quarta-feira, 10 de outubro de 2012

REPENSSANDO A INTELIGÊNCIA DE NOSSA GENTE

O conhecimento humano, através dos tempos, chegou até aos dias atuais por intermédio da tradição oral, dos escritos primitivos, dos alfarrábios, das lendas, das mitologias, das religiões, dos tratados, das cartas, das atas, das literaturas e dos compêndios, passando pelas diversas formas de impressão de textos até se chegar ao que é hoje é a moderna imprensa, no contexto da comunicação global, tecnológica, científica e informatizada. Contudo não se pode negar a importância, a beleza e o poder que residem, em todos os momentos da civilização, nas mensagens contidas nas parábolas, nos ditos populares, nos anexins, nos antigos provérbios e nos pensamentos deixados por grandes pensadores de nossa história universal. Até bem pouco tempo eram considerados sábios os mestres que ensinavam através de cartilhas, que transmitiam suas ideias usando dos recursos pedagógicos simples como a literatura infantil escrita por consagrados escritores nacionais e estrangeiros que se primavam pela fantasia, pela magia, pelo encantamento e pela poesia. A aprendizagem era produzida pela capacidade do professor em contextualizar os contos, valorizar as mensagens edificantes e levar o aluno a agir pelo sentimento de humanidade, de civismo, de religiosidade, de fraternidade, de patriotismo, de solidariedade, de justiça social e de bom comportamento comunitário, tudo de forma muito natural, sem necessidade de estudos aprofundados de sua razão maior de existir, como uma exigência, como uma condição ou uma imposição. 

“A sabedoria e a ignorância se transmitem como doenças; daí a necessidade de se saber escolher as companhias”. 

William Shakespeare



Diante de uma vitória, não pare!
Diante de uma derrota, não desanime!
Nem sempre uma vitória significa a glória...
Nem sempre uma derrota significa o fim.

Em Minas Novas, ainda em meu tempo de infância, pelas ruas da cidade era comum depararmos com “doidos de rua” que eram tidos como filósofos. Na verdade, eram eles oriundos de famílias falidas, antes abastadas,  e que, no meio de sua gente, no tempo das “vacas gordas” tiveram a oportunidade de conviver com pessoas cultas, com as quais aprenderam os ditos populares que reproduziam em determinados momentos em que eram eles abordados em suas perambulações de orates.

É bastante conhecida a afirmação de que “louco é um doido, não um bobo ou um imbecil”. Louco é aquele que perdeu o juízo e a capacidade de controlar sua razão, porém tem preservada a inteligência e a clareza de suas ideias. A palavra “louco” deriva do grego antigo “lokus” que significa “lógico”. Todo doido que se preza, portanto, nada tem de bobo e sim de lógico, de severo, de claro.

“A ignorância também é sabedoria”, não se justifica, porém, alegar-se a ignorância da lei para justificar um ato criminoso. Passar-se por louco, ou por bobo, sempre resultará “Uma emenda pior que o soneto” ou será “Como darem-se com os burros n’água”.


Com os antigos portugueses, gente sábia e andeja, muito aprendemos e conservamos ainda grandes exemplos de sua    imensa sabedoria:
"Caem os muros, levantam-se os monturos."











MINAS NOVAS: UM FENÔMENO DE MEDIOCRIDADE POLÍTICA

Diante dos últimos resultados eleitorais do município de Minas Novas, em que saíram consagrados os nomes de candidatos comprovadamente despreparados para a vida em sociedade, muito menos para a vida política e administrativa, torna-se preciso repensarmos sobre os destinos de nossa terra.

Comecemos pela análise de antigos conceitos que nunca deixaram de ser atuais e muito apropriados ao caso específico dessa triste realidade de nosso município. Um desses conceitos é o de que “cada povo deve ter o governo que merece”.

Entretanto, sem qualquer desejo de revanchismo, sem qualquer mágoa ou rancor, devemo-nos preparar para a continuidade de uma batalha pela moralização.

Não nos move a indignação pela desvantagem obtida nas urnas. Não considero como derrota o fato de  meu candidato não ter obtido uma votação mais expressiva nesse colégio eleitoral. Estou certo de que todos nós, da Coligação União para o Campo e Cidade,  coordenadores da campanha ou eleitores de FELIPE, todos nos empenhamos e lutamos com disposição, dignidade e lisura. 

