segunda-feira, 22 de julho de 2013

MENSAGEM DE ZÉ HENRIQUE MOTA BARBOSA


No silêncio daquele abraço...
um encontro maternal
uma honrosa existência
fortaleza de devoção e fé !
No silêncio daquele abraço...
a certeza da missão cumprida
e um portal de luz se abriu
e o Rosário de Maria resplandeceu!
Um alegre anjo Querubim anunciou:
"O CÉU ESTÁ EM FESTA!!!"

terça-feira, 16 de julho de 2013

Afif Domingos, agora ministro de Dilma, deveria ter a decência de renunciar ao cargo de vice-governador de São Paulo, para o qual foi eleito como oposicionista

Afif com Alckmin: o vice deveria ter renunciado em março de 2011, quando saiu do partido de oposição para o qual foi eleito e ingressou no governista PSD (Foto: Juan Guerra / AE)

Certas coisas só acontecem no Brasil: é absolutamente espantoso, perto do inacreditável, em qualquer país normal, que o vice-governador do Estado mais rico e importante, São Paulo, eleito por um partido de oposição, permaneça no posto depois de bandear-se para um partido governista e, depois, se torne MINISTRO do governo ao qual originalmente se opunha — sem abandonar o cargo.

É o que está acontecendo com o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos. Graças a uma aliança do PSDB com o DEM que seguiu os passos do então presidente Fernando Henrique e remonta aos tempos do governador Mario Covas (1995-2001), Afif foi eleito na chapa do governador tucano Geraldo Alckmin nas eleições de 2010.

Mas, em março de 2011, com a oportunista fundação do PSD pelo então prefeito (também ex-DEM) paulistano Gilberto Kassab — um partido que o prefeito definiu como não sendo “nem de direita, nem de esquerda, nem de centro”, mas cujo óbvio e declarado propósito era o de apoiar o governo lulopetista –, Afif, para surpresa de muitos, aderiu à nova legenda.

Criou-se um brutal constrangimento no Palácio dos Bandeirantes, onde Alckmin tem um outrora aliado hoje jogando no outro time. A isso se acrescentou a kafkiana situação de Afif, agora, aceitar ser ministro da Micro e Pequena Empresa a convite da presidente Dilma — sem, contudo, deixar de ser o vice de um governador eleito pela oposição.

Um mínimo de correção e ética por parte de Afif deveria levá-lo à renúncia ao cargo. A rigor, lá atrás, quando deixou o DEM. Muito mais agora, quando acumula um posto no Palácio dos Bandeirantes com um cargo de ministro.

Afif é um caso curioso de desperdício na política. Empresário de grande sucesso, entrou na política pelas pouco recomendáveis mãos do malufismo, mas logo criou espaço próprio com uma agenda moderna dentro do hoje extinto PL: a favor do capitalismo como agente criador de riquezas, contra o excesso de Estado, contra o excesso de impostos, pela livre iniciativa, pelas privatizações, a favor dos investimentos estrangeiros, pela democracia liberal etc etc.

Sendo desconhecido em nível nacional, teve competência para sair-se airosamente da renhida, duríssima eleição presidencial de 1989, quando, entre 22 candidatos, seu 6º lugar significou situar-se à frente de figuras nacionais como o deputado Ulysses Guimarães, do PMDB, e o ex-vice-presidente Aureliano Chaves, do então PFL.
Foi um dos deputados mais votados do Brasil à Constituinte, em 1986, com mais de meio milhão de votos, e em 2006, com mais de 8 milhões de votos, esteve a milímetros de derrotar o eterno Eduardo Suplicy, do PT, na disputa pela vaga de São Paulo naquele ano pelo Senado.

Como presidente da Associação Comercial de São Paulo, criou o Impostômetro, espécie de placar eletrônico afixado na sede da entidade que mede o total do dinheiro que o governo arrancou da sociedade, segundo a segundo.

