sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

MENSAGEM DE ALAÍNE MOEMA FERREIRA



Ainda no calor das Comemorações Natalinas e ao som do bimbalhar de sinos que anunciaram a chegada do ANO NOVO, publico aqui a linda mensagem enviada pela nossa brilhante colaboradora ALAÍNE.



Caros Amigos,



...O TEMPO!


(Carlos Drumond de Andrade)



"Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.



Industrializou a esperança fazendo-a funcionar no limite da exaustão.



Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.



Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para adiante tudo vai ser diferente..."



....Para vocês,



Desejo o sonho realizado, o amor esperado, a esperança renovada.




Desejo todas as CORES desta vida, todas as alegrias que puder sorrir, todas as músicas que puder emocionar.



Para vocês, neste ANO NOVO, desejo que os seus amigos sejam mais cúmplices, que suas vidas sejam bem mais vividas.



Gostaria de lhes desejar tantas coisas....mas nada seria suficiente...



Então lhes desejo apenas que vocês tenham muitos desejos.



Desejos grandes e que eles possam lhes mover a cada minuto, ao rumo da felicidade...



Um FELIZ, ILUMINADO e ABENÇOADO 2009 para vocês e suas lindas famílias.



Boa sorte em seus projetos de vida.



Abraços da sempre amiga:



Alaíne Moema Ferreira



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geraldo mota
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A NOSSA COLÔNIA DE MINAS NOVAS SE ORGULHA DOS POLÍTICOS EMPOSSADOS ONTEM EM BELO HORIZONTE





Durante a última campanha eleitoral, da qual participei ativamente, tive a felicidade de conhecer várias lideranças políticas, entre os diversos candidatos ao cargo de vereador, sendo que, deles todos, muito me relacionei com dois que, para nossa imensa alegria, foram eleitos: Gêra Ornelas e Paulinho Motorista.
O vereador GÊRA ORNELAS é natural da cidade de Jequitinhonha, onde, além de suas raízes, conserva familiares e uma infinidade de amigos. Mercê de sua simplicidade e simpatia, dotes reforçados sobremaneira pela generosidade e solidariedade que lhe são peculiares, esse político que assume uma vaga na Câmara Municipal de Belo Horizonte, pela quarta vez, confirma de forma categórica sua boa vocação pela seriedade na vida pública, granjeando a simpatia de todos os segmentos sociais da cidade e, particularmente, a consideração de toda a colônia do Vale do Jequitinhonha, com ênfase na Colônia dos Fanadeiros (Minas Novas).
Quanto ao vereador PAULINHO, com ele venho de longa e respeitosa convivência política desde quanto, ambos, militávamos no Partido Liberal (PL), nas memoráveis campanhas do ex-deputado federal CARLOS MOTA. Este novo vereador, que já pode se orgulhar de muitas conquistas para si e para o seus eleitores, é um cidadão de hábitos simples e saudáveis, trabalhador obstinado pelas coisas boas do adorado Aglomerado da Serra, pelo que teve agora o justo reconhecimento de sua benéfica atuação como agente comunitário, transformando-o, por justo direito, seu representante público perante uma das mais importantes casas legislativa do país, onde certamente terá oportunidade de continuar encaminhando, de forma positiva, os interesses que resultarão no progresso e no desenvolvimento da região onde nasceu e reside.
Paulinho, que não deixará de ser Motorista, é genro de nosso querido amigo JAIME SOARES COELHO (Jaime de Olavo), nosso conterrâneo fanadeiro, que se encontra muito feliz e tomado de justificado orgulho, junto de toda sua família, sendo este o motivo, também, de grande júbilo para a COLÔNIA MINASNOVENSE que neste político deposita suas esperanças como moradores desta grande Belo Horizonte.
(Vejam acima, clicando com o mouse sobre os arquivos, sínteses sobre a trajetória dos empossados Prefeito Márcio Larceda, do Vice-prefeito Roberto Carvalho e desses dois veradores, todos nossos nobres amigos.)
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geraldo mota
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O OURO DO GATO





Estive um pouco desiludido com o hábito de escrever, desleixo que me forçou a silenciar meu blog, principalmente durante os últimos meses do ano em que me dediquei à política como um dos coordenadores, que fui, da campanha vitoriosa do prefeito eleito de Belo Horizonte, meu dileto amigo Márcio Lacerda que neste Natal, além de brindar-me com um lindo quadro pintado pelo teofilotonense Mauro Silper, reconhecido artista plástico, surpreendeu-me com o lindo cartao, firmado de próprio punho, que acima reproduzo e que guardarei com muito orgulho.


