segunda-feira, 8 de junho de 2009

Fwd:



---------- Forwarded message ----------
From: Marcia Cristina Mota Andrade e Vieira <marcia.cristina.vieira@hotmail.com>
Date: 2009/6/8
Subject: RE:
To: GERALDO MOTA <geraldomotacoelho@gmail.com>


Oi Lalau,
Adorei o texto da quinta Feira do Angu, repassei para ser trabalhado na escola. A música Deus e eu no sertão é linda! Morri de saudades da nossa terrinha. Estou aqui em BH restabelecendo de uma cirurgia,- vou perder a Quinta Feira do Angu. Aproveito para agradecer-lhe todas as mensagens que me envia,são ótimas e leio todas, o seu Blog também está excelente é uma fonte de conhecimento incrível. Obrigada amigo intelectual, continue contribuindo com a produção do conhecimento é uma forma de exercer e proporcionar a outros cidadania.Receba meus cumprimentos e um caloroso abraço a você e toda a sua maravilhosa família.
Márcia Cristina

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geraldo mota
http://geraldomotacoelho.blogspot.com/

Deus e eu no sertão... (com som)

 Deus e eu no sertão... (com som)

A próxima quinta-feira, dia 11 de junho, acontecerá em MINAS NOVAS 
a famosa "QUINTA-FEIRA DO ANGU":
 
Nessa data inicia-se oficialmente a FESTA DE JUNHO, com a LAVAÇÃO DA IGREJA, quando a "Irmandade" busca água no Rio Fanado, em potes de barro, desde as primeiras horas da madrugada, para lavar o piso da igreja e de todo o adro. Ao final dos trabalhos, ao som dos tambores, fogos de artifício e repique de sinos, é servido o "angu", que na verdade é um grande almoço oferecido pelos festeiros a todos que participaram daquela cerimônia.
 
Pela tradição (de mais de 200 anos), era nesta data que a irmandade aproveitava a presença maciça dos irmãos que chegavam à VILA DO FANADO para as Festas Juninas, para com eles combinarem sobre toda a programação, distribuindo tarefas entre si, dando início, não somente`à arrumação da Igreja, mas, de resto, cuidarem das reformas das casas para acomodar as visitas, desde a caição das paredes, a varrição das ruas, o feitio dos enfeites, da preparação das bebidas, das quitandas, dos doces, da afinação dos instrumentos  até a confecção das roupas novas, dos uniformes dos serviçais e das vestimentas dos reis para o desfile do Reinado. 
 
Esse era, e deveria continuar sendo,  o dia da ARRUMAÇÃO GERAL DA CASA, de vez que a responsabilidade da festa não deve e nem pode recair somente sobre os ombros dos "reis" (pessoas simples, que nem sempre podem arcar com as despesas que são consideráveis).
 
Sendo assim, torna-se necessário, nos dias atuais, que os irmãos que moram distantes e que talvez, por qualquer motivo, não possam lar estar presentes, nas MINAS NOVAS, neste dia ou nos demais dias da Festa, que mandem suas contribuições aos organidores da FESTA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO, uma das mais lindas tradições que ainda são conservadas em nossa terra, a qual temos, como bons fanadeiros, a obrigação de preservar e sustentar para a nossa posteridade.
 
REPASSEM ESTE PEDIDO AOS AMIGOS QUE COMPÕEM A SUA LISTA DE ENDEREÇOS.

Os "Reis" agradecem e rogam à Virgem do Rosário a sua Bênção a todos nós!

geraldo mota
http://geraldomotacoelho.blogspot.com/
From: cida pires <cidapires10@yahoo.com.br>
Date: 2009/6/8
Subject: Resposta
To: Lalau Mota Coelho <geraldomotacoelho@gmail.com>
Apesar de não responder nem enviar mensagens para você sempre, fique sabendo que adoro receber as suas. Porém, gostaria de destacar esta que você enviou sobre como gostar de pessoas difíceis. Adorei ! Serviu muito para mim ou aliás, serve para todas as pessoas como ensinamento de vida. Continue me enviando mensagens inteligentes.
Um abraço,
Cida

domingo, 7 de junho de 2009

ALEXANDRE GARCIA, DE NOVO!

REPORTANDO-ME AO ASSUNTO 'ALEXANDRE GARCIA" E CORROBORANDO AO QUE HAVIA DITO, EI-LO NOVAMENTE EM CENA.