Afif, por sua trajetória na livre iniciativa e na política, por sua pregação de décadas em favor de ideias que são o oposto do que defende e faz o lulopetismo, tinha tudo para encabeçar um partido de “direita moderna”, liberal e democrático, que preencheria uma grande lacuna no arco partidário do país.

Preferiu a mixaria de lançar suas ideias pela janela e ser ministro do medíocre governo Dilma — um ministro a mais, num mar de 38 outros, a maioria ilustres desconhecidos, que podem ser demitidos até por telefone, ou se a presidente acordar de mau humor.

Arremessou pela mesma janela uma eleição praticamente certa para o Senado em 2014 se tivesse se mantido na aliança PSDB-DEM.
Demonstrando excepcional cinismo, o vice-governador se declara agora, sendo ministro, como alguém que fará “um trabalho de cooperação” entre o governo de São Paulo e o governo federal.

O que será isso? Ele, como o vice-governador Afif Domingos, manterá reuniões com o ministro Afif Domingos para incrementar a micro e pequena empresas paulistas, por exemplo?

Fazer um “trabalho de cooperação” é algo que Alckmin, que afinal de contas é o governador, já pratica desde o começo de sua gestão, mantendo o que diz serem “excelentes relações administrativas” com o governo da presidente Dilma.

O que Afif deveria, mesmo, é ter a decência (vergonha na cara) de renunciar ao cargo de vice-governador. Mas esperar isso é, com certeza, esperar demais.

Ministérios descartáveis, segundo a revista VEJA


MINISTÉRIOS DESCARTÁVEIS

AS LISTAS DA REVISTA VEJA

Informação, curiosidade e diversão que enriquecem a notícia
15 ministérios que não fariam falta.
1. Pesca

Ministro Marcelo Crivella
Gastos previstos para 2013
Custeio: 300 520 231 reais
Total: 635 748 337 reais
Por que pode ser extinto: É muito provável que todos os outros países do mundo estejam certos: não faz sentido algum ter um ministério para dedicar-se exclusivamente ao tema.

2. Assuntos Estratégicos

O ministro Marcelo Néri
Gastos previstos para 2013
Custeio: 25 771 318 reais
Total: 26 546 318 reais

Por que pode ser extinto: Na prática, nunca exerceu a função a que se propunha - de pensar ações estratégicas para o país a longo prazo.

A presidente Dilma Rousseff simplesmente ignora a opinião do ministro Marcelo Néri - que, aliás, ocupa o cargo interinamente há quatro meses, desde que Moreira Franco deixou o posto.

 3. Turismo

Gastão Vieira, ministro do Turismo

Gastos previstos para 2013
Custeio: 505 418 765 reais
Total: 3 460 464 231 reais

Por que pode ser extinto: O ministério tem ocupado o noticiário apenas por causa de sucessivos escândalos de corrupção. A promoção do turismo no país pode ser feita pela Embratur, que, por 37 anos, funcionou sob o guarda-chuva do ministério do Esporte e Turismo. Em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva resolveu desmembrá-lo.

4. Políticas para as Mulheres


Ministra Eleonora Menicucci
Gastos previstos para 2013
Custeio: 122 455 957 reais
Total: 193 299 917 reais

Por que pode ser extinto: Quando não está pedindo a suspensão de comerciais na TV e tentando interferir no roteiro de novelas da Globo, a secretaria desaparece. A elaboração de políticas públicas para as mulheres não depende de um ministério específico.

 


5. Promoção da Igualdade Racial


Ministra Luiza Bairros
Gastos previstos para 2013
Custeio:  85 730 950 reais
Total: 97 535 950 reais

Por que pode ser extinto:  O caso é semelhante ao da Secretaria de Políticas para Mulheres. O combate ao preconceito, sem ceder aos interesses de grupos radicais, não deve ser tema de um ministério específico, como se as outras áreas do governo não precisassem se preocupar com o tema.

 
6. Comunicação Social



Helena Chegas, ministra da Secretaria de Comunicação Social

Gastos previstos para 2013
Custeio: 175 511 333 reais
Total: 175 511 333 reais

Por que pode ser extinto: O órgão apenas divulga as atividades da presidente e distribui verbas de publicidade. Não há razão para ser comandado por um ministro de estado.

