarelas, mas esses casos são raros. Algumas flores podem atingir o tamanho da palma da mão de um adulto, enquanto que outras podem ser pequenas como uma moeda.

Algumas espécies de camélias possuem um suave e agradável aroma. Espécies como a C. japonica, C. sasanqua, C. reticulata, e C. chrysantha são muito populares por serem plantas que apresentam folhagem escura e densa e também grandes e bonitas flores. O cruzamento entre diferentes espécies possibilita a criação de híbridos que apresentam as melhores características de cada espécie, sendo este o caso das camélias amarelas, obtidas através do processo de hibridização.

Os líderes mundiais no cultivo e criação de novas variedades de camélias são a Coreia, a China e o Japão. Na Europa, a partir do século XIX, a Itália assumiu um papel de destaque, criando variedades diferentes e se estabelecendo como um dos maiores produtores ocidentais. Só a espécie camellia japonica apresenta mais de 3000 variedades.

A camélia aprecia solos férteis, ácidos e com alta umidade. Em termos de luminosidade, ela pode estar localizada à meia-sombra ou sob sol pleno. A camélia não se adapta a temperaturas muito altas, mas pode aguentar geadas e climas com neve.

Camellia sinensis


A camellia sinensis, igualmente pertencente ao gênero camellia, é uma planta que dá origem a milhares de tipos de chá, dependendo do forma como é cultivada, ou da forma como as folhas são recolhidas e preparadas. Esta planta origina chás que estão incluídos em quatro categorias: chá branco, chá verde, chá oolong e chá preto.

As sementes de algumas espécies produzem um óleo que é usado como combustível. O comércio que envolve esta planta é responsável pelo movimento de bilhões de dólares todos os anos.














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FRUTÍFERAS PARA CULTIVAR EM VASOS

Mexericas anãs em vaso, produzidas para a comemoração do ano novo Chinês. Foto de  Choo Yut Shing

Mexericas anãs produzidas em vasos de cerâmica.

Não é porque você mora na cidade, no alto de um apartamento, que não pode saborear a fruta colhida do pé.

O Jardineiro criativo e dedicado pode fazer verdadeiros milagres, introduzindo na área livre de seu imóvel algumas árvores frutíferas, daquelas, que geralmente só as víamos em pomares e quintais, e que lembram da nossa infância, quando visitávamos parentes e amigos que moravam em áreas rurais, como sítios e chácaras.

Se você cresceu com este privilégio, com certeza deve sentir falta de arrancar a fruta do pé e comer ali mesmo, na hora. Saboreando o gosto intenso daqui que é cultivado em casa, bem diferente do sabor muitas vezes insosso de plantações de larga escala e que chegam a nós pelas gôndolas do supermercado.



Sinal de bom gosto, as plantas domésticas são particularmente decorativas, alegram o ambiente, além de resgatar um pouco da nossa essência. As árvores frutíferas, quando cultivadas em vaso, são fáceis de manter, basta cuidar, fertilizar e irrigar com carinho, para receber os frutos em troca, e quem sabe até, criar memórias saudosas em nossos filhos e netos.

Antes de se arriscar no cultivo, tenha em mente que, por mais que os vasos caibam em espaços pequenos, as árvores frutíferas, ao contrário de muitas espécies de interior, necessitam de várias horas diárias de luz direta do sol. Essa é a característica ambiental mais limitante para o plantio. Portanto, veja se você possui uma sacada bem ensolarada, um terraço ou mesmo um pátio. Se as áreas forem comuns ao condomínio, exponha sua ideia na próxima reunião de condomínio. É bem provável que os outros moradores apreciem-na e o esforço comum pode criar um belo pomar em vasos.

CUIDAR DE PLANTAS, estar em contato direto com a natureza, é uma terapia agradável e muito benéfica para às pessoas de qualquer idade, sendo muito mais benéfica aos idosos, às pessoas com dificuldades de locomoção e aquelas que precisam de momentos de enlevo e entretenimento ao ar livre, aproveitando os raios do sol da manhã para receber os benefícios da vitamina D (fixação do ômega-3) ou, mesmo, deliciar-se com a brisa da tarde e observar a beleza do por do sol.

A seguir uma lista de espécies que se adaptam ao cultivo em vaso, frutificando com vigor:

Romazeira com frutos. Foto de  Char

Romãzeira com frutos.




A romãzeira, além de ter frutos deliciosos e de grande serventia como remédio caseiro para aliviar dores e infecções da garganta, ainda apresenta uma belíssima floração, com flores carnosas e dobradas. Ela se adapta tão bem aos vasos, que pode ser cultivada inclusive como bonsai, em formatos miniaturizados e muito elegantes.


Dentre as árvores cítricas, o limoeiro é sem sombra de dúvida a mais rústica. Escolha variedades produtivas, preferencialmente enxertadas e já produzindo, para plantar em vasos. As variedades de limão siciliano incrivelmente se adaptam aos vasos, muitas vezes carregando de enormes e perfumados limões.