Neste lápso de ociosidade literária, porém, recebi várias mensagens me cobrando assuntos aos quais agora retomo, movido pelo incentivo de alguns bondosos leitores que, talvez por magnanimidade, reconhecem em minhas letras alguma serventia. Pretendo estar postando diariamente variados temas relacionados ao Fanado, ao povo bom de nossa região, aos lugares e amigos que os tenho na memória, muitos deles ainda espalhados pelas cercanias vizinhas daquele poético rio, sejam os que ainda assistem nos recantos bucólicos das paragens deste mundo, como também aqueles saudosos que iluminam e se gratificam na presença poderosa do Divino Pai.

Assim, seguindo esta nova vertente, inauguro meu novo blog com a figura muito querida de Gato Martins, que pincei, aleatoriamente, de dentro do meu coração e do meu velho e inseparável baú:

geraldo mota
http://geraldomotacoelho.blogspot.com/

UMA SACOLINHA DE VELUDO MARROM...


Eu tenho uma mania, talvez defeito ou coisa que o valha, qual seja o costume de guardar quinquilharias que às vezes, quando com elas me deparo em uma gaveta, armário ou estante, fico até com receio de que alguém, ao vê-las, associando-as ao dono, possa, de alguma forma, colocar em dúvida o equilíbrio de meu juízo. Periodicamente, porém, faço – ou pelo menos tento fazer - um destes "seiri" que aprendemos organizar nos cursos de administração, mas por mais que me esforce em seguir todas os passos dessa boa rotina, termino por retornar com a totalidade do lote para seus antigos lugares, onde vão eles ficando à espera de muitos outros que ali se vão acumulando. Não se trata de correspondências, diplomas, selos, apólices, troféus, medalhas, relíquias, objeto de arte, fotografias, livros raros, gravações, peças do vestuário ou algum outro objeto de valor sonante ou estimável. Geralmente são simples recortes de jornais, velhos ingressos de teatro ou cinema, almanaques, calendários, embalagem de algum produto em desuso, um enfeite utilizado em alguma festa, um brinquedo quebrado ou uma peça estranha de um maquinário que nunca vi. Acondiciono, tudo muito bem organizado, e vou conservando ali a meu alcance para com eles fazer não sei o quê ou para me servir, como utilidade, não sei quando: são os meus tesouros, aos quais atribuo valores incomensuráveis, inalienáveis sob qualquer condição.

Um dia desses encontrei no meu velho baú uma sacolinha de veludo marrom, que há mais de 40 anos sempre estava perambulando por entre aquela miscelânea, sem nunca ter despertado maiores curiosidades que me levassem a verificar o que ali guardava ou escondia. Parecia-me algo bem familiar mas sem qualquer significância, pelo que decidi dela me desfazer imediatamente como se aquela minúscula embalagem estivesse, como estorvo, ocupando um espaço precioso no qual pudesse colocar uma outra "preciosidade" mais importante. Apalpei aquele antigo invólucro e não senti, pelo tato,naquele momento,que dentro dele contivesse algo digno de ser conservado. Lancei-o, incontinenti, sem abri-lo, numa lixeira de cerâmica vermelha -um potezinho velho feito por uma das "Meninas do Baú"- vaso que também teima em me acompanhar por todo este tempo como boa lembrança daquelas amáveis figuras que trabalhavam no Sítio do Baú, lugar (...o referido potezinho) aonde destino os raríssimos descartáveis ou recicláveis.