 
7. Gabinete de Segurança Institucional



Ministro José Elito Siqueira
Gastos previstos para 2013
Custeio: 10 600 164,61 reais
Total: 11 110 475,59 reais

Por que pode ser extinto: sucessora da antiga Casa Militar, resquício da ditadura, a pasta não precisa ter status de ministério.

 8. Desenvolvimento Agrário

Ministro Pepe Vargas
Gastos previstos para 2013
Custeio: 3 576 855 808 reais
Total:10 594 948 297 reais

Por que pode ser extinto: Poderia ser absorvido pelo Ministério da Agricultura. Criado no governo Fernando Henrique, o ministério dedica-se exclusivamente à reforma agrária – como se o tema não tivesse relação com a produção rural. Essa separação, que impede a elaboração de políticas públicas mais amplas para o setor, é um dos fatores que prejudicam a vida do produtor rural no país.



 9. Aviação Civil



Ministro Moreira Franco
Gastos previstos para 2013
Custeio: 33 841 333 reais
Total: 36 459 388 reais
 
Por que pode ser extinto: Pode ser plenamente incorporado ao Ministério dos Transportes - o que pouparia recursos e aumentaria a eficiência da administração pública sobre o tema. É bom lembrar que já existe uma Agência Nacional de Aviação Civil e um órgão para gerir aeroportos, a Infraero.

10.  Portos


Ministro da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino
Gastos previstos para 2013
Custeio: 176 562 950 reais
Total: 1 325 789 399 reais
 
Por que pode ser extinto: A pasta deveria ser incorporada ao Ministério dos Transportes, que tem a função de pensar a política para o setor de forma integrada. 
 
11. Cidades


Ministro Aguinaldo Ribeiro
Gastos previstos para 2013
Custeio: 5 028 536 686 reais
Total 24 280 972 404 reais

Por que pode ser extinto: Criada pelo governo Lula sob o pretexto de melhorar os recursos para a habitação, o saneamento e os transportes, a pasta tem atribuições que se chocam com as de outros ministérios.


 
12. Cultura


Marta Suplicy, ministra da Cultura
Gastos previstos para 2013
Custeio: 1 635 586 232 reais
Total autorizado: 3 903 948 065 reais
 
Por que pode ser extinto: Pode ser incorporado ao Ministério da Educação, da qual fazia parte até 1985, quando José Sarney resolveu desmembrar as pastas.


13. Relações Institucionais



Ideli Salvatti, ministra
Gastos previstos para 2013
Custeio: 2 357 720 reais
Total: 2 357 720 reais

Por que pode ser extinto: Os tropeços na gestão de Dilma Rousseff apenas comprovam que a designação de um ministro específico para lidar com o Congresso pode ser recebido pelos parlamentares como um sinal de desprezo do governo.


14.  Integração Nacional



Ministro Fernando Bezerra Coelho
Gastos previstos para 2013:
Custeio: 3 870 763 939 reais
Total: 26 951 137 805 reais
 
Por que pode ser extinto: Em vez de centralizar o dinheiro da federação para depois distribuí-lo aos estados conforme os critério de Brasília, o governo deveria aumentar a autonomia dos estados para gerir seus próprios recursos - e apoiá-los, quando necessário, por meio dos ministérios específicos de cada área.


 
15. Direitos Humanos

Maria do Rosário, ministra de Direitos Humanos

Gastos previstos para 2013
Custeio: 207 461 934 reais
Total: 324 028 997 reais

Por que pode ser extinto: criado sob uma bandeira nobre, tem servido apenas para gerar ideias absurdas, como a de criar cotas para professores gays nas escolas, ou ressoar declarações descabidas do ministro da vez – no caso, a petista radical Maria do Rosário.

Suas funções atropelam as atribuições do Ministério da Justiça.