Não procuramos, rogamos ou aceitamos, em momento algum, o apoio de corruptos. Não fizemos promessas enganosas. Não vendemos nossa honra e jamais nos permitimos o envolvimento com a vil compra de votos, mesmo com aqueles mais infelizes e ignorantes conterrâneos, viciados pela prática coronelista do passado e irredutíveis em suas convicções em preferir o recebimento de migalhas e pequenos benefícios pessoais imediatos, nessa deplorável, vergonhosa e criminosa venalidade, aos olhos do poder e com os olhos no poder.

Continuamos bem dispostos e com muita garra para enfrentarmos novos debates, embates e batalhas. Nosso compromisso é com a boa política, é com o desenvolvimento social e comunitário. 

Nosso desejo é o de que poderemos chegar à vitória, não ao gosto de conquistar o poder pela satisfação de vaidade, da ganância ou pelo desejo de enriquecimento pessoal, mas para  trazer o progresso e desenvolvimento para todo o Povo de Minas Novas, naquele momento em que de fato houver democracia, houver seriedade, houver justiça e, acima de tudo, houver dignidade, honestidade e bons propósitos nos corações e mentes de cidadãos que, nesse pleito, apresentaram-se como lideranças mas que não passam de “lobos vestidos de cordeiros”, de “ratos que desejam tirar a sardinha com as mãos de gatos”, de “vendilhões do templo” e de “Hobin Wood”, apesar de que, neste último caso, agiram e vão continuar agindo ao contrário do lendário vilão: ao invés de roubar do tesouro para distribuir com o povo, tirarão do erário público para satisfazerem sua usura e sua particular ilusão de riqueza e poder.

Que se previna o pobre e novo reizinho de rodeio e pagodes, um bocó manipulado por espertos -  maquiavélicos e/ou chalaças - que não serviria nem mesmo para exercer o cargo de “bobo da corte”.

A JUSTIÇA (MESMO A ELEITORAL!) TARDA, MAS NÃO FALHA...

QUEM RI POR ÚLTIMO, RI MELHOR...

PERDER OU VENCER


PERDER OU VENCER SÃO ACIDENTES DE PERCURSO NA ESTRADA DA VIDA DAQUELES QUE CONFIAM EM DEUS E QUE SEGUEM DE CABEÇA ERGUIDA, COM AS MÃOS LIMPAS, O CÉREBRO LIVRE DA ARROGÂNCIA E MALDADES, TENDO O CORAÇÃO CHEIO DE FÉ, DE AMIZADE, DE ESPERANÇAS E DE PERDÃO.

Nós vivemos em um mundo onde as vitórias acontecem, mas as derrotas também acontecem.
• Se um time de futebol ganha o outro perde. 
• Se no tribunal, um ganha o outro perde. E isso é recebido pelas pessoas, nas mais variadas formas. 
• Enquanto um fica alegre, o outro fica triste. Enquanto uma acha que foi abençoado outro pensa que foi amaldiçoado.
E na teologia da prosperidade, experimentar uma derrota é estar em pecado, longe de Deus, pois segundo o que ensina, o homem vitorioso nunca pode perder.
Verdadeiramente Cristo é vitoria sempre! Mas nós cristãos, como pecadores, somos às vezes colocados à prova durante esses desafios que se nos deparam no nosso cotidiano. Desta forma estamos sujeitos às forças contrárias, às intempéries, aos percalços, aos tropeços, às quedas e às  desonras, das quais poderemos nos livrar, superar  e, finalmente, vencê-las nas etapas que se sucedem pela estrada de nossa vida.                                                                      
As derrotas existem e nós não devemos fugir delas, porque elas fazem parte de nosso viver. O que se torna preciso, para que a própria vida seja constantemente renovada, é estarmos atentos e vigilantes. Não devemos nos deixar abater diante de uma eventual derrota, em momentos de dor, na ocasião de alguma perda, no contexto do nosso chamado em nossas vidas, porque temos uma missão a cumprir e as vitórias daqueles quem têm o chamado em Cristo, fazem parte do cotidiano, e  cada um terá um resultado final segundo seus merecimentos. Deus age em nossas vidas de maneiras diferentes. O que, agora, neste exato momento se nos  apresenta de uma forma diferente daquela que desejamos merecer, revelar-se como a mais adequada para produzir os desígnios de Deus. A Providência Divina nunca falha e somente Deus é capaz de produzir a verdadeira misericórdia, pois dele é a VERDADE E A JUSTIÇA.            
Nós sabemos que uma pessoa não vive somente de vitórias. As vitórias e as derrotas, assim como a pobreza e a riqueza, são acidentes de percurso em nossa trajetória e se fazem presentes em nossa vida através das nossas atitudes, a nos recordar sempre da nossa própria condição de seres imperfeitos, perante o Deus nosso Criador.
O que precisamos é aprender, nesse momento, é olhar para a derrota sem derrotismo e usufruir da vitória sem arrogância, porque tanto a derrota como a vitória estão presentes em nossa vida, e que tudo dependerá das nossas corretas  atitudes e bons propósitos.