Bendita e providêncial atitude! Eis que, movido por uma última curiosidade, antes de destinar ao lixo definitivo aquele curioso e antigo objeto, moveu-me um estranho impulso de verificar o seu conteúdo e qual não foi a minha surpresa ao descobrir um papelote, dobradinho de forma triangular, no qual continha uma quantidade mínima de um pó metálico e brilhante, pouco mais de um quilate de ouro de fundo de bateia. Foi como uma descarga elétrica que me veio à memória daquele longínquo mas tão nítido momento em que recebi aquele mimo que me foi entregue quando, já estando acomodado dentro da velha jardineira de Geraldo 23, naquela madrugada de 11 de novembro de 1967, quase na hora exata da minha partida em busca de meu destino na capital do Estado. Recebia, assim, o pacotinho das mãos de Gato Martins, antigo vizinho de nossa casa, que no ponto de ônibus de Manoel Porreta estava na companhia de Plínio, Luizinho e outros seresteiros que vararam a noite, na esbórnia, e ali estavam justo para assistirem à minha saída. Na véspera havia comemorado, em família, o meu 17° aniversário e em razão deste fato ele, o meu saudoso amigo, apresentou-se muito solene trazendo-me, quase que tardiamente, o seu presente, recomendando-me que nele não reparasse pois se tratava de um mimo muito simples, um reles limpador de discos, pedindo-me – no entretanto - que o conservasse como sua lembrança, com muito cuidado, servindo-se daquele pedacinho de veludo para lustrar os Lps que certamente, segundo seu cálculo de apurado discófilo, deveriam estar seguindo comigo, dentro de minha bagagem. E esta foi,realmente,a serventia daquele paninho marrom até o exato momento em que descobri, surpreso, que na sua dobradura costurada com linha existia aquela quantidade de ouro, certamente o resultado de várias bateadas cuja apuração em dinheiro da época de tantas dificuldades poderia ter sido suficiente para o antigo garimpeiro custear uma boa farra, uma completa feira ou até mesmo comprar algumas gravatas que eram o único luxo a que eventualmente mais se permitia. A quantidade de ouro, algumas oitavas, vários vinténs – talvez gramas -, todo este tempo ficara despercebido. O seu valor, porém, a partir daquele momento, agigantou-se em meus cálculos, revelando-me o verdadeiro lastro de uma amizade tão sincera, ao mensurar o gigantismo daquele gesto – o de presentear-me com um simples limpador de discos – mas que, na verdade, guardava a sua motivação que era mostrar o quanto aquele velho amigo me considerava e que, numa mensagem cifrada, dizia-me da grande importância em conservar, não só os tesouros materiais, mas as coisas simples da vida como o carinho e amizade das pessoas que fazem parte do nosso cotidiano. O ouro, mesmo que fosse uma barra de muitas toneladas, não seria tão valioso quanto ao peso daquele saquinho marrom que agora carrego como um amuleto e uma relíquia. Sempre que deparo com alguma dificuldade, o velho limpador de discos me coça, dentro do bolso, e então vejo o semblante sempre alegre do meu saudoso amigo Tião Martins, uma criatura tão rica de sabedoria, que foi defensor da natureza, amante da boa música, filósofo e mestre do futebol sem nunca ter tido a ventura e alguma oportunidade de estudar ou mesmo de conhecer outros mundos senão aquele pacato e tão carente lugarejo onde pouco se tem de bens materiais, mas de muito existia de bons e sinceros amigos como essa maravilhosa figura que deveria ser reverenciada – sempre – por todos os que residem em nossa velha Minas Novas.

(Cliquem sobre estes arquivos para ampliar as imagens)





DOMINGOS TEODOLINDO - curso de HISTÓRIA

DOMINGOS TEODOLINDO COSTA MOTA <dmotta16@yahoo.com.br>
Date: 2008/12/31

(clique com o mouse sobre o convite, para que se amplie)

MUITO HONRADO com o convite acima, registro prazeirosamente a formatura do ilustre primo, desejando-lhe muito sucesso na sua nobre carreira agora sedimentada pela brilhante licenciatura em História. Aliás, tanto o estudo como o ensino da História deveriam merecer, cada vez mais, a atenção e o devido valor por parte de nossos educadores e demais autoridades, de vez tratar-se da memória de nossa civilização e, como deve ser sabido, "um povo sem memória é um povo sem cultura".