Escolha uma planta enxertada, preferencialmente de porte anã e que já esteja produzindo. Aprecia regas frequentes e muito sol para manter a saúde. Evite querer ter uma copa fechada, tipo arbustiva, pois reduz a produtividade e aumenta a chance de doenças e pragas se instalarem.

Laranjinha-kinkan. A fruta que se come a casca ao invés da polpa. Foto de Vassil Tzvetanov



Laranjinha-kinkan. A fruta que se come a casca ao invés da polpa.





4. Laranja-kinkan (Citrus japonica)

Essa laranjeira é ideal para vasos, pois possui naturalmente menor porte e frutos pequenos, ficando não apenas proporcional, mas linda e produtiva se bem cuidada. Aprecia meia sombra.

5. Mexerica (Citrus reticulata)

Essa tem um gostinho especial de infância, pois não precisa nem de faca para saborear. A gente descasca com as mãos e já fica aquele perfume. Cuide da mesma forma que laranjeiras e limoeiros, com boa fertilização, regas e podas de limpeza e formação. Dentre as árvores cítricas, o limoeiro é sem sombra de dúvida a mais rústica. Escolha variedades produtivas, preferencialmente enxertadas e já produzindo, para plantar em vasos.


Por incrível que pareça, as mangueiras, árvores tão imponentes, de folhas e frutos grandes, também podem ser cultivadas em vaso. Elas tem uma boa necessidade de água e luz, mas se adaptam bem aos vasos. Escolha variedades anãs, que produzam mesmo com pequeno porte. Uma espécie indicada é a “Tomy”.


A jabuticabeira é uma das árvores preferidas para plantar em vasos. Compre plantas da variedade “sabará anã”, e que já estejam produzindo. A jabuticabeira é especialmente exigente em água. Não deixe faltar no período de floração e frutificação.

Pitanga - A pequena notável, uma fruta de aroma único. Foto de  Marcelo Penna

Pitanga – A pequena notável, uma fruta de aroma único.




Uma espécie nativa, de pequeno porte naturalmente e com os frutos mais deliciosos e perfumados. Além disso, são difíceis de encontrar em supermercados e quitandas, sendo comum que pessoas que crescem nas cidades nunca terem provado pitanga. Uma fruta tão brasileira e que ajuda a alimentar a fauna silvestre também. Atualmente ainda há uma variedade arbustiva, de enfolhamento denso, que além de produzir pitanga, torna-se um elegante arbusto, podendo ser até mesmo topiado. Das folhas, colhidas ainda tenras, confecciona-se um saboroso e perfumado chá (por infusão), que nas crianças produz efeito de vermífugo, fazendo-as expelir, pelas fezes, possíveis lombrigas.


Outra frutífera nativa do Brasil, com um sabor do campo, que lembra a goiaba. Escolha preferencialmente variedades anãs, de frutos vermelhos ou amarelos. Rústica e fácil de cuidar.

10. Maçã (Prunus malus)

A frutífera favorita nos Estados Unidos e Europa, para plantar em vasos. Lá há disponibilidade de árvores de porte anão, que produzem muito, mesmo bem pequenas. Pode ser uma opção interessante em locais de clima mais temperado a subtropical.

Figueira em vaso, frutificando. Fuentelateja

Figueira em vaso, frutificando




Uma árvore exótica, mas muito bem adaptada. As figueiras também são ótimas para plantar em vasos e obter seus deliciosos frutos, que deverão ser colhidos quando estiverem maduros. Os frutos verdinhos podem ser usados na confecção de deliciosa compota e também geleia. Cuide com as podas, para formar uma árvore de copa limpa e bem arejada, mantendo assim sua saúde e estimulando a produção de frutos.


Outra nativa muito fácil de cuidar e boa para vasos. E é incrível como o sabor de goiaba arrancada do pé é diferente das goiabas compradas. As compradas sempre me passam a sensação de serem verdes, indigestas e grandes demais. Coma goiaba in natura, ou prepare compotas, goiabada, molhos, etc, com sua própria goiabeira cultivada em vasos. Cuide para que não falte água e fertilizantes.

Aceroleira. Foto de Grazi de Nadal

Aceroleira.




Já pensou ter sua dose de vitamina C diária ao alcance das mãos? A acerola é uma fruta riquíssima e saborosa. Ideal para sucos refrescantes. E adivinha, só? É perfeita para plantar em vasos. Gosta de sol, calor e regas frequentes.

Há outras espécies que se adaptam bem a vasos, entre essas podemos citar a cerejeira-do-rio-grande, cerejeira, ameixeira, pessegueiro, pereira, amoreira, abacateiro, nectarina, lichia, framboesa, entre outras.





OUTRAS ESPÉCIES MUITO ORNAMENTAIS:

Na jardinagem moderna deve-se levar em consideração não somente a questão estética que a plantação pode oferecer, mas também outros benefícios adicionais como a recuperação de solos e áreas degradadas, cercamento, acolhimento da fauna silvestre, produção de flores, frutos e sementes, além do fato de que muitos desses vegetais têm ampla aplicabilidade na medicina caseira, na produção de chás, corantes, cosméticos, etc. 