Nm 13 : 25 - 33.

25 Ao cabo de quarenta dias, voltaram de espiar a terra, 26 caminharam e vieram a Moisés, e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã, a Cades; deram-lhes conta, a eles e a toda a congregação, e mostraram-lhes o fruto da terra. 27 Relataram a Moisés e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e, verdadeiramente, mana leite e mel; este é o fruto dela. 28 O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades, mui grandes e fortificadas; também vimos ali os filhos de Anaque. 29 Os amalequitas habitam na terra do Neguebe; os heteus, os jebuseus e os amorreus habitam na montanha; os cananeus habitam ao pé do mar e pela ribeira do Jordão. 30 Então, Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela. 31 Porém os homens que com ele tinham subido disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. 32 E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. 33 Também vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos.
Então, no texto lido, vemos duas realidades:
A 1ª realidade foi de uma atitude positiva:
27 Relataram a Moisés e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e, verdadeiramente, mana leite e mel; este é o fruto dela.
Ou seja, a terra é muito boa! A terra é Excelente! Essa foi a noticia que trouxeram ao povo.
E a 2ª realidade, foi de uma atitude negativa:
28 O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades, mui grandes e fortificadas; também vimos ali os filhos de Anaque. 29 Os amalequitas habitam na terra do Neguebe; os heteus, os jebuseus e os amorreus habitam na montanha; os cananeus habitam ao pé do mar e pela ribeira do Jordão.
O que fez com que eles ficassem impressionados, e foi onde a visão carnal prevaleceu, foi quando eles disseram que o povo que nela habita era monstruoso! Que era um povo formado de gigantes.
Então, o que podemos ver é que existia uma sensação de vitória, porque a terra é boa; mas logo veio a sensação de derrota, de que não iria dar certo, porque havia um povo poderoso lá.
Veremos neste texto, que os 10 espias, foram habitados por um espírito de derrota.
A atitude dos 10 espias não foi concentrada na visão divina de ter fé e crer em uma possível vitória, mas foi concentrada em uma visão carnal e negativa, porque já tinham absorvido a derrota como coisa concreta em seu espírito.      
Eles tinham confessado a derrota, antes de serem derrotados!                                                                           
Precisamos estar vigilantes, e não absorver as sugestões de satanás.
O versículo 31 nos diz assim:
31 Porém os homens que com ele tinham subido disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós.
Como é triste ver alguém confessando sua incapacidade, antes de ir à luta!                                         
• Não posso. 
• Não vou conseguir.
 
• Não vai dar certo.
• Não sou forte como eles….isso é confessar a derrota antes de enfrentar o inimigo.
       