A existência e a manutenção desses 15 ministérios, NUM UNIVERSO DE 40, não se justifica dentro de um governo democrático e orientado pelos princípios republicanos da moralidade, da transparência, da economia e do respeito ao contribuinte brasileiro, diante do desperdício dos recursos que são arrecadados através de uma carga tributária que é a mais absurda em relação aos demais países do mundo moderno. 
Esses ministérios, onde a gastança é incontrolável, não passam de vergonhosos cabides de empregos privilegiados para acomodar os nepotes, afilhados, companheiros de partido e os políticos corruptos que precisam ser mantidos sob a observação e o controle, para garantir a estrutura de poder político.

Acorda, DILMA, enquanto há tempo...


Como se não bastasse os 15 ministérios citados, surge mais um, criado depois de publicada a reportagem:
A Secretaria da Micro e Pequena Empresa, com status de MINISTÉRIO, foi criada para acomodar o vice-governador de São Paulo, AFIF DOMINGOS.
Afif Domingos é exonerado como ministro para assumir governo de SP.
Segundo interlocutores do vice-governador, a exoneração será 'temporária' e ocorrerá apenas durante viagem de Alckmin ao exterior

Afif Domingos acumulava cargos de ministro e vice-governador de São Paulo Foto: Eliana Rodrigues / Divulgação
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O Diário Oficial da União publicou nesta sexta-feira, em edição extra, decreto da presidente Dilma Rousseff que exonera Guilherme Afif Domingos (PSD) do cargo de ministro chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa. A exoneração ocorre a pedido do próprio Afif Domingos, que acumula a função ao cargo de vice-governador de São Paulo e deve assumir o Palácio dos Bandeirantes interinamente de domingo a quarta-feira, durante viagem de Geraldo Alckmin (PSDB) ao exterior.

Durante o período, Alckmin deve viajar a Paris para apresentar a candidatura de São Paulo como sede da Expo 2020. De acordo com integrantes da equipe de Afif em Brasília ouvidos por Terra Magazine, a exoneração é apenas "temporária": um novo decreto deve ser publicado na quarta ou quinta-feira devolvendo Afif ao posto de ministro.

Afif Domingos chegou à capital paulista na manhã desta sexta-feira e disse a aliados que está pronto para assumir o governo interinamente. Interlocutores de Afif dizem que o vice-governador "tem certeza" que Alckmin irá a França por três dias, mesmo sem o comunicado oficial do Palácio dos Bandeirantes que, até o início da tarde desta sexta-feira, não havia chegado.
Saiba Mais
"Temos consciência de que Alckmin irá viajar no domingo. Fomos informados extraoficialmente e, por isso, Afif foi a São Paulo e está a postos para assumir o cargo interinamente", afirmou um dos assessores do ministro.
O chefe da Casa Civil do Estado, Edson Aparecido, porém, diz que Alckmin "deve comunicar primeiro a Assembleia Legislativa" sobre sua viagem e que isso "pode também ser feito de maneira retroativa, se for o caso". Aparecido afirmou ainda que o Palácio dos Bandeirantes não sabia da chegada de Afif à capital paulista.

Alckmin e Afif têm se afastado desde a criação do PSD, do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. Articulações políticas nos últimos meses fizeram com que o partido ganhasse um ministério no governo Dilma, com Afif no comando, o que causou mal-estar no Bandeirantes.

Dupla função
 
O acúmulo de cargos de Afif tem sido alvo de discussão. O vice-governador e também ministro conta com um parecer favorável à dupla jornada da Advocacia-Geral da União (AGU).

No entanto, nesta sexta-feira o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Marcos Elias Rosa, manifestou-se pela "inadmissibilidade" da acumulação de cargos de Afif. Além disso, Rosa mandou expedir ofício para a Assembleia Legislativa para que tome providências para afastar Afif do cargo de vice-governador.

A Comissão de Ética da Presidência ainda analisa a situação de Afif, enquanto três dos cinco integrantes da Comissão de Ética de São Paulo votaram pela "inconveniência e impossibilidade" do acúmulo de cargos.





segunda-feira, 15 de julho de 2013

Gaúcho arrependido e o PT.




