BLOG DE GERALDO MOTA (O BLOG DO LALAU) tem como objetivo divulgar a arte, o folclore, as notícias do cotidiano e as pontencialidades econômicas de toda região fanadeira. ESTA FOTO ACIMA É UMA HOMENAGEM A "ZÉ DE DURVAL", meu pai, que muito se orgulhava de ter sido "Rei do Rosário" e que me ensinou a valorizar o trabalho honesto, as tradições, o folclore, o artesanato, como verdadeiro exemplo de cidadania e de amor à cidade histórica de Minas Novas.
sábado, 20 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
TRÊS FRASES VERDADEIRAS...
TRÊS FRASES.VERDADEIRAS.
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ACESSE o BLOG DE GERALDO MOTA
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Para Lula, Ministro do STF É Cargo de Confiança ...
A que triste ponto chegamos!!!
Haja mais JOAQUIM BARBOSA para socorrer-nos...
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
PERDÃO AOS 08 ANOS DE IDADE
*PERDÃO AOS 98 ANOS - EMOCIONANTE!!!*
***Um incrível exemplo de vida.
*Na missa das seis horas do domingo passado, na igreja de S. Paulo apóstolo, em Copacabana, o padre Eusébio perguntou aos fieis, ao final da homilia:
- "Quantos de vocês estão dispostos a perdoar seus inimigos?"
A maioria levantou a mão. *
**
*Para reforçar a visão do grupo, ele voltou a repetir a mesma pergunta e então todos levantaram a mão, menos uma pequena e frágil velhinha que estava na segunda fileira, apoiada numa enfermeira particular.
- "Dona Mariazinha, a senhora não está disposta a perdoar seus inimigos ou suas inimigas?"
- "Eu não tenho inimigos!" respondeu ela, docemente.
- "Senhora Mariazinha, isto é muito raro!" disse o sacerdote.*
*e perguntou: "quantos anos tem a senhora?
E ela respondeu: - "98 anos!"
A turma presente na igreja se levantou e aplaudiu a idosa,
entusiasticamente.
- "Doce senhora Mariazinha, será que poderia vir contar para todos nós como se vive 98 anos e não se tem inimigos?"
- "Com prazer", disse ela.
Aí aquela gracinha de velhinha se dirigiu lentamente ao altar,amparada pela sua acompanhante e ocupou o púlpito.*
**
*Virou-se de frente para os fiéis, ajustou o microfone com suas mãozinhas trêmulas e então disse em tom solene, olhando para os presentes, todos visivelmente emocionados:
- "PORQUE, GRAÇAS A DEUS, JÁ MORRERAM TODOS, AQUELES GRANDES FILHOS DA PUTA!!!"*
SENSACIONAL! PROGRAMA JÔ SOARES - NÃO DEIXE DE VER
Você já está se achando velho(a) e cansado(a), porque Passou dos 50 (cinquenta)?Então veja esta curta entrevista do JÔ SOARES com a ANNA VARIANI, 98 (noventa e oito) anos.Ela é apenas uma cuidadora de velhinhos. Que bela lição de vida!!
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
REPENSSANDO A INTELIGÊNCIA DE NOSSA GENTE
| O conhecimento humano, através dos tempos, chegou até aos dias atuais por intermédio da tradição oral, dos escritos primitivos, dos alfarrábios, das lendas, das mitologias, das religiões, dos tratados, das cartas, das atas, das literaturas e dos compêndios, passando pelas diversas formas de impressão de textos até se chegar ao que é hoje é a moderna imprensa, no contexto da comunicação global, tecnológica, científica e informatizada. Contudo não se pode negar a importância, a beleza e o poder que residem, em todos os momentos da civilização, nas mensagens contidas nas parábolas, nos ditos populares, nos anexins, nos antigos provérbios e nos pensamentos deixados por grandes pensadores de nossa história universal. Até bem