Parabéns ao formando, extensivo a seus familiares e, principalmente, à comunidade minas-novense como grande beneficiária de mais esta conquista.

MENSAGEM ENVIADA POR MÁRCIA CRISTINA

From: Marcia Cristina Mota Andrade e Vieira <marcia.cristina.vieira@hotmail.com>
Date: 2009/1/1
Subject: RE: PRESTE MUITA ATENÇÃO NESTES SLIDES!
To: GERALDO MOTA <geraldomotacoelho@gmail.com>


Meu Querido Primo,

É um prazer enorme para mim receber as suas mensagens.A mensagem " Educar" será tema de abertura da primeira reunião do ano letivo 2009 pra alunos e professores da EE Presidente Costa e Silva. Agradeço de coração pela sua contribuição no sentido de estar nos formando e informando.Compartilhar dos seus conhecimentos é um privilégio. Admiro muito a sua capacidade, sensibilidade e inteligência.
Feliz Ano Novo!
Abraços
Márcia Cristina




DICIONÁRIO DE FANADÊS - CARLOS MOTA


COMUNICO AOS INTERESSADOS QUE ESTOU DISTRIBUINDO O LIVRO DE AUTORIA DE CARLOS MOTA, DICIONÁRIO DE FANADÊS, EM SUA PRIMEIRA EDIÇÃO, DA QUAL RESTAM POUCOS EXEMPLARES.

PREÇO DE R$ 48,00.

A REMESSA SERÁ EFETUADA ATRAVÉS DOS CORREIOS DEPOIS DE COMPROVADO O DEPÓSITO DO VALOR CORRESPONDENTE NA CONTA 2161 013 00007697-3 NAS AGÊNCIAS CEF OU CASAS LOTÉRICAS.

ENSINO NO BRASIL

Ontem compareci à solenidade de posse do novo prefeito de Belo Horizonte quando, na chegada ao local da cerimônia, fui abordado por um conhecido jornalista que me passou seu cartão de visitas com a indicação de suas especialidades, dentre elas a de impreção a laser (verifique, por favor, no arquivo acima), pelo que, de imediato, vi-me tomado de péssima IMPRESSÃO. Naturalmente que se me fosse dada a oportunidade de fazer alguma recomendação ou indicação dos serviços daquele profissional, para mim seria essa missão constrangedora a não ser que a exercesse justamente ao contrário, ou seja, pela sua exclusão.
O que ocorre é que tenho essas manias de tudo observar e, sob este aspecto, a mim também não tem passado despercebido o fato de que a maior parte de nossas mazelas sociais decorram dos problemas relacionados ao analfabetismo e, pior ainda, pelo lamentável nível de preparo de grande parte da população economicamente ativa em nosso país. Neste universo de agentes despreparados lanço, infelizmente, os que militam no setor do ensino público, de ordinário cada vez mais deficiente. São lamentáveis os índices de aproveitamento em nossas faculdades e a cada ano são bacharelados milhares de profissionais, todos jogados no mercado à maneira de certos oleiros que despejam nas obras suas perniciosas fornadas de tijolos crus. Em ambos estes casos o resultado será a edificação de prédios fadados à ruína e ao rápido desabamento, além das tristes consequências e seus prejudiciais desdobramentos onde se incluem riscos de vida e de dignidade.

Ilustrando o que afirmo, ocorreu-me o recebimento do texto abaixo, que me foi enviado por minha filha Catarina, que tem por profissão a de enfermeira, mas que não abre mão de seu direito (ou seria dever?) de estar sempre colaborando com a educação e a boa formação intelectual daqueles que a cercam, tanto no convívio doméstico, no seu meio profissional e também no seu vasto círculo de relacionamento social.

EVOLUÇÃO DO ENSINO DA MATEMÁTICA NO BRASIL

Relato de uma professora:

- Semana passada comprei um produto que custou R$ 1,58 pelo que dei à balconista R$ 2,00 e peguei na minha bolsa 8 centavos, para facilitar o troco e também evitar receber ainda mais moedas.