ACÁCIA

ALECRIM

ANÁGUA DE NOIVA

ANONA

BELA EMÍLIA

BERINJELA

BUCHA

BUGARIM

CAFÉ –

CAJÁ-MANGA

Camarão amarelo (Pachystachys lutea)


Camarão amarelo (Pachystachys lutea)

Nome Técnico: Pachystachys lutea

Nomes Populares : candelabro de ouro, camarão amarelo

Família : Família Acanthaceae

Origem: Originário do Perú.

Descrição:


Arbusto muito ramificado, folhas verdes ovais e ponteagudas, inflorescência semelhante ao camarão vermelho, porém com brácteas em amarelo-ouro.

Muito usado para maciços, renques junto a muros ou ladeando árvores e outras plantas verdes.

Porte:


Seu tamanho pode pode atingir 1,0 m de altura.

Ambiente e uso decorativo:


Pode ser usado em jardineiras, canteiros ou plantas de vasos..

Cultivo:


camarao_amarelo

É cultivada em canteiros ensolarados e com regas regulares.

Não é exigente em fertilidade do solo e tolera estações com poucas chuvas.

A propagação pode ser feita por estaca de ramo, deixando pelo menos duas gemas.

Há variedades alaranjadas, avermelhadas e brancas.



CARÁ DE RAMA

CHUCHU

COITÉ

COUVE

DAMA DA NOITE

ERITRÍCIA

ERVILHA

FRUTA DE CONDE

JASMIM DO CABO

MAMÃO PAPAIA

MARACUJÁ

MILHO

PIMENTA MALAGUETA

PIMENTÃO

PITOMBA

QUIABO

SAPOTI

SERIGUELA

SETE PATACAS

TOMATEIROS

UVA

VINAGREIRA



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Árvores ideais para calçadas

Foto de Rennet Stowe

As árvores são fundamentais nas ruas e avenidas. Além de embelezar elas tem um importante papel no equilíbrio térmico, refrescando onde quer que estejam. Também colaboram com a redução da poluição sonora e do ar, fornecem sombra, refúgio e alimento para as aves. Os benefícios não param por aí, poderíamos falar de fixação de carbono, produção de oxigênio, proteção contra ventos, etc. Mas a escolha da espécie correta é fundamental.

Se você deseja plantar uma árvore na sua calçada, o primeiro passo é procurar a prefeitura. Muitas delas tem um plano de arborização urbana, com espécies de árvores indicadas por profissionais capacitados. Não raro, você poderá solicitar o plantio à prefeitura, ou buscar as mudas você mesmo no viveiro municipal.

Fique atento, de vez que o plantio da árvore errada pode provocar muita dor de cabeça no futuro, como tubulações de água e esgoto estourados, calçadas levantadas, problemas na rede elétrica, galhos que ameaçam cair a qualquer momento, frutos pesados que caem sobre carros, ramos espinhentos que atrapalham os pedestres, sujeira e mal cheiro advindo de frutos, folhas ou flores caídos, entre muitas outras situações desagradáveis a perigosas. E geralmente você não pode fazer muita coisa. Na maioria das vezes o corte ou poda é permitido apenas à prefeitura e companhia elétrica. O corte inautorizado pode lhe render multas pesadas  e, dependendo da espécie, ser considerado crime ambiental.

Você terá que solicitar o serviço e aguardar que aprovem. Portanto, escolha bem. Uma árvore é maravilhosa e para além da vida toda. Abaixo segue uma lista de espécies que são indicadas para calçadas.

As espécies que alcançam até 10 metros são boas para calçadas com fiação elétrica, enquanto as maiores podem ser plantadas em calçadas sem fiação.

A bela flor da Bauhinia-de-hong-konh. Foto de Toby Oxborrow



A bela flor da Bauhinia-de-hong-konh.



1.  Ácer – Acer palmatum – Mais indicado para regiões serranas, apresenta pequeno porte, atingindo até 8 metros de altura e folhas que variam conforme as estações.



2.   Bauínia de Hong Kong – Bauhinia blakeana – Árvore semicaduca, de floração exuberante, atinge cerca de 8 metros de altura.



3.   Pata-de-vaca – Bauhinia forficata e Bauhinia variegata – Árvore florífera e semicaduca, de pequeno porte, ideal para calçadas estreitas e sob a fiação elétrica.



4.  Oiti – Licania – Árvore frutífera, largamente utilizada na arborização urbana no sudeste do país.



5.   Escova-de-garrafa Callistemon spp – Espécies de árvores de pequeno porte, nativas da Austrália, e muito resistentes à seca. Floração exuberante.



6.  Cambuci  Campomanesia phaea – Arvoreta semidecídua, de aspecto delicado e frutos comestíveis. Nativa da Mata Atlântica.