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geraldo mota
http://geraldomotacoelho.blogspot.com/

Exposição Mauro Silper - convite

---------- Forwarded message ----------
From: Mauro Silper <msilper@yahoo.com.br>
Date: 2009/6/7
Subject: Enc: Exposição Mauro Silper - convite
To: Geraldo Mota Coelho geraldomotacoelho@gmail.com


--- Em dom, 7/6/09, Mauro Silper <msilper@yahoo.com.br> escreveu:

De: Mauro Silper <msilper@yahoo.com.br>
Assunto: Enc: Exposição Mauro Silper - convite
Para: "Geraldo Mota Coelho" <geraldomotacoelho@gmail.com.br>
Data: Domingo, 7 de Junho de 2009, 20:04



--- Em dom, 7/6/09, Mauro Silper <msilper@yahoo.com.br> escreveu:

De: Mauro Silper <msilper@yahoo.com.br>
Assunto: Exposição Mauro Silper - convite
Para: geraldomotacoelho@gmail.com.br
Data: Domingo, 7 de Junho de 2009, 19:53

Prezado Geraldo Mota,
fazendo algumas incursões no Google, descobri seu blog, contendo não só um comentário elogioso ao meu respeito como também a imagem de uma obra minha. Confesso que fiquei surpreso e ao mesmo tempo feliz por ter levado minha arte, através de Marcio Lacerda, a caminhos tão distantes. E que essa arte encontrou ressonância em alguém com bastante sensibilidade. Obrigado.
Aproveito para enviar o convite da exposição "Imaginário" que está em cartaz na Galeria de Arte do Mercure BH Lourdes e faz parte da programação cultural do Ano da França no Brasil. Nesta mostra faço uma homenagem sutil a algumas personalidades francesas, como a estilista Chanel, o arquiteto Le Corbusier, o violinista Jean-Luc Ponty entre outros. Estando em BH, apareça.
Um abraço,
Mauro Silper
(31) 3225-7998
(31) 88524919




ATO PÚBLICO CONTRA A CORRUPÇÃO DO CONGRESSO

A HORA É AGORA! DEVEMOS TODOS PARTICIPAR, INCLUSIVE CONTRIBUINDO EM ESPÉCIE. PARA ISTO BASTA FAZER O DEPÓSITO NA CONTA  INDICADA NO ANEXO.

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geraldo mota
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RICO RI A TOA!

Esta é a foto do ganhador da Super-Sena acumulada, da semana passada, que se transformou, em apenas 15 minutos, no brasileiro mais lindo, charmoso e elegante da atualidade, pelo menos na visão de suas inteligentes namoradas. Afinal, segundo elas, quem gosta de homem é bicha. Loira gosta mesmo é do "din-din"! ...
... que o diga o nosso Ronaldinho.

sábado, 6 de junho de 2009

Juiz que soltou presos em MG deixa a magistratura

E MUITO MAIS, VOCÊ VERÁ NO BLOG. ACESSE-O ATRAVÉS DO LINK ABAIXO.