A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.

Tentei explicar que ela tinha que me devolver 50 centavos de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.

Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.

Por que estou contando isso?

Porque me dei conta de que aquela dificuldade de entendimento estava claramente relacionada aos métodos hoje utilizados, no ensino de matemática, no formato que vem sendo aplicado nas escolas desde 1950, que tem sido assim:

1. Ensino de matemática em 1950:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por CR$ 100,00.

O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda .

Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por NCR$ 100,00.

O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de

venda ou NCR$ 80,00.

Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por US$ 100,00.

O custo de produção desse carro de lenha é US$ 80,00.

Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00.

Escolha a resposta certa, que indica o lucro:

( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

5. Ensino de matemática em 2000:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00.

O lucro é de R$ 20,00.

Está certo?

( ) SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2008:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00.

O custo de produção é R$ 80,00.

Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.

( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00






geraldo mota
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sábado, 13 de dezembro de 2008

BOM DIA

VIVA SANTA LUZIA, que é a protetora de nossos olhos e que, através dela, possamos ver, enxergar, sentir e multiplicar os DONS DO DIVINO ESPÍRITO SANTO.

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geraldo mota
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sábado, 29 de novembro de 2008

COMENTÁRIO SOBRE ARTIGO DE MURILO BADARÓ PUBLICADO NO "O TEMPO" DESTA DATA

MURILO BADARÓ

 

A quase tricentenária cidade de Minas Novas foi, até a segunda década do século 20, a única cidade do Vale do Jequitinhonha, além de Diamantina, a contar com uma Escola Normal e a oferecer o curso de formação de professores. Aquele famoso educandário funcionava no imponente "Sobradão" que continua em pé, porém desocupado já passados quase 100 anos da lamentável decisão de um coronel em impedir que a juventude da região tivesse acesso à educação, ao ensino e à cultura. A esdrúxula  iniciativa da extinção dessa escola foi de Francisco Duarte Coelho Badaró (avô do ex-senador biônico Murilo Badaró), que era o juiz municipal daquele antigo termo judiciário e, ao mesmo tempo, presidente da Câmara, naquele indigitado tempo, e se fundamentou na justificativa encaminhada ao Presidente João Pinheiro, alegando estar defendendo o interesse do povo do município e afirmando estar preocupado com a crescente diminuição de oferta da necessária mão de obra das pessoas mais simples para os serviços domésticos nas casas abastadas e também nas lides rurais, em imperdoável prejuízo aos fazendeiros, de vez que até mesmo ex-escravos (e os filhos destes) estavam tendo a oportunidade de ingressarem no Curso Normal e se transformando em professores.

 

Nessa histórica e lamentável decisão, que era ato normal e próprio dos coronéis de patente comprada, não se levou em consideração a Abolição da Escravatura no país e a grande importância do ensino e da educação para o progresso social e comunitário.

 

Mesmo assim, são se pode deixar de esclarecer que são conhecidos inúmeros mestres que se formaram naquele educandário, a maioria de negros e pardos, que ao longo dos exercícios anteriores ao triste fechamento da referida Escola Normal se espalharam por todo o Vale do Jequitinhonha, fundando outras escolas e ministrando seus trabalhos de missionários e se transformando em verdadeiros apóstolos do ensino por todo Estado de Minas, como foram os professores José Gomes da Silva, Ritinha Gomes, João Bicalho, Maria Elisa Matos, Ester Silva, Jason Morais, Jacinto José, Flora Brasileira, Edith Pires César, Américo Barbosa, Monsenhor Mendes, Monsenhor Bernardino, Cônego Barreiros, Cônego Figueiró, e muitos outros cidadãos ilustres de nossa história, muito deles que se tornaram vultos mineiros como Dom João Pimenta, Desembargador Tito e os famosos coronéis Fulgêncio Antônio, Manoel Fulgêncio, José Barral, Álvaro Pimenta, Demóstenes César, João Amaral, João André da Costa, Orozimbo Cunha, etc.