A bela floração da Chuva-de-ouro. Foto de Mauro Guanandi

A bela floração da Chuva-de-ouro.



Árvore belíssima, que desponta inflorescências em cachos pendentes, de cor amarelo-ouro.



8. Sombreiro  Clitoria fairchildiana – Árvore de maior porte e florescimento ornamental. Ideal para calçadas amplas, sem fiação. Atinge 12 metros de altura.



9. Jangada-do-campo  Cordia superba – Árvore bela em todos os sentidos, seja na forma, folhagem ou floração. De pequeno porte, atinge no máximo 10 metros de altura.



10. Cornos – Cornus florida – Árvore nativa dos Estados Unidos, decídua, apresenta transição de cores nas folhas e florescimento exuberante. Atinge 6 metros de altura. Ideal para clima subtropical.



11. Crataegus  Crataegus oxyacantha – Arbusto de clima temperado, com florescimento muito ornamental. Atinge 5 metros de altura. É resistente à seca, frio e ventos fortes.



12. Eritrina-verde-amarela  Erythrina variegata – Árvore tropical, de florescimento ornamental, e folhagem espetacular. Alcança até 12 metros, mas pode ser conduzida como arbusto ou arvoreta.

As flores da Eritrina-candelabro são irresistíveis aos beija-flores. Foto de Mauro Guanandi



As flores da Eritrina-candelabro são irresistíveis aos beija-flores



13. Eritrina-candelabro – Erythrina speciosa – Árvore decídua, de pequeno porte, atingindo cerca de 5 metros de altura. Seu florescimento além de exuberante ainda é muito atrativo para beija-flores. Aprecia lugares úmidos.



14. Cereja-do-rio-grande – Eugenia involucrata – Árvore nativa frutífera, atrativa para os pássaros, de copa colunar e própria para clima subtropical. Atinge 8 metros de altura.



15. Pitangueira – Eugenia uniflora –  Árvore de textura fina e frutos saborosos. A pitangueira também atrai os passarinhos e tem porte pequeno, raramente alcançando 12 metros de altura.



16. Jacarandá – Jacaranda mimosaefolia – Um verdadeiro clássico. Árvore decídua, de floração exuberante. Ideal para arborização de ruas em regiões de clima subtropical.



17. Árvore-da-china – Koelreuteria bipinnata – Floresce no outono, despontado inflorescências eretas com flores amarelas, que em seguida são tomados por frutos papiráceos, duráveis, de cor salmão. Para clima subtropical. Atinge até 12 metros – plantar em calçadas sem fiação.



18. Resedá – Lagerstroemia indica – Arvoreta largamente utilizada na arborização urbana. Tem florescimento esplendoroso, é decídua e tolerante a podas drásticas. Atinge 8 metros de altura. (É também conhecida como Norma, Espumilha, etc.)



19. Leucena  Leucaena leucocephala – Árvore nativa da América Central, leguminosa, de pequeno porte e flores em forma de pequenos pompons. Tolerante à seca. Atinge 7 metros de altura.



20. Alfeneiro  Ligustrum lucidum – Uma das espécies mais cultivadas na arborização urbana do sul do Brasil. Oferece boa sombra, mas a floração de muitos exemplares ao mesmo tempo pode intensificar os casos de alergia à pólen.



21. Magnólia – Magnolia spp – As magnólias além de belas e perfumadas, são muito interessantes para arborização urbana por seu porte pequeno. Decíduas e próprias para o clima subtropical e temperado. Alcançam de 5 a 10 metros de altura.



O curioso tronco da Melaleuca. Foto de Sydney Oats

O curioso tronco da Melaleuca.



22. Melaleuca  Melaleuca leucandendron – Árvore nativa da Austrália, que chama atenção pela casca do seu tronco, que é curiosa, desprendendo-se e com textura de papelão. Floração ornamental. Atinge 15 metros de altura. Não plantar sob rede elétrica.



23. Cinamomo – Melia azedarach – Árvore bastante utilizada na arborização urbana. Indicada para clima subtropical. Floração ornamental e frutos atrativos para avifauna. Alcança até 20 metros de altura.



24. Amoreira-preta – Morus nigra – Árvore frutífera, muita atrativa para os passarinhos. Atinge 10 metros de altura.



25. Calabura  Muntingia calabura – Árvore ornamental por seus ramos delicados e arqueados. Frutos pequenos bastante atrativos par as aves. Atinge 10 metros de altura.



26. Jabuticabeira – Myrciaria cauliflora – Uma unanimidade. Árvore nativa, de frutos saborosos que surgem diretamente do caule. Alcança 8 metros de altura.



27. Jasmim-manga – Plumeria rubra – Arvoreta de flores muito perfumadas e aspecto escultural. Ideal para regiões litorâneas. Atinge 6 metros de altura.



28. Cerejeira-do-japão – Prunus serrulata – Árvore decídua, de grande valor ornamental, por ser florescimento espetacular. Própria para clima subtropical e temperado. Alcança 6 metros de altura.