 
Todas as pessoas que não têm uma visão divina correta, só veem as coisas colocando defeitos, porque têm uma visão de derrotado.                                                                         
Veremos os 3 tipos de visão incorretas e que desonram a Deus:
Na 1ª delas, eles ressaltaram os defeitos e os problemas ao invés das coisas boas. Veja o versículo 32.
32 E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.                      
Na 2ª eles aumentaram as dificuldades. Veja o versículo 33.
33 Também vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos.
Amados, eles sequer haviam sido vistos pelos Anaquitas!
Na 3ª, tudo isso teve uma conseqüência:
O povo se revoltou contra Moisés, foi tomado pelo pessimismo, desânimo e incredulidade.
Foram também, devido às suas atitudes, terrivelmente castigados…veio perturbação na mente deles.
Em Nm 14:1 – 2, a palavra do Senhor nos diz assim:
1 Levantou-se, pois, toda a congregação e gritou em voz alta; e o povo chorou aquela noite. 2 Todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão; e toda a congregação lhes disse: Tomara tivéssemos morrido na terra do Egito ou mesmo neste deserto!
Todo tipo de atitude incorreta contra as ordenanças de Deus, contra os princípios da palavra, nos trazem de volta a mente de cativeiro. Ou seja, todos desanimaram, por causa de 10 infelizes espias.
Se você Líder, fez alguém perecer, com atitudes incorretas suas, de desonra, de desânimo, de pessimismo ou de incredulidade, corra e restaure essas pessoas, porque esses 10 espias, sequer Deus falou a respeito deles depois disso. 
Quem tem esse tipo de atitude, desonra a Deus!
Todos os que desonram e que não acreditam no chamado, perecem e são esquecidos.
Porque uma pessoa pessimista, que não quer lutar, e que é derrotada em suas emoções, tem um poder diabólico de influência que consegue levar uma multidão à derrota, consegue levar uma multidão a murmuração e ao desespero.
Mas graças a Deus que o que habita em nós, é a atitude de humildade e de vitória.
A atitude de Josué e Calebe foi otimista, foi a de ter vitória.
Josué e Calebe acreditaram nas promessas de Deus. E baseados nestas promessas, Josué e Calebe, viram as possibilidades de conquistar a terra de Canaã.
E como nós acreditamos nas promessas, e vimos a possibilidade, através desse modelo que Jesus nos deixou M12, de conquistar tudo ao nosso derredor, com humildade e com a atitude de um vitorioso, buscando assim uma mudança interior em nossa vida.
Como?
1° Tendo afirmação positiva de fé, de quem crê nas promessas.
Vemos em  Nm 14: 7, como Josué e Calebe tinham essa convicção do Deus que eles serviam:
7 e falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra muitíssimo boa.
Ou seja, a terra que Deus nos deu para possuir é essa, e nós temos que ter uma visão otimista, como Josué e calebe tiveram naquela época.
Josué e Calebe creram na vitória e tentaram convencer a multidão de que a terra era boa.
2ª coisa, que é essencial, é crer nas promessas de Deus.                                                                               
Em Nm 14: 8 Josué e Calebe mostraram essa fé.
8 Se o Senhor se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel.  Aquele povo não entrou na terra porque não creu.
O que podemos observar também é que a fé dos dois não minimizou as dificuldades, mas colocou a questão da vitória sob a vontade de Deus.
O que eles disseram? “Se o Senhor quiser”. E o Senhor queria.
Mas o negativismo levou o povo a peregrinar pelo deserto durante 40 anos.
A desonra para Deus foi tanta desse povo, que toda aquela geração incrédula ficou peregrinando pelo deserto até que todos morressem.
Vejamos o que esse texto quer nos ensinar:
O 1° ensinamento é que a derrota pode ser fruto de uma atitude negativa e incrédula.
11 Disse o Senhor a Moisés: Até quando me provocará este povo e até quando não crerá em mim, a despeito de todos os sinais que fiz no meio dele? 
 
O 2° ensinamento é que a derrota também é fruto da desobediência.
23 nenhum deles verá a terra que, com juramento, prometi a seus pais, sim, nenhum daqueles que me desprezaram a verá. 24 Porém o meu servo Calebe, visto que nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o farei entrar a terra que espiou, e a sua descendência a possuirá.
E o 3° e último ensinamento é que podemos nos tornar vítimas, de nossas palavras e visão.
27 Até quando sofrerei esta má congregação que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações que os filhos de Israel proferem contra mim.
28 Dize-lhes: Por minha vida, diz o Senhor, que, como falastes aos meus ouvidos, assim farei a vós outros. 29 Neste deserto, cairá o vosso cadáver, como também todos os que de vós foram contados segundo o censo, de vinte anos para cima, os que dentre vós contra mim murmurastes;
Precisamos andar em uma só visão, em um só sentimento e em um só espírito para conquistarmos.
Precisamos acreditar nas promessas de Deus para as nossas vidas, e seguir em frente na certeza de que tudo é vitória em nossas vidas.
Não se deixe ser derrotado por aquele que quer frustrar o chamado de Deus em sua vida, porque maior é o que está em você do que o que está no mundo.
O bem jamais será derrotado pelo mal.
"Sua jornada moldou você para seu bem maior, e foi exatamente o que precisava ser. Não pense que você perdeu tempo. Não existem atalhos para a vida. Foi necessária cada e toda situação que você encontrou para trazê-lo para o agora. E agora é o momento certo."
( Asha Tyson ) 

A vitória é o resultado final de um acalantado projeto, numa grande caminhada que dura muito tempo, na qual haverá batalhas, tropeços, quedas, tristezas, derrotas, acordos, acertos, muita luta, alegrias e, acima de tudo, o desejo de todos em andarem unidos pelo bem comum, sempre sob a proteção de um Deus que é todo poderoso e o único dono do nosso destino.
VENCEM OS QUE CREEM E QUE SEGUEM NA JUSTIÇA;
VENCEM OS QUE LUTAM COM HONESTIDADE;

VENCEM OS QUE SE PERSEVERAM NO ESPÍRITO SANTO DE DEUS!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

FELIPE MOTA

FELIPE MOTA, meu irmão, é candidato a prefeito em nossa querida terra natal MINAS NOVAS e seu número é o 43.

FELIPE MOTA, meu primo, também é candidato em Belo Horizonte, ao cargo de vereador e seu número é 40.000.


Confiante em nossa amizade e animado no carinho que temos pelo nosso município de Minas Novas, pedindo que dê o seu valioso apoio a ambas as candidaturas, de vez que a vitória desses dois políticos significará o fortalecimento das lideranças que de fato se empenham pelo progresso, pelo desenvolvimento e pelo futuro grandioso que todos desejamos para nossos jovens.

Eleição é tempo de se colocar no poder aqueles em que podemos confiar, pois do contrário corremos o risco de sermos governados por políticos carreiristas e desvinculados de nossos justos interesses.

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

ELEIÇÕES EM MINAS NOVAS

Texto enviado por Carlos Mota

Conterrâneos,

Que me perdoem os que pensam que é o destino que define o que somos. Não é! Somos o que somos única e exclusivamente por conta de nossas escolhas, pois afinal, dotados da liberdade de decidir (o livre-arbítrio), tudo nos acontece ou deixa de acontecer só por que consentimos ou omitimos, exceto quanto aos eventos de nascer e morrer.

Se somos assim, os povoados, os distritos, os bairros, as cidades e os países enfim, como conjuntos de nós mesmos, também são do mesmo jeito. São ricos ou pobres, seguros ou inseguros, cultos ou ignorantes, tudo por conta da ação ou da omissão dos que neles vivem. Há países pobres, mas dotados de todas as riquezas naturais, enquanto outros, cobertos por desertos, geleiras e indigentes em recursos naturais, são capazes de garantir o bem-estar de seus habitantes.

Nos regimes democráticos é o voto que define o destino dos indivíduos e da própria coletividade. Se dado de maneira livre e consciente, ele tende a render bons frutos. Ao contrário, ele gera tudo o que temos de ruim, a começar pela corrupção – em muito alimentada pela compra de votos!

Minas Novas, a exemplo da maioria dos municípios brasileiros, é vítima histórica de surtos de irresponsabilidade cívica de seus habitantes! Há, obviamente, os que "gostam" dela assim mesmo, pois com o atraso e com a ignorância é que eles enchem os seus bolsos.

Mas, há aqueles- os que de fato gostam de Minas Novas- que não se conformam com o nosso crônico atraso. Tomara que eles sejam maioria no próximo dia 7 de outubro, ou o nosso sonho de uma Minas Novas bem melhor será mais uma vez adiado!

Três são os candidatos que se apresentam, cada qual com sua história de vida. Avalie, portanto, a história de cada um, sobretudo pelo que cada um já fez pela coletividade, não necessariamente para si ou para os seus. Verifique se eles são capazes de separar o público do privado. Observe as suas boas ou más companhias. Ponha de lado as coisas do coração e haja com a razão, pois é por isso que o voto é secreto, para que você não tenha que dar o seu valioso e sagrado voto em troca de parentesco, amizade ou até mesmo favores porventura obtidos no passado.

Se não for por você, faça isso para as gerações futuras e elas não terão vergonha de nós, como costumamos ter de nossos antepassados, os quais não souberam se valer de seus votos e, por conta disso, não conseguiram nos legar uma cidade melhor!

FALECIMENTO DE FERNANDO DE JOÃO BENEDITO (MINAS NOVAS)

 

"Deus seja Louvado"

 

Apesar desse calor imenso, desta tarde seca e cinzenta, estamos chegando ao fim de uma triste estação. Os ipês vestidos de ouro, espalhados lá nos morros de vegetação ressequida que ainda não foi substituída pelo fedorento eucalipto, anunciam para breve a chegada da Primavera.  No céu não se vê qualquer sinal de chuva e as águas minguadas dos rios, definhando-se cada vez mais, choram melancolicamente por entre as pedras roliças e escuras, sem saber se chegarão até ao mar.


Nossos olhos, também ressequidos pela aridez atmosférica desse final de inverno, repentinamente se umedecem e insistem em chorar. O Sol, majestoso e abrasador, quase que ao meio-dia desta data,  coloca-se a prumo para reverenciar, com muita luz, o momento final de um grande minasnovense que, justamente nesta sua hora derradeira, vence com garra, muita fé e conquistas, a sua jornada de grande homem fanadeiro: DEUS, do alto de sua misericórdia, bondade e sabedoria  chamou para si a figura ilustre do seu filho querido chamado FERNANDO DE JOÃO BENEDITO.


Sabemos todos da grande falta que "seu" Fernando vai fazer no meio de nós, mas o que nos resta agora é apenas louvar a sabedoria do Criador que nos permitiu, durante um bom tempo, conviver com essa benfazeja e santificada criatura, uma obra divina que deixa os melhores exemplos de vida que pode ser comparada com os mais ricos tesouros no meio de grandes heranças deixadas pelos mais afortunados homens da terra.


FERNANDO FERNANDES DOS SANTOS foi sempre um homem simples no meio do povo, um trabalhador honesto e solidário que todos - ricos e pobres -, amaram e admiraram como líder e como irmão. Foi ele uma pessoa alegre, um cristão fervoroso e participativo, uma alma caridosa ao extremo, um cidadão carismático, um amigo fiel, um companheiro leal e, acima de tudo, o melhor e mais perfeito pai de família, do qual todos os que tiveram a ventura de o conhecer e com ele conviver,  jamais se envergonhariam de tomá-lo como paradigma.

Na sabedoria de sua humildade foi um batalhador incansável na luta diária para o bem daqueles com quem dividia o convívio social e comunitário. Foi um bravo lutador das causas sociais, na sua militância política e no desempenho de atribuições que lhe foram reservadas nas instituições que contaram com sua participação e serviços.


Exerceu por diversas vezes o mandato de  vereador pelo município de Minas Novas, quando esse cargo eletivo não era remunerado, contudo fazendo-o com louvor, dignificando e honrando o seu compromisso com o denodo invejável dos verdadeiros e mais respeitáveis políticos. Desde muito jovem se revelou uma pessoa destinada a desafiar novas conquistas e no seu espírito de lutas e de empreendedorismo, como pioneiro e  grande desportista, na sua juventude foi incentivador, entusiasta e um dos melhores goleiros do futebol regional, foi um dos pioneiros e fundadores da comunidade de Cangorras (hoje o progressista município de José Gonçalves de Minas), depois, também como pioneiro, foi vereador e presidente da câmara de Berilo e primeiro vice-prefeito eleito daquele vizinho município, quando de sua emancipação.


Portanto, esse grande homem terá sua memória gravada nos corações de todos que muito o admiramos e amamos. Sua obra, entretanto, está eternamente preservada na nossa história pela multiplicação dos benefícios por ele praticados  por onde andou, espalhando a beleza de sua bondade e de seus exemplos, assim como as flores do ipê que caem de seus galhos para alimentar dadivosamente os animais famintos e sedendos que perambulam e sobrevivem nos nossos áridos campos, chapadas e caatingas, sobretudo para encher-nos  de esperanças, lembrando-nos de que muito em breve chegará a Primavera e que esse momento atual, apesar da tristeza dessa sua partida, é tempo de  elevarmos  até ao Criador os nossos agradecimentos pela sua vida terrena e para hipotecar-lhe a nossa fé de que em breve haveremos de conhecer novos tempos para essa região, quando as chuvas haverão de abençoar novamente esta Minas Novas  que tanto  amou, dignificou  e defendeu.

 

Pedimos à Divina  Padroeira, NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO, que se interceda junto de JESUS pela sua eterna Salvação e que derrame de bênçãos, fé, consolo e  de muita proteção a todos os seus familiares com os quais dividimos nossos sentimentos.


Esta é a homenagem respeitosa que fazem os seus companheiros e amigos da coligação

'UNIÃO PARA  O CAMPO E CIDADE".


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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

CAMPANHA ELEITORAL DE BANDOLEIROS

DESRESPEITAR O ADVERSÁRIO É ATO DE QUEM NÃO SABE O QUE É DEMOCRACIA
Fatos lamentáveis como os que têm ocorrido em Minas Novas, praticados por arruaceiros e gente da pior espécie, devem ser vistos como atitudes desesperadas de quem não conforma com as boas propostas e com a seriedade do candidato que atacam. 

Os ataques, em si, já demonstram a má educação, a falta de civilidade e a tendência desses agressores que, ao agirem de acordo com os interesses daqueles que estão lhes pagando para assim agir, revelam-se cães raivosos, estumados, atiçados pela cólera da ignorância. 

E os mandantes, esses também demonstram a mais completa ignorância de civismo e de falta de visão política,  confirmando de forma clara e inequívoca a fraqueza de seus projetos, confessando alto e em bom som, o  despreparo para o convívio em sociedade organizada, a falta de traquejo social, o desprezo pela cidadania e o intolerável desacato aos ditames da LEI.

São todos bandoleiros, tanto os agressores como os mandantes, pois estes simplesmente tentam transferir para seus incautos e servis apaniguados o peso da própria covardia e irresponsabilidade.
Contudo, vale lembrar que não se pode esperar que bons frutos sejam produzidos em péssimas árvores. 

É a Palavra de Deus que nos adverte: Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis" (Mt 7.15-20).

Essas árvores do mau, que só produzem discórdia e arruaças, certamente só servem pra queimar e para  virar cinzas na fogueira da Verdade e da Justiça.

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LIVROS RECOMENDADOS

  • ANÁLISES DE CONJUNTURA: Globalização e o Segundo Governo FHC - (José Eustáquio Diniz Alves /Fábio Faversani)
  • ARTE SACRA - BERÇO DA ARTE BRASILEIRA (EDUARDO ETZEL)
  • AS FORÇAS MORAIS - (José Ingenieros)
  • CONTOS - (Voltaire)
  • DICIONÁRIO DE FANADÊS - Carlos Mota
  • DOM QUIXOTE DE LA MANCHA - (Cervantes)
  • ESPLÊNDIDOS FRUTOS DE UMA BANDEIRA VENTUROSA - (Demósthenes César Jr./ Waldemar Cesar Santos)
  • EU E MARILYN MONROE & O OUTRO- CARLOS MOTA
  • FRAGMETOS - (Glac Coura)
  • HISTÓRIAS DA TERRA MINEIRA - (Prof. Carlos Góes)
  • http://www.strategosaristides.com/2010/12/cronicas-do-mato.html
  • IDAS E VINDAS - (Rosarinha Coelho)
  • MOSÁICO - (Glac Coura)
  • O CAMINHANTE - (José Transfiguração Figueirêdo)
  • O DIA EM QUE O CAPETA DESCEU NA CIDADE DE MINAS NOVAS - (João Grilo do Meio do Fanado)
  • O MITO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - (Celso Furtado)
  • O NOME DA ROSA - (Umberto Eco)
  • O PRÍNCIPE - (Maquiavel)
  • O SEGREDO É SER FELIZ - ROBERTO SHINYASHIKI

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