Afastado do cargo desde 2005, quando determinou a soltura de 59 presos que cumpriam pena ilegalmente em delegacias superlotadas na comarca de Contagem, em Minas Gerais, o juiz Livingsthon José Machado, 46, resolveu abandonar a magistratura.
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Na época, o caso chamou a atenção para a situação caótica do sistema carcerário brasileiro e desafiou o discurso do governador Aécio Neves (PSDB) de que a segurança pública era prioridade de sua gestão.Ele alega que foi punido sem direito de defesa, porque o Tribunal de Justiça de Minas Gerais cedeu a pressões do Executivo estadual.
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Diz que não tem interesses políticos e nega ter desobedecido determinações superiores do Judiciário mineiro. Em abril, Machado recusou a remoção compulsória para uma vara cível.
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Nesta quarta-feira (27/5), o tribunal reúne-se para deliberar sobre a aposentadoria compulsória do juiz. “Se tivesse que decidir sem independência, de cabeça baixa, de acordo com o que o governador quer ou com o que o tribunal deseja, eu teria vergonha de continuar sendo juiz.”
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Ele diz que o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, está certo ao criticar a situação do sistema carcerário brasileiro. Mas considera o Supremo “elitista”, pois “é insignificante o número de processos que chegam lá em relação à grande massa carcerária”.
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Machado deverá publicar no segundo semestre o livro “A Justiça por Dentro: Abrindo a Caixa-preta”. Depois disso, pretende levar seu caso a cortes internacionais de direitos humanos.Em sua edição de hoje, a Folha publica trechos da entrevista concedida ao editor do Blog em Contagem (MG), no último dia 20/5, cuja íntegra é reproduzida abaixo:
FOLHA - O que o levou a ser juiz?
LIVINGSTHON JOSÉ MACHADO - Costumo dizer que foi um acidente de percurso. Durante quase 10 anos fui detetive de polícia (corresponde hoje ao agente policial), fui advogado trabalhista e promotor. Em 2003, prestei concurso para a magistratura.
FOLHA - Qual era a situação carcerária quando o sr. assumiu a vara de execuções criminais em Contagem, em 2005?
MACHADO - À época, existiam seis unidades prisionais (em delegacias de polícia) e uma penitenciária de segurança máxima. As seis delegacias tinham presídios em situação irregular. Num distrito policial, em razão do excesso de presos, o delegado colocou uma grade no corredor, que virou uma cela abrigando 28 presos.
FOLHA - Por que o sr. determinou a primeira soltura de presos?
MACHADO - Naquele distrito, 16 presos cumpriam pena ilegalmente. Determinei a transferência desses presos depois que o Ministério Público pediu a interdição do presídio. Como foi vencido o prazo e não houve a transferência, expedi 16 alvarás de soltura.
FOLHA - Qual foi a reação?
MACHADO - O Estado, através da procuradoria, ajuizou um mandado de segurança junto ao tribunal, dizendo que aquela decisão contrariava o interesse público. O desembargador Paulo César Dias deferiu a liminar.
FOLHA - O mandado de segurança era o instrumento adequado?
MACHADO - Não. Caberia um recurso chamado agravo. Mas, apesar disso, foi concedida a liminar. Ele suspendeu o mandado de soltura. Quando chegou a liminar, a ordem já havia sido cumprida.
FOLHA - Esse foi o único caso?
MACHADO - Duas semanas depois, a situação em outro distrito policial era caótica. Doenças contagiosas impediam os presos de serem transportados até o fórum. Em quatro celas, cada uma com capacidade para quatro presos, havia 148 recolhidos, dos quais 39 aguardavam havia quatro anos transferência para a penitenciária. Também expedi mandado de soltura em relação a esses 39. Novo mandado de segurança foi impetrado e nova liminar foi concedida. Quando a liminar chegou, essa ordem ainda não havia sido cumprida.
FOLHA - Como o governo do Estado acompanhou esses fatos?
MACHADO - À época, o governador do Estado fazia propaganda aqui de que a segurança em Minas era prioridade. Disputava uma vaga em seu partido para concorrer à Presidência da República. A imprensa criou um certo tumulto. Houve uma série de pressões.
FOLHA - Ficou caracterizado que houve desobediência sua?
MACHADO - A alegação foi que eu desobedeci reiteradamente a decisão do desembargador. Não houve isso. No dia 22 de novembro de 2005, um juiz corregedor me ligou, avisando que eu seria afastado no dia seguinte.
FOLHA - Houve procedimento disciplinar para afastá-lo?
MACHADO - Não. Nem sequer havia representação ainda. Fui afastado sem qualquer possibilidade de defesa. Só fui intimado para responder esse processo em março do ano seguinte. Em setembro de 2007, a Corte decidiu pelo meu afastamento, sob a alegação de que eu desobedeci reiteradamente ordem de segunda instância. Apesar de a lei dizer que juiz só pode ser afastado por decisão da maioria absoluta, ou de dois terços, esse quorum não foi alcançado no dia do julgamento.
FOLHA - Como o tribunal aplicou a sanção?
MACHADO - Aplicou uma regra do regimento interno, que diz que a decisão deve ser tomada pela média dos votos. Só um desembargador, José Carlos Moreira Diniz, examinou as provas. Votou pela absolvição.
FOLHA - O sr. teve acesso a algum documento que caracterizasse pressão do governo?
MACHADO - Tive depoimentos, informações na imprensa. Uma das pessoas que me procurou trabalhava na secretaria de Defesa Social. Ela me disse que presenciou todos os telefonemas para o tribunal, cobrando o meu afastamento. Informou que esse afastamento foi negociado pelo tribunal que, na época, precisava de dotação orçamentária para construir a nova sede. Logo depois do meu afastamento, foi noticiada a dotação orçamentaria.
FOLHA - Como o Ministério Público atuou no caso?
MACHADO - O MP nomeou uma comissão de 10 promotores para apurar possíveis crimes que eu teria praticado. Veja: quando foi assassinado um promotor em Belo Horizonte, a procuradoria designou 3 promotores para apurar o crime. Quando foram mortos aqueles fiscais em Unai, a comissão foi composta por 5 promotores. No meu caso, nomearam 10. E quem apura crime de juiz não é promotor, é o tribunal.