29. Aroeira  Schinus molle e Schinus terebinthifolius – Árvores belas e atrativas para avifauna. São de pequeno porte, atingindo de 8 a 10 metros de altura.

A florada do Jacarandá. Foto de Beatrice Murch

A florada do Jacarandá. Foto de Beatrice Murch



30. Pau-fava  Senna macranthera – Árvore nativa e de pequeno porte, com floração ornamental e aspecto elegante. Atinge até 8 metros de altura.



31. Canafístula-de-besouro  Senna spectabilis – Árvore decídua, nativa do nordeste, de florescimento ornamental e pequeno porte. Alcança 9 metros de altura.



32. Ipê  Tabebuia spp – Gênero de árvores, em sua maioria nativas, decíduas, de tronco e ramagem elegantes, madeira resistente e florescimento exuberante em diversas cores. Ipê-amarelo, Ipê-branco, Ipê-rosa e Ipê-roxo. Atingem de 10 a 35 metros, dependendo da espécie. São adequados para calçadas sem fiação elétrica.



33. Ipê-de-jardim – Tecoma stans – Arvoreta ideal para calçadas. Apresenta florada amarela e duradoura. Atinge 7 metros de altura.



34. Quaresmeira – Tibouchina granulosa – Árvore nativa da Mata Atlântica, de pequeno porte, largamente utilizada na arborização urbana, por sua rusticidade e florescimento ornamental. Alcança até 12 metros de altura.



35.  Manacá-da-serra-anão – Tibouchina mutabilis – Belíssima arvoreta, em que é possível admirar flores em três cores diferentes simultaneamente, branca, rosa e roxa, de acordo com a idade da flor. Atinge 6 metros de altura.

A lista não para por aí. Você também pode usar uma variedade de coníferas, que apesar de seu formato geralmente cônico a colunar, desde à base, são escolhas interessantes para calçadas largas.

As palmeiras, em sua maioria (com exceção das entouceiradas, espinhentas e as de porte gigante), são muito indicadas para ornamentar ruas, avenidas e calçadas. A diversidade de árvores é enorme e você pode gostar justamente de uma que viu em algum lugar.

Veja as características que uma árvore para arborização de calçadas deve ter:

·         – Não possuir raízes superficiais ou agressivas

·         – Não ter frutos ou flores grandes

·         – Não possuir espinhos

·         – Não ser tóxica

·         – Não ser de grande porte (mais de 20 metros de altura)

·         – Não possuir madeira frágil, suscetível à quebra ou ataque de cupins (evite árvores de crescimento muito rápido)

·         – Não ser invasora



Outros arbustos ou arvoredos que podem ser plantados em calçadas:



Crótons-

Dracenas-

Chagas-

Coroa de Cristo-

Costela de Adão-

Espirradeira-

Imbé-

Ipê de jardim-

Sete patacas-

Urucum-

Vinagreira –



Veja também uma lista com 22 Árvores de raízes agressivas que você não deve plantar na calçadas.

Árvores de raízes agressivas

Foto de Tim Green



Você já deve ter ouvido falar que algumas árvores têm raízes agressivas, capazes de destruir tubulações enterradas, calçadas, pavimentos, muros, etc.

Eu, particularmente, não acredito que as raízes sejam realmente agressivas, elas não querem o mal, apenas são vigorosas e com crescimento superficial, que engrossam com o tempo e acabam por resultar em efeitos catastróficos nos ambientes urbanos. O que acontece na verdade é uma má escolha das espécies, acompanhado muitas vezes de um plantio em local inapropriado. Nem sempre uma árvore bonita, com uma floração espetacular é indicada para áreas calçadas, estacionamentos e pequenos quintais.

Raízes adventícias de Falsa-seringueira. Foto de Mauro Cateb

Raízes adventícias de Falsa-seringueira.

Elas são perfeitas para serem admiradas em toda sua majestade em grandes áreas abertas, como parques, praças e fazendas. Tenha em mente, que mesmo as espécies recomendadas precisam de uma área mínima de absorção de água no canteiro para que não apresentem raízes agressivas no futuro. Além disso, de nada adianta insistir nestas espécies, plantando elas dentro de manilhas de concreto. Você estará desvirtuando a natureza da árvore, prejudicando seu desenvolvimento e ainda assim suas raízes destruirão as manilhas com o tempo, surgindo um pouco mais distantes. Abaixo segue uma lista de espécies de árvores comumente encontradas nas grandes cidades, mas que podem representar um grande inconveniente para as construções e pessoas, seja por suas raízes “agressivas”, seja por frutos grandes e pesados, folhas ou flores escorregadias, desramanatural perigosa, tronco frágil e suscetível a cupins, entre outros problemas. Antes de remover uma árvore por qualquer um destes motivos, solicite a avaliação técnica de um engenheiro agrônomo ou florestal para verificar se realmente há problemas ou se haverá no futuro.