 

Sucedeu politicamente ao Coronel Francisco Duarte Badaró, no comando do então vasto e poderoso município de Minas Novas, o seu filho Dr. Francisco Badaró Júnior (Dr. Chico Promessa) que, por sua vez, permaneceu mais de 20 anos no governo, na condição de interventor nomeado pela Ditadura de Getúlio Vargas e Benedito Valadares, período de estagnação política, ostracismo econômico e opressão social em que jamais foi inaugurada qualquer escola naquele que se transformou no mais pobre e explorado município de todo o decantado Vale do Jequitinhonha.

 

Desde o período anterior à extinção da referida Escola Normal de Minas Novas, e no decorrer de quase todo o século vinte, a família Badaró dominou com mãos de ferro a política, não só em Minas Novas, mas, de resto, na maioria das cidades do Vale do Jequitinhonha onde o analfabetismo ainda hoje se apresenta como o maior entrave ao progresso e ao desenvolvimento de uma das regiões brasileiras que vem se esforçando herculeamente para melhorar seus índices, livrando-se de vez do domínio dos coronéis e, conseqüente, desvencilhando-se do vergonhoso e irrisório IDH que atualmente ostenta, para não aceitar jamais, em pleno século 21, o lamentável epíteto de Vale da Miséria.

 

No recente ano de 2006 o ex-senador biônico MURILO BADARÓ, ovo de uma serpente escondido nas cinzas do vil carrancismo, sucessor político daqueles algozes de Minas Novas, esta que já foi a invejável VILA DO FANADO, após concorrer em uma eleição reconhecida pela corrupção e eivada pelo indisfarçável uso e abuso dos poderes econômico e de comunicação de massa, por parte de seu grupo, elegeu-se para ser o prefeito daquele empobrecido município que vive ainda o caos administrativo por ele implantado. Na sua folclórica administração municipal implantou na cidade de Minas Novas o mais lamentável sistema de governar através de jagunços, prepostos e de paus-mandados, de vez que o tempo todo de seu expediente permanecia na capital, cuidando de seus negócios particulares e no comando de uma academia, de onde, via das emissoras de sua rádio ou através do precário sistema telefônico, dizia estar exercendo seu mandato de prefeito.

 

O fato lamentável, de toda esta trama, resume-se que, não cumprindo o Badaró nem a metade do tempo previsto pela lei, de forma irresponsável e lamentável, viu-se o ex-biônico na triste condição de apresentar sua renúncia ao cargo de prefeito de sua maltratada cidadezinha, tudo por força do enorme apelo popular que assim lhe exigia e diante da forte e esmagadora constatação de que nada fez em benefício daquele sofrido povo, quando o que, de fato produziu, entre variadas e desastrosas atitudes de improbidade administrativa, foi justamente o fechamento de várias escolas rurais criadas pelos seus antecessores recentes, deixando novamente o município desestruturado no setor que sempre foi o mais sensível: o da educação.

 

Aos mineiros e brasileiros de bem que lêem os artigos assinados pelo atual presidente da Academia Mineira de Letras, em crônicas vazadas pela demagogia e pela falsa impressão tratar-se de um político identificado com a cultura, com a educação, com a responsabilidade social e com a ética, seria aconselhável observar até onde vai o poder de enganar, desse famigerado político egresso do regime militar, quando ousa o mesmo tecer considerações e críticas mordazes ao democrático e insuperável Governo do Presidente Lula, a exemplo daquela sua cretina observação, hoje estampada no jornal "O Tempo", onde disfarça sua origem coronelística e não consegue esconder sua tradicional e clara aversão aos negros e aos pobres, esta sim que é uma IRRESPONSÁVEL SEMEADURA DE VENTOS.

 

(Vide matéria citada, no "O Tempo" – pag 19, desta data)

 



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geraldo mota
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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

PROCURAM-SE ESTES DOIS CRETINOS:









Procuram-se esses 2 cretinos (leiam)


Gente,por favor divulguem esse email para que atrocidades por eles cometidas contra os animais, como esta que estamos denunciando, sejam evitadas e para que esses dois deliquentes sejam localizados e exemplarmente punidos!!!