FOLHA - Houve outros indícios de pressão?
MACHADO - O desembargador corregedor, Roney Oliveira, que foi meu professor de pós-graduação, mandou recado dizendo que queria retirar a representação. Disse que só fez a representação porque não suportou a pressão de ligações do Palácio do Governo.
FOLHA - Como vê a afirmação de Aécio Neves, à época, de que o sr. fazia “proselitismo pessoal”?
MACHADO - Eu não tenho disputa nenhuma com o governador. Não sou amigo nem inimigo. Não tenho pretensão política nenhuma. Não tenho por que fazer proselitismo pessoal. Não sou candidato, nunca fui. Não tenho simpatia nem antipatia por ele. Não o conheço pessoalmente.
FOLHA - Qual foi a reação da magistratura de primeiro grau?
MACHADO - A associação dos magistrados fez uma nota depois do meu afastamento, dizendo que era inadmissível aquela ingerência. Houve demonstrações de solidariedade de juízes de outros países.
FOLHA - Algumas análises sugerem que o seu objetivo foi chamar a atenção para a situação carcerária do Estado.
MACHADO - Independente de chamar a atenção ou não, eu faria. O Brasil todo passa por situação semelhante. Há um descaso para com a população carcerária, sem dúvida. Mas o pior de tudo é o desrespeito com o texto constitucional, com a ordem jurídica. O que eu fiz foi cumprir o dispositivo constitucional de que a prisão ilegal deve ser imediatamente relaxada pela autoridade competente.
FOLHA - Como o sr. vê o discurso do ministro Gilmar Mendes em relação à situação carcerária?
MACHADO - O ministro é de uma linha de pensamento de um colega dele da corte constitucional alemã, Winfried Hassemer, que tem uma obra chamada "Direito Penal Libertário". Gilmar Mendes fez a apresentação dessa obra para o português. Ele diz mais ou menos o seguinte: não se deve usar o processo como meio de constranger, de punir alguém, quando a pena já se mostra inviável. Eu cito esse trecho no meu recurso ao CNJ e, na época, ele não fazia parte do conselho. Eu acho que é correto. Quando ele diz que aproximadamente um terço da população carcerária nacional está recolhida indevidamente, está sendo modesto, tímido. Quando um terço ou metade continua aguardando que seja expedido o mandado de prisão, continua-se fomentando a corrupção. A imprensa diz que Gilmar Mendes está querendo proteger bandido, botar bandido na rua. Não é essa a questão. A questão é que é preciso garantir prisão para quem deve estar na prisão. Nesse aspecto, está correta a posição dele. Só acho que o STF é muito elitista, os processos que chegam lá são insignificantes em relação à grande massa carcerária.
FOLHA - Como o sr. recorreu dessas decisões?
MACHADO - Assim que o tribunal decidiu me afastar, aleguei, em mandado de segurança aqui no tribunal, que é o caminho cabível. Foi denegado. Contra essa decisão, impetrei um recurso ordinário que tramita no STJ. O relator é o ministro Arnaldo Esteves. O recurso ainda aguarda a boa vontade para que ele decida. Publicada a decisão do tribunal daqui, entrei com recurso no CNJ em 10 de outubro de 2007. Ficou um ano e meio sem o então corregedor, Cesar Asfor Rocha, despachar. Foi distribuído ao relator Paulo Lobo que, depois de alguns meses, disse que não conhecia da revisão [não seria o caso de julgar], porque eu já havia ajuizado um recurso ordinário no STJ. Ou seja, que eu queria encurtar o caminho através do CNJ...
FOLHA - Mas eram duas coisas diferentes...
MACHADO - Completamente diferentes. No CNJ, eu alego que não houve desobediência, que não tive direito de defesa. No STJ, contesto a decisão do tribunal, pois o quorum não foi observado. Contra essa denegação do CNJ, há um mandado de segurança no Supremo, o relator é o ministro Menezes Direito, que indeferiu a liminar. Agora, o tribunal em Minas abriu processo para minha aposentadoria compulsória.
FOLHA - Por que o sr. não aceitou a remoção para uma vara cível?
MACHADO - Porque ainda há recursos importantes a serem decididos. Se eu assumisse, estaria aceitando a punição.
FOLHA - O governo do Estado alega que acelerou a construção de e melhoria de presídios. É verdade?
MACHADO - Aqui, em Contagem, as unidades prisionais deixaram de existir em 2007. Hoje, só existe a penitenciária de segurança máxima. De certa forma, foi um dos efeitos da ação. Não tem mais preso condenado em delegacia aguardando vaga na penitenciária. Foi criado um centro de internação provisória. Mas num distrito objeto de investigação da CPI do Sistema Carcerário, constataram que a situação era tão ou mais grave do que quando fui afastado. Quase dois anos depois do meu afastamento. Recentemente, esse distrito deixou de ser presídio para ser centro de internação provisória.
FOLHA - Quando o sr. decidiu que iria deixar a magistratura?
MACHADO - A partir do momento em que comecei a desacreditar, quando vi a Constituição sendo rasgada. Eu entendi que a minha defesa na advocacia poderia ser melhor do que na magistratura.
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POIS BEM;
Eu, de acordo com a minha santa igonorância-- cá com os meus botões--, acredito e desejo que os bandidos fiquem é trancafiados na cadeia, sem qualquer mordomia e de vez em quando, aqueles que tenham cometido crimes hediondos como pedofilia, sequestro e latrocínio recebam em dobro os corretivos adequados que merecem. Infelizmente existem uns bandidinhos por aí que agem em nome da "anistia", dos "direitos humanos" e outras ongs espertas de de fachada, cujo objetivo, na realidade, é sustentar uma corja de vagabundos.
Quanto ao Juiz acima, ele está coberto de razões em determinar a soltura daqueles bandidos, de vez que o próprio Estado é que não cumpria com sua obrigação de manter presídios em quantidade e qualidade suficiente para atender ao que manda a LEI. Entendendo o magistrado que o descumprimento da lei provocava uma afronta maior à LEI, ele de FORMA JUSTA, LEGAL E COMPETENTE, determinou o cumprimento da LEI, conforme era o seu entendimento, seu conhecimento e sua consciência.
O VERDADEIRO JUIZ É O QUE JULGA DE ACORDO COM A LEI, de forma isenta e legítima. Nem sempre o que é justo é legal, valendo também o contrário.
O NOSSO ESTADO É QUE ME PARECE UM "ESTADO DE COISAS"!!!
geraldo mota
http://geraldomotacoelho.blogspot.com/