Uma belíssima Tulipeira, pena que é tóxica para as abelhas. Foto de Mauro Guanandi



Uma belíssima Tulipeira, pena que é tóxica para as abelhas.

A tulipeira, ou ESPATODÉA, é uma árvore de crescimento rápido e efeito muito ornamental. Seu porte é médio, podendo atingir 24 metros. Na África, seu local de origem, pode-se observar exemplares com até 30 metros de altura. O tronco apresenta um diâmetro de 30 a 50 cm, a madeira é clara e mole e a casca fina e suberosa. As folhas são grandes, opostas e são compostas por numerosos folíolos (4 a 19) alongados e oval-lanceolados.

A primeira floração ocorre quando a árvore apresenta apenas 3 a 4 anos. As flores são vermelho-alaranjadas ou amarelas, de acordo com a variedade e surgem de inflorescências terminais, com botões numerosos que abrem-se sucessivamente, garantindo uma longa floração. O período de floração varia com a localidade onde a planta se encontra. Os frutos se assemelham a vagens e contém numerosas sementes aladas, que se dispersam com o vento.



Espatodea é uma árvore exótica muito comum no paisagismo de espaços públicos no Brasil. Floresce durante o verão. Suas grandes flores vermelhas deram origem ao nome vulgar de "bisnagueira".

espatodea é de crescimento rápido, seu porte pode atingir 24 metros. É exótica, seu local de origem é a África, onde pode-se observar exemplares com até 30 metros de altura. O tronco apresenta um diâmetro de 30 a 50 cm. As folhas são grandes, opostas e são compostas por numerosos folíolos alongados e oval-lanceolados.





A primeira floração ocorre quando a árvore apresenta apenas 3 a 4 anos. As flores são vermelho-alaranjadas. O período de floração varia com a localidade onde a planta se encontra. Os frutos se assemelham a vagens e contém numerosas sementes aladas, que se dispersam com o vento, árvore de copa densa e muito rústica.

É indicada para espaços que requerem árvores de rápido crescimento, como em locais erodidos, parques e jardins públicos. Não devem ser plantadas em calçadas ou próximas à construções e tubulações, pois suas raízes são muito agressivas. Devem ser cultivadas sob sol pleno, em solo fértil, bem drenado, e enriquecido com matéria orgânica.

Árvore tipicamente tropical, não se adapta a países de clima frio.





 1. Salgueiro-chorão – Salix x pendulina: Copainadequada para as calçadas, atrapalha os transeuntes. À procura de água, os chorões tem tendência a destruir tubulações de água e esgoto enterradas.



2. Flamboyant – Delonix regia: Raízes tabulares, muito superficiais e agressivas.



3. Ficus – Ficus benjamina: Atinge grande dimensões. Nunca para de crescer. Apresenta raízes superficiais e adventícias.



4. Paineira-rosa – Ceiba speciosa: Árvore de crescimento vigoroso, grande porte, que apresenta madeira frágil, tronco recoberto de espinhos. Sujeita à quebra. Em alguns lugares a Paineira é também conhecida como “barriguda”.



5. Pau-formiga – Triplaris americana: Madeira leve, raízes superficiais, grandes dimensões e atrai formigas.



6. Eucalipto  Eucaliptus spp: A maioria das espécies apresenta grande porte, sistema radicular superficial e derrama natural. É inimiga dos brejos, das veredas, das lagoas e das nascentes de rios, pois as raízes sugam grande quantidade d’água para acelerar o crescimento do tronco e produzir a imensa massa verde de galhos e floras que serão utilizadas pela indústria de celulose e depois de carvão vegetal para siderurgia.



7. Abacate – Persea americana: Árvore de madeira frágil, com tendência à quebra e que pode atingir grandes proporções. Frutos grandes e comestíveis, mas que provocam sujeira ao despencarem do pé.



8. Manga – Mangifera indica: Sistema radicular superficial, frutos grandes que provocam muita sujeira.



9. Guapuruvu – Schizolobium parahyba: Árvore de crescimento vertiginoso e porte avantajado. Madeira muito frágil, sujeito à quedas e quebra dos ramos.

Perigosos e mal-cheirosos. Os frutos da Abricó-de-macaco são verdadeiras balas de canhão. Foto de Wendy Cutler

Perigosos e mal-cheirosos.



Os frutos da Abricó-de-macaco são verdadeiras balas de canhão.



10. Pinheiro-do-paraná – Araucaria angustifolia: Árvore nativa de grandes dimensões, seu maior problema é a derrama natural. Em locais com muitos exemplares, é indicado um programa de podas para evitar a derrama. Suscetível a cupins.



11. Jaca  Artocarpus heterophyllus: Árvore de frutos gigantes que podem causar sérios acidentes, caindo sobre automóveis e ferindo pessoas.



12. Chapéu-de-sol – Terminalia catappa: Sistema radicular superficial. Copa pode atingir grande proporções.



13. Casuarina – Casuarina equisetifolia: Raízes superficiais.



14. Plátano – Platanus x hispanica: Grandes dimensões e raízes superficiais. Exige podas anuais e suas folhas provocam muita sujeira. Tronco suscetível a brocas.