Um gaúcho entra na delegacia de polícia em Uruguaiana e dirige-se ao delegado:

- Vim me entregar, cometi um crime e desde então não consigo viver em paz...

 -
Tchê, disse-lhe o delegado, as leis aqui são muito brabas e são rigorosamente cumpridas e se tu és mesmo culpado não terá apelação nem dor de consciência que te livre da cadeia, mas fala...

- Atropelei um petista na estrada BR-472, perto de Itaqui.

 - Ora xirú, como tu podes te culpar se estes petistas atravessam as ruas e as estradas a todo tempo?

 - Mas o vivente estava no acostamento...

 - Se estava no acostamento é porque queria atravessar; se não fosse tu, seria outro qualquer.

 - Mas não tive nem a hombridade de avisar à família daquele coitado... sou mesmo um porqueira!

- Bueno, se tu tivesse avisado haveria manifestação, repúdio popular,  passeata, repressão, pancadaria e morreria muito mais gente. Acho o senhor um pacifista, merece uma estátua.


- Mas senhor delegado, eu enterrei o coitado ali mesmo, na beira da estrada.

 
- Tá provado, tu és um grande humanista... enterrar um petista... és um benfeitor. Outro qualquer o abandonaria ali mesmo para ser comido por urubus e outros animais, provavelmente até hienas.

- Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava: estou vivo, estou vivo!

- Garanto-lhe que era mentira dele. Esses petistas mentem o tempo todo. > Você não viu no caso do mensalão?

LULA NUNCA SABE DE NADA..... JÁ O OBAMA SEMPRE SOUBE DE TUDO!!!!




FALECIMENTO DE RITINHA DE LUCAS

RITA CHAGAS EVANGELISTA


É com imenso pesar que este blog registra o falecimento de RITINHA DE LUCAS, ocorrido na semana passada na cidade de Minas Novas. Essa grande minasnovense foi uma brilhante batalhadora, de muita importância para várias gerações, tendo ela dedicado toda sua vida à arte da costura e na confecção de roupas femininas, sob medida, atendendo à demanda das pessoas de bom gosto, de toda região. A sua casa de residência, que sempre funcionou como verdadeiro ateliê de alta-costura foi, também, uma verdadeira escola de arte para a maior parte dos profissionais (costureiros, modistas e alfaiates) que continuam atuando nesse segmento produtivo da nossa economia.

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LIVROS RECOMENDADOS

  • ANÁLISES DE CONJUNTURA: Globalização e o Segundo Governo FHC - (José Eustáquio Diniz Alves /Fábio Faversani)
  • ARTE SACRA - BERÇO DA ARTE BRASILEIRA (EDUARDO ETZEL)
  • AS FORÇAS MORAIS - (José Ingenieros)
  • CONTOS - (Voltaire)
  • DICIONÁRIO DE FANADÊS - Carlos Mota
  • DOM QUIXOTE DE LA MANCHA - (Cervantes)
  • ESPLÊNDIDOS FRUTOS DE UMA BANDEIRA VENTUROSA - (Demósthenes César Jr./ Waldemar Cesar Santos)
  • EU E MARILYN MONROE & O OUTRO- CARLOS MOTA
  • FRAGMETOS - (Glac Coura)
  • HISTÓRIAS DA TERRA MINEIRA - (Prof. Carlos Góes)
  • http://www.strategosaristides.com/2010/12/cronicas-do-mato.html
  • IDAS E VINDAS - (Rosarinha Coelho)
  • MOSÁICO - (Glac Coura)
  • O CAMINHANTE - (José Transfiguração Figueirêdo)
  • O DIA EM QUE O CAPETA DESCEU NA CIDADE DE MINAS NOVAS - (João Grilo do Meio do Fanado)
  • O MITO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - (Celso Furtado)
  • O NOME DA ROSA - (Umberto Eco)
  • O PRÍNCIPE - (Maquiavel)
  • O SEGREDO É SER FELIZ - ROBERTO SHINYASHIKI

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