O Brasil explicado - EXCELENTE!!!

 




O BRASIL EXPLICADO  EM GALINHAS

Pegaram o cara em  flagrante roubando galinhas de um galinheiro e o levaram para a delegacia.

D-  Delegado                               L - Ladrão

D - Que vida mansa,  heim, vagabundo? Roubando galinha para ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai para a cadeia!

L - Não era para mim  não. Era para vender.

D - Pior, venda de  artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido.  Sem-vergonha!

L - Mas eu vendia  mais caro.

D - Mais caro?

L - Espalhei o boato  que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas galinhas não. E que as  do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.

D - Mas eram as mesmas galinhas, safado.

L - Os ovos das minhas eu pintava.

D - Que grande  pilantra... (mas já havia um certo respeito no tom do delegado...)

D - Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...

L - Já me pegou. Fiz  um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas  dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem  iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiros a entrar no nosso  esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio.

D - E o que você faz  com o lucro do seu negócio?

L - Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados.  Dois ou três ministros. Consegui exclusividade no suprimento de galinhas e  ovos para programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.

O delegado mandou  pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável,  se ele não queria uma almofada.

Depois perguntou:

D - Doutor, não me  leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está milionário?

L - Trilionário. Sem  contar o que eu sonego de Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.

D - E, com tudo  isso, o senhor continua roubando galinhas?

L - Às vezes. Sabe  como é.

D - Não sei não,  excelência. Me explique.

L - É que, em todas  essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa. O risco, entende? Daquela sensação  de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só  roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é  excitante. Como agora fui preso, finalmente vou  para a cadeia. É uma experiência nova.

D - O que é isso,  excelência? O senhor não vai ser preso não.

L - Mas fui pego em  flagrante pulando a cerca do galinheiro!

D - Sim. Mas  primário, e com esses antecedentes...


Luis  Fernando Veríssimo.




 
 


Geraldo Mota
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AVENTURAS DO HAVAI!!!

LINDO É EUFEMISMO...

SURFISTA HAVAIANO TIRA FOTOS NO INTERIOR DE ONDAS


Um ex-surfista americano agora se dedica a uma atividade inusitada: fotografar ondas de dentro delas.

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Clark Little, de 39 anos, começou a fazer as imagens depois que sua mulher manifestou o desejo de ter uma foto para decorar a casa do casal, no Havaí.

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Há dois anos, ele vive do dinheiro que ganha com a venda das fotos.


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"O mar é minha segunda casa e eu amo o que faço", disse Little. "Não existe para mim aquela sensação de encarar o trabalho como uma obrigação."
-Arremessado-
O fotógrafo conta que para obter as melhores imagens, ele utiliza uma câmera capaz de obter até dez fotos por segundo.

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As ondas que ele encara variam entre 90 cm e 4,5 m.
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Muitas vezes, ele chegou a ser arremessado a até 10 m de distância de sua localização original.
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"Sempre existe um risco para mim, por conta da força e tamanho das ondas. Mas minha experiência como surfista me deixa à vontade para encarar as ondas sem medo", afirmou.
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Fantástico não acha?


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geraldo mota
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geraldo mota
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ALEXANDRE GARCIA

Respeito e acato o desejo de informar e enriquecer o meu Blog, que alguns internautas demonstram ter ao me repassarem matérias interessantes que circulam na mídia. Devemos, porém, em respeito à verdade dos fatos, verificarmos com cuidado a origem das mesmas para não corrermos o risco de incorrer em injustiça, sobre o que tenho absoluta certeza não ser a intenção dos caros amigos.. Sobre este tema, publico hoje no DUVIGIE (hebdomadário do povo de Minas Novas) uma observação, com a qual, sem o desejo de desestimular o envio de notícias outras, solicito a análise desse assunto que tenho como um exercício de justiça e gratidão. Agradeço-lhe, sempre, suas preciosas e muito bem-vindas contribuições,
 