15. Tulipeira – Spathodea campanulata: Flores com pólentóxico às abelhas. Por ocasião da queda, as flores são mucilaginosas e escorregadias. Raízes superficiais.



16. Grevilha Grevilea robusta: Sistema radicular superficial e vigoroso.



17. Tipuana – Tipuana tipu: Porte avantajado, raízes agressivas e madeira frágil, que é mais propícia a quebras e cupins.



18. Álamo – Populus nigra: Raízes agressivas.



19. Abricó-de-macaco – Couroupita guianensis – Também conhecida como bola-de-canhão. Seus frutos são grande, pesados e mal cheirosos, podem provocar acidentes e muita sujeira.



20. Falsa-seringueira  Ficus elastica: Como as outras figueiras, esta apresenta tronco de grande diâmetro, raizes adventícias e superficiais.



21. Pinheiro  Pinus spp: Muitas espécies de grande porte, suscetível a cupins e com derrama natural.



22. Jambolão – Syzygium jambolanum – A queda dos pequenos frutos provoca muita sujeira em calçamentos, áreas de estacionamento e em automóveis.



Em avenidas, alamedas, praças, largos e parques:

É cada vez maior a utilização de espécies frutíferas na arborização urbana, o que tem contribuído fortemente para o resgate de algumas cultivares em risco de desuso, por falta de espaço nos quintais (que deixaram de existir), assim como para o acolhimento da fauna que tem migrado para as cidades em busca de proteção e alimento.

AROEIRA

BAMBUS

BANANEIRAS

BUGUENVILEAS

CAGAITEIRA

CAJARANA

CAJUZEIRO

CEDRO

COQUEIROS

GRAVIOLA

INGAZEIRA

JACARANDÁ MIMOSO - Árvore frondosa, de folhagem delicada, pertencente à Família das Bignoniáceas. De porte médio, esta espécie pode atingir até 15 metros de altura. As folhas, que medem 40 cm de comprimento, são compostas por folíolos miúdos e delicados e concentram-se nas pontas dos ramos. Durante o inverno, o jacarandá-mimoso perde suas folhas, mas no início da primavera ele se cobre de flores arroxeadas e perfumadas. A floração se prolonga até o começo do verão e recobre praticamente toda a copa. Uma curiosidade sobre esta árvore: em Pretória, uma cidade na África do Sul, as ruas são totalmente arborizadas com jacarandá-mimoso levado do Brasil.

JAMBO

JATOBÁ

JENIPAPO

MANGABEIRAS

MANGUSTÃO

MURTA FLOR

PALMEIRAS

PATA DE ELEFANTE

PAU BRASIL

PAU D’ARCO

PAU FERRO

PEQUIZEIRO

SABONETEIRA

SCHIFAEREA

SEMPRE LUSTROSAS

SIBIPURUNA





BULBOS:


























































































































































































































































































































































BULBOS

Uma das maneiras mais práticas de se manter um jardim bonito, saudável, econômico e bem variado na produção de flores multicoloridas, é preparar uma reserva de sementes e de bulbos que podem ser adquiridos em floras e outros estabelecimentos do ramo, para que os canteiros estejam sempre em condições de produzir e renovar suas espécies cultivadas.

A seguir, apenas como roteiro, informo os nomes das diversas espécies (sementes e/ou bubos) com sugestão de preços.

FLORES:


















Trevo de 4 Folhas Local de plantio: Sol Profundidade: 2 a 3 cm Espaçamento/cm: 5 x 5 Per..R$ 8,90

SUPER PROMOÇÃO! Gladiolo Sortido - Palma - 64 Bulbos Gladiolo Sortido - Palma - 64 Bulbos -  60 Bulbos Gladiolo Sortido  GladioloS Sortidos Local de plantio: Sol Profundidade: 7 a.. R$ 69,00

Amarílis (Tulipa Brasileira) Sortida - 50 bulbosAmarílis (Tulipa Brasileira) Sortida - 50 bulbos  -  Local de plantio: Sol Profundidade: Até a borda Espaçamento/cm: 20 x 20 cm Período de plant..-    R$ 299,00

Amarilis Sortido - 10 bulbosAmarilis Sortido - 10 bulbos-  10 Bulbos Amarilis Sortido. Local de plantio: Sol Profundidade: Até a borda Espaçamento/cm:..  R$ 69,00

Copo de Leite Amarelo - BulboCopo de Leite Amarelo - Bulbo -  Callas Amarelo Local de plantio: Sol Profundidade: 3 a 5 cm Espaçamento/cm: 30 x 30 Per..  R$ 9,00

Curcuma Alismatifolia - Bulbo Curcuma Alismatifolia – Bulbo  -   O açafrão-da-conchinchina é uma planta herbácea, de folhagem e floração decorativos. Ela apresenta p..  R$ 9,00