FAÇAM RODAR ESSE E-MAIL POR FAVOR GENTE!!!!



Repassando.
Se você conhece, denuncie!

*PROCURA-SE 2 VERMES IMUNDOS. QUALQUER NOTÍCIA DOS MALDITOS,
ENCAMINHEM NOME E ENDEREÇO PARA A PF, IBAMA, ETC...ISSO É CRIME,ELES
TÊM QUE PAGAR!! DEPOIS DISSO, AINDA ESFAQUEARAM O POBREZINHO...SERES
HUMANOS?? LONGE DISSO*...

Por favor, com urgência faça circular isso na internet. Logo essa
mensagem acabará batendo no computador de alguem que possa
identificá-los, que os conheça do bairro, da escola, das baladas...
Assim que forem identificados informe a polícia e as lideranças do
movimento de defesa dos animais. E se alguém achar que é perda de
tempo atender essa solicitação, espere ate que um desses cruze o
caminho dos seus filhos(as).



Renata Buono - tel. 11 91984598


www.anjosdosbichos.com

'Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E, por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.'

'O que eu faço, é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.'

Madre Teresa de Calcutá











sábado, 11 de outubro de 2008

SEMELHANÇAS

Semelhanças

 

 

Quem é esse?

 

Era uma vez um candidato.

Ele era um playboy. Nunca tinha trabalhado na vida.

E Vivia às custas do pai.

Entrou na política de mão-beijada porque a família era rica. Foi um deputado federal medíocre.

Um dia se aventurou a algo maior.

Começou sem ninguém prestar atenção nele,

 mas na televisão ele brilhou.

 

Falou direto com o povo.

Era jovem.

As mulheres até falavam que ele era bonitão.

Fez a imagem de bom moço.

Na televisão, ele falava o que o povo queria ouvir.

Nada para ele era difícil. Tudo era fácil de resolver.

Tudo para ele tinha uma solução simples e fácil.

 

Ele tinha resposta para qualquer pergunta.

Tinha uma solução pronta e ensaiada para cada problema.

O povo acreditou nele.

E o que é pior: o povo até pensou que ele era honesto.

Mas depois veio a descobrir o pior.

Imagem:Fernando collor.jpg

ESTAMOS FALANDO DE FERNANDO COLLOR

 

EM BELO HORIZONTE - QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É MERA COINCIDÊNCIA

Imagem:Quintao.jpg



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geraldo mota
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terça-feira, 7 de outubro de 2008

VOCÊ CONHECE A VIDA DE LEONARDO QUINTÃO?

De: renato mendes [mailto:renatomsilva01@gmail.com]

Enviada em: terça-feira, 7 de outubro de 2008 00:02

Para: renatomsilva01@gmail.com

Assunto: VOCE REALMENTE CONHECE LEONARDO QUINTAO?

 

 

1- Você leu o Jornal Estado de Minas do dia 24 de janeiro de 2001?
 

Consta do caderno de política (página 3) uma lista publicada pelo Diário Oficial do Município (DOM) sobre o nepotismo na Câmara

de vereadores de BH. Ressalto que o nome do candidato Leonardo Lemos Barros Quintão (à época vereador) estava em tal lista,

tendo contratado irregularmente Rodrigo Lemos Barros Quintão, Paola Lemos Quintão Campos e Allan Rafael Quintão.

O candidato Leonardo Quintão, por meio de sua assessoria, admitiu ao Jornal Estado de Minas que Rodrigo Lemos Barros Quintão

e Paola Lemos Quintão Campos eram seus irmãos, entretanto, disse que Allan Rafael QUINTÃO não era seu parente.

Obs: nepotismo é a contratação irregular de parentes para ocupação de cargos públicos.

Fonte: Jornal Estado de Minas (www.uai.com.br).

 

2- Você sabe qual a profissão do candidato Leonardo Quintão?

No site da Câmara dos deputados estaduais (www2.camara.gov.br), o candidato se diz ADMINISTRADOR DE EMPRESAS e

economista.

Obs: Leonardo Quintão disse durante a atual campanha que BH não precisa de um empresário como prefeito (referindo-se ao

candidato Márcio Lacerda), mas sim de "gente cuidando de gente".

 

3- Você conhece o pai do candidato Leonardo Quintão?

O pai de Leonardo Quintão se chama Sebastião Quintão, atual prefeito de Ipatinga.

Cumpre salientar que para alegria de todos os conterrâneos do candidato Leonardo Quintão, SEBASTIÃO QUINTÃO NÃO FOI

REELEITO PREFEITO DE IPATINGA, perdendo para Chico Ferramenta (fonte Tribunal Superior Eleitoral).

Os conterrâneos de Leonardo Quintão não aprovaram a atual gestão de Sebastião Quintão, razão pela qual invoco a sabedoria

popular constante no ditado "FILHO DE PEIXE, PEIXINHO É"!

Obs: Vale lembrar que Sebastião Quintão está na "lista-suja" da AMB, refente à adminitração pública no Vale do Aço.

 

4- Você sabe quantas propostas legislativas foram apresentadas por Leonardo Quintão como deputado estadual?

Leonardo Quintão apresentou 42 propostas, sendo 7 relativas ao Município de Ipatinga, 3 ao Município de Governador Valadares e

apenas 1 ao Município de Belo Horizonte.

Será que Leonardo Quintão se esqueceu que foi eleito como deputado estadual pelos cidadãos mineiros e não apenas pelos

cidadãos naturais de Ipatinga? Será que o candidato não sabe que um deputado estadual mineiro representa o Estado-membro de

Minas Gerais e não o Município de Ipatinga? Será que o fato de seu pai ser prefeito de Ipatinga influenciou nas propostas

supracitadas? Ainda bem que os dias de prefeito estão contados para Sebastião Quintão!

SERÁ QUE AGORA O CANDIDATO IRÁ PENSAR EM BH? SERÁ QUE "DÁ PRA FAZER GENTE"?

 

5- Você assistiu ao programa eleitoral em que Leonardo Quintão se valeu da doença (epilepsia) de um de seus três filhos para

obter votos?

 

6- Você sabe qual a religião do candidato Leonardo Quintão?

Pergunta fácil, não é? Leonardo Quintão afirmou ser evangélico presbítero milhões de vezes durante o horário eleitoral.

Ora, será que ele não sabe que já houve a separação entre a Igreja e o Estado no Brasil?

 

BH NÃO PRECISA DE UM PREFEITO ELOQÜENTE E BONITO! BH PRECISA DE UM GESTOR EXPERIENTE!

Mesmo que você discorde da minha opinião, passe este e-mail adiante, para que seja garantida a democracia!

 

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geraldo mota
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LIVROS RECOMENDADOS

  • ANÁLISES DE CONJUNTURA: Globalização e o Segundo Governo FHC - (José Eustáquio Diniz Alves /Fábio Faversani)
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  • AS FORÇAS MORAIS - (José Ingenieros)
  • CONTOS - (Voltaire)
  • DICIONÁRIO DE FANADÊS - Carlos Mota
  • DOM QUIXOTE DE LA MANCHA - (Cervantes)
  • ESPLÊNDIDOS FRUTOS DE UMA BANDEIRA VENTUROSA - (Demósthenes César Jr./ Waldemar Cesar Santos)
  • EU E MARILYN MONROE & O OUTRO- CARLOS MOTA
  • FRAGMETOS - (Glac Coura)
  • HISTÓRIAS DA TERRA MINEIRA - (Prof. Carlos Góes)
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  • IDAS E VINDAS - (Rosarinha Coelho)
  • MOSÁICO - (Glac Coura)
  • O CAMINHANTE - (José Transfiguração Figueirêdo)
  • O DIA EM QUE O CAPETA DESCEU NA CIDADE DE MINAS NOVAS - (João Grilo do Meio do Fanado)
  • O MITO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - (Celso Furtado)
  • O NOME DA ROSA - (Umberto Eco)
  • O PRÍNCIPE - (Maquiavel)
  • O SEGREDO É SER FELIZ - ROBERTO SHINYASHIKI

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