ALEXANDRE GARCIA, assim como eu, também, foi por muito tempo, funcionário de carreira dos quadros do Banco do Brasil. Durante um curso intensivo que participamos em Brasília (FUNDEC) que teve duração de nove meses, entre março e novembro/1983, tive a grata oportunidade de participar de um workshop em que esse ilustre jornalista discorreu sobre sua experiência como bancário, lá no Rio Grande do Sul. Nesse evento explicitou o seu carinho pelos ex-colegas e a sua imensa gratidão ao Banco, pelo tanto que essa Empresa foi importante na afirmação de sua carreira de comunicador de sucesso. Era esse tempo um momento crucial, quando perduravam os últimos efeitos do período ditatorial em nosso país, em que se agrupavam os principais segmentos interessados no enfraquecimento do sindicalismo, todos de olho-gordo no processo embrionário das privatizações, arquitetando todo tipo de campanhas em que pudessem ser beneficiados. Neste sentido é que estes setores se propunham construir uma rede de intrigas, associando a atuação profissional desse jornalista, em processo de consagração, aos temas polêmicos e em contradição com a ação política e sindical dos bancários vinculados às empresas estatais. Embora já estivesse ele, naquele período, ocupando cargos de destaque em outras empresas, e mesmo em escalões estratégicos das esferas governamentais, sempre deixava patente o seu respeito pelo Banco, tendo-o como referência de suas conquistas profissionais, num claro esforço de se eximir daquelas acusações, das quais, porém, restaram estragos que ainda afetam a sua reputação no meio profissional de que somos, hoje, egressos.

 

Mesmo depois daquele evento, em Brasília, tive muitas outras oportunidades de ouvir dele declarações sensatas, em relação aos graves momentos de instabilidade econômica e política do pais, posicionando-se de forma favorável ao Banco do Brasil, dentro daquele contexto sob análise conjuntural, principalmente quando esta empresa, que sempre tivemos como soberana para os interesses nacionais, sofria ataques impiedosos por parte de grupos que desejavam vê-la privatizada, momentos em que ele se sentia sob artilharia cruzada, em razão de seus vínculos circunstanciais a organismos que se interessavam por este posicionamento, sabido como contrário a seus princípios, mas aos quais ele nunca se curvava, percepção que, de minha parte, motivou em mim uma forte confiança nos seus argumentos, resultando daí a admiração pela sua imagem de um homem de princípios e de um ex-colega exemplar que, mesmo injustiçado pela intransigência do radicalismo localizado em alguns segmentos de nossa antiga empresa, soube ele vencer os desafios profissionais, abraçando dignamente outra carreira, mesmo que fora do Banco. Desde aquela quadra o seu sucesso tem despertado injustificada onda de ciúmes, tanto por parte de setores xiitas de dentro do próprio BB, que de vez em quando o acusa, levianamente, de ingratidão, de ser pedante, egoísta, infiel ou de ser mau caráter, como ocorre nos meios conservadores dos órgãos de imprensa que são controlados pelo poder econômico, onde surgem os mais descabidos comentários para desestabilizá-lo como comunicador de respeito, a exemplo do que circula atualmente pela Internet, em que se espalha a sua demissão do Globo, como se essa possibilidade pudesse afetá-lo de alguma forma negativa, o que não corresponde com a realidade dos fatos.

 

Esse ex-colega, que conheci naquele evento em Brasília, continua merecendo minha admiração, principalmente pelo seu talento como estudioso, como professor e como jornalista competente que sempre tem demonstrado ser, e pelo profissional rigorosamente zeloso com suas ferramentas de trabalho, quais sejam a busca determinada dos fatos, o compromisso com a comunicação abalizada e fundamentada, a sutileza elegante e o esmero na isenção ao relatar as notícias, como produto final a ser consumido pelo grande público, qualidades que devem nortear a atividade de todos, (como eu, humildemente, é bem verdade!) que sonham com o Jornalismo Construtivo.

 

De sua coragem, em se posicionar em relação a fatos polêmicos, sabe-se que não foge da obrigação de ser coerente com seus princípios de cidadão brasileiro, não abrindo mão, porém, de opinar com invejável segurança, sobre os temas mais variados no interesse da sociedade, a quem, a priori, sendo ela o seu público alvo, é também o termômetro a ser consultado pelo seu eventual empregador.

 

A propósito do que afirmo, pincei na WEB o vídeo anexo no qual se pode, de forma cristalina, chegar-se às mesmas conclusões a respeito da competência deste ícone da comunicação social, da sua incontestável importância para o jornalismo de qualidade e do seu inestimável valor, a ser considerado por parte de qualquer grande empresa que se proponha a liderar índices de audiência.

 

 

 

sexta-feira, 5 de junho de 2009

É tempo bom para tomar chocolate quente!

Não é o hábito que faz o monge, mas pode (ou não!) fazê-lo respeitado, se for pelos costumes.

VEJA MEU BLOG!-
geraldo mota
http://geraldomotacoelho.blogspot.com/

Fwd: Queda do avião já estava prevista


E A NOSSA VÃ FILOSOFIA?
Fica entre o céu e a terra? Na frieza da tecnologia?
Na confiança absoluta nas ciências exatas? ...
ou deveriam os entendidos da ciência prestarem também atenção ao que tem o simples a dizer, consultando apenas o que lhe diz a alma?
O mestre Manoel Ramiro não é dado a superstições mas confessa que se sente muito incomodado em algumas datas importantes do calendário comum. Uma dessas datas é a véspera de Pentecostes que, segundo ele, desde o seu tempo na Vila do Fanado, dos garimpos em Santa Cruz da Chapada, durante todo o tempo em que viveu no interior de Goiás, para onde foi em 1923, até o último 31 de maio, jamais conseguiu dormir bem ou ficar sossegado nessa data.

SERÁ??????!!!!!!!!!!
A previsão do Prof.Juscelino
Queda do avião da Air France já havia sido prevista há 3 anos pelo Juscelino.
Confiram o link:
E ninguém tomou providência, assim como ele acertou tb a queda do avião na indonésia com 100 militares... Simplesmente incrível.
Verifique o link acima e, sem muito alarme, reflita e tire suas próprias conclusões.

"MINHA CASA MINHA VIDA"

Tenho um grande amigo que é corretor de imóveis que me pediu que lhe fornecesse a relação das pessoas de meu relacionamento e que desejo sejam contemplados no programa "Minha Casa, Minha Vida", pelo que tomei a liberdade de incluir o seu nome. Caso se interesse, pode logo ir escolhendo uma das casinhas (fotos acima) e aguardar o chamado, através da "Mãe" do PAC.

"Caminhos da Arte Negra no Brasil..." - projeto Café das Artes


Subject: Convite para debate no Palácio das Artes: "Caminhos da Arte
Negra no Brasil..." - projeto Café das Artes
To: cafedasartes@gmail.com

Caros amigos,

Nesta terça, dia 09 tem debate sobre "Caminhos da Arte Negra no Brasil
da Abolição Legal ao Sincretismo Cultural" no Palácio das Artes
(Teatro João Ceschiatti). Por favor, ajudem a divulgar o evento,
contem para os nossos amigos, encaminhem este e-mail para seus
contatos.

Obrigada e até lá!

Café das Artes discute

"CAMINHOS DA ARTE NEGRA NO BRASIL DA ABOLIÇÃO LEGAL AO SINCRETISMO CULTURAL"

Falar de arte de forma descontraída e bem-humorada é a proposta do
Projeto Café das Artes. No Café filosófico, você pode conversar com
estudiosos da arte:

Adyr D'Assumpção - Ator e diretor. Mestre em Artes Cênicas e doutor em
Artes (UNICAMP). Curador e coordenador do Festival Internacional de
Arte Negra (FAN-2007). Roterista e preparador teatral de "Q'eu isse"
da Cia SeráQué? e diretor de "Clara Estrela". Idealizador e
coordenador da mostra audiovisual: "Imagem dos Povos" (Ouro Preto -
2005/2008).

Antônio Sérgio Moreira - Artista plástico e curador. Coordenador de
Artes Plásticas e Visuais do 4º FAN - Festival de Arte Negra. Curador
de exposições do Fórum das Artes 2007. Curador-adjunto no Brasil da
exposição de arte contemporânea "Réplica e Rebeldia: artistas de
Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique".

Eduardo de Assis Duarte - Professor e pesquisador. Doutor em Teoria da
Literatura e Literatura Comparada. Coordenador do NEIA – Núcleo de
Estudos Interdisciplinares da Alteridade. Coordenador do "Projeto
Integrado de Pesquisa Afro-descendentes: raça/etnia na cultura
brasileira", dentre os produtos do projeto, destacam-se a coleção
"Afro-descendentes: antologia crítica da presença afro na Literatura
Brasileira" e o "Literafro" portal da literatura afro-brasileira.

09 de junho de 2009 - Terça, às 19h.

Teatro João Ceschiatti no Palácio das Artes

Av. Afonso Pena, 1537 - ENTRADA FRANCA

Informações: (31) 3222-1711 - 8804 1159 - cafedasartes@gmail.com

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Se você não quiser receber a programação do projeto envie um e-mail
com o assunto remover
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geraldo mota
http://geraldomotacoelho.blogspot.com/

quinta-feira, 4 de junho de 2009

PELO SIM ...
PELO NÃO...
ESTOU REPASSANDO....

Se é verídico eu não sei, mas na dúvida...

Golpe de meninos de Rua em Belo Horizonte!!!

Atenção!!!

Esta mensagem pode ser útil a vocês. Um novo golpe de meninos na rua:

No dia 6, uma amiga, dirigia seu carro (sempre anda com os vidros fechados e com a bolsa escondida embaixo do banco, em Belo Horizonte). Em um sinal ela foi abordada por um flanelinha, daqueles com um borrifador plástico (tipo Vidrex) e uma flanela nas mãos.

Ao invés de já começar a limpar o vidro dianteiro, sem perguntar nada, como normalmente fazem, o rapaz (que aparentava ter uns 12/13 anos) veio tentar conversar.
Acenou dizendo que não tinha dinheiro com ela, e não deu muita atenção.
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O jovem começou a ficar nervoso, como se estivesse drogado, tentando fazer com que ela abrisse a janela. Ficou assustada, mas fingiu que não era com ela.
Esperou o sinal abrir e saiu normalmente com o carro. Pouco depois, percebeu que o rapaz havia borrifado aquela espuma na janela lateral. Na hora não se preocupou.

Ao estacionar o carro, no pátio da firma, percebeu que o vidro estava sujo, desgastado em algumas partes. O segurança da empresa perguntou se isto havia sido feito por algum menino de rua. Ele disse que ela teve sorte de estar com os vidros fechados, pois aquilo que o menino de rua havia jogado na janela era ÁCIDO.
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O segurança afirmou que sua cunhada, enfermeira do Hospital, já atendeu três casos, todos envolvendo mulheres que dirigiam sozinhas no carro. Em um dos casos foi necessária uma cirurgia plástica reconstrutiva de parte do rosto.
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Outro Caso: Meu nome é José Carlos Maia Santos.
Acabo de receber esta mensagem e quero endossar esta denúncia sobre esta nova modalidade de assalto. Não são apenas as mulheres o alvo dos assaltantes. Eu mesmo fui vítima desse tipo de assalto.

No dia 24, por volta das 01h30min, retornava de um aniversário. Em um sinal um garoto, portando um borrifador e uma esponja, abordou meu amigo, Guilherme, que estava ao meu lado e pediu cinco reais. Guilherme respondeu que não possuía os cinco reais, mas que procuraria uma moeda. Fez um movimento no banco para colocar a mão no bolso e virou o rosto para dentro do carro...
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Foi sua sorte. O garoto borrifou o líquido na cabeça de Guilherme e saiu correndo.

Em poucos segundos Guilherme começou a sentir uma queimação no pescoço.

Corremos para o Hospital onde fomos informados que se tratava de ácido muriático. Após o atendimento, Guilherme (que terá de se submeter a uma cirurgia corretiva e poderia ter ficado cego) e eu fomos fazer um boletim de ocorrência.

Na delegacia fomos informados que está aumentado este tipo de ocorrência.

Soubemos, ainda que onze menores (meninos e meninas), entre 12 e 15 anos, todos os usuários de drogas, já foram identificados e encaminhados a instituição de menores infratores. Soubemos que um desses menores, quando abordado pelos policiais, reagiu, borrifando o ácido nos mesmos. Três dos policiais tiveram queimaduras graves nos braços e peito.

QUE ESTA MENSAGEM SEJA REPASSADA PARA O MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE PESSOAS.

NÃO ABRA O VIDRO POR NADA !

quarta-feira, 3 de junho de 2009

SERÁ VERDADE?

TEM HORA QUE EU PENSO QUE ESSE ARNALDO JABOR ESTÁ EXAGERANDO NA DOSE.... SERÁ QUE É VERDADE TUDO ISTO QUE ELE ANDA DIZENDO?
O meu amigo ERENILDO anda meio desconfiado, pois afinal até a GLOBO já anda querendo-o de volta, pedindo ajuda ao Edir Macedo e ao Bispo Rodrigues. Vamos conferir. De qualquer maneira, vamos fazer as contas e prepararmos para não continuar como otários.
geraldo mota
http://geraldomotacoelho.blogspot.com/

CUIDADO COM SUA SAÚDE: VEJA COMO FUNCIONA A PRESSÃO ARTERIAL.

DESEJO-LHE MUITA SAUDE, MAS LEIA SEMPRE O MEU BLOG.

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geraldo mota
http://geraldomotacoelho.blogspot.com/

VAMOS TODOS AO SHOW DE PEDRO MORAIS, PRÓXIMO DOMINGO, NO MUSEU DA PAMPULHA!




Projeto Domingo no Museu apresenta...


PEDRO MORAIS

www.myspace.com/opedromorais

Local: Museu de Arte da Pampulha (Av. Otacílio Negrão de Lima, 16585)

Data: dia 7 de junho - domingo

Horário: 11h30 - Entrada Franca

Os ingressos individuais podem ser retirados no próprio Museu, no dia do show a partir das 10horas.

Informações: 3277 7996

Co-Patrocínio: Líder Aviação

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LIVROS RECOMENDADOS

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  • O CAMINHANTE - (José Transfiguração Figueirêdo)
  • O DIA EM QUE O CAPETA DESCEU NA CIDADE DE MINAS NOVAS - (João Grilo do Meio do Fanado)
  • O MITO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - (Celso Furtado)
  • O NOME DA ROSA - (Umberto Eco)
  • O PRÍNCIPE - (Maquiavel)
  • O SEGREDO É SER FELIZ - ROBERTO SHINYASHIKI

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