Curcuma FantasyCurcuma Fantasy -  R$ 10,00

Gladíolo Amarelo - Palma -  (Gold Field)  - 6 BulbosGladíolo Amarelo - Palma - (Gold Field) - 6 Bulbos  -  Palma Local de plantio: Sol Profundidade: 7 a 10 cm Espaçam..R$ 8,90

Gladiolo Branco - Palma - 6 Bulbos Gladiolo Branco - Palma - 6 Bulbos -   Local de plantio: Sol Profundidade: 7 a 10 cm Espaçamento/..R$ 8,90

Gladiolo Lilás - Palma - 6 Bulbos Gladiolo Lilás - Palma - 6 Bulbos  -   Local de plantio: Sol Profundidade: 7 a 10 cm Espaçamento/cm: 10 x 10 Per.. R$ 8,90

Gladiolo Priscila - 6 Bulbos Gladiolo Priscila - 6 Bulbos -  Local de plantio: Sol Profundidade: 7 a 10 cm Espaçamento/cm: 10 x 10 ..R$ 8,90

Gladiolo Rosa (Rose Friendship) - 6 Bulbos Gladiolo Rosa (Rose Friendship) - 6 Bulbos   -    Local de plantio: Sol Profundidade: 7 a 10 cm Espaçamento/cm: 10 x 10 Per..

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Gladiolo Roxo e Branco - Palma (Kings Lynn) - 6 bulbosGladiolo Roxo e Branco - Palma (Kings Lynn) - 6 bulbos  -  Local de plantio: Sol Profundidade: 7 a 10 cm Espaçamento/cm: 10 x 10 ..R$ 10,00

Gladiolo Sortido (Palma) - 300 BulbosGladiolo Sortido (Palma) - 300 Bulbos   -  Local de plantio: Sol Profundidade: 7 a 10 cm Espaçamento/cm: 10 x 10 ..R$ 299,00

Gladiolo Verde - Palma - 6 bulbosGladiolo Verde - Palma - 6 bulbos - Local de plantio: Sol Profundidade: 7 a 10 cm Espaçamento/cm: 10 x 10 Per..  R$ 11,00 -

Gladiolo Vermelho - Palma - 6 Bulbos Gladiolo Vermelho - Palma - 6 Bulbos -  Local de plantio: Sol Profundidade: 7 a 10 cm Espaçamento/cm: 10 x 10 ..R$ 8,90

Gloriosa - 1 Bulbo














Gloriosa Local de plantio: Sol Profundidade: 3 a 5 cm Espaçamento/cm: 30 x 30 Perí..R$ 9,00

Lírio Coral - 2 Bulbos Lírio Coral - 2 Bulbos -  L Lirio Brunelo -  Local de plantio: Sol Profundidade: 10 cm Espaçamento/cm: 20 x..R$ 8,90

Lírio Vermelho - 2 Bulbos








LIRIO VERMELHO Lirio Black Out Local de plantio: Sol Profundidade: 10 cm Espaçamento/cm:..

R$ 8,90

Trevo de 4 Folhas - 600 Bulbos - OFERTATREVO DE QUATRO FOLHAS

Trevo de 4 Folhas Local de plantio: Sol Profundidade: 2 a 3 cm Espaçamento/cm: 5 x 5 Per..

R$ 170,00


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Gladiolo Púrpura - Palma - (Flora) - 6 Bulbos


Gladiolo Púrpura Local de plantio: Sol Profundidade: 7 a 10 cm Espaçamento/cm: 10 x 10 P..  8,90


Lirio Dazzle (LIRIO AMARELO) Local de plantio: Sol Profundidade: 10 cm Espaçamento/cm: 20 x..  R$ 8,90

Lírio Branco - 2 Bulbos






LIRIO BRANCO Lirio Casa Blanca Local de plantio: Sol Profundidade: 10 cm Espaçamento/cm:..

R$ 10,00



















Lírio Sortido - 20 Bulbos


















20 Bulbos Lírio Sortido Local de plantio: Sol Profundidade: 10 cm Espaçamento/cm: 20 x 20..

R$ 69,00

Agapanto Azul - BulboAgapanto Azul - Bulbo  -    Local de plantio: Sol Profundidade: Cobrir o broto Espaçamento/cm: 20 x 20 ..    R$ 8,90

Agapanto Branco - Bulbo

Agapanto Branco - Bulbo  -   Local de plantio: Sol Profundidade: Cobrir o broto Espaçamento/cm: 20 x 2..   -    R$ 8,90

Amarilis Olaf  Amarilis Olaf  -   A Amarílis (Hippeastrum hybridum), também conhecida como Amaryllis, Açucena ou Flor-da-Imperatriz, é..-   R$ 8,90

Amarílis Red Lion  (Tulipa Brasileira) - BulboAmarílis Red Lion (Tulipa Brasileira) - Bulbo  -  Local de plantio: Sol Profundidade: Até a borda Espaçamento/cm: 20 x 20..   R$ 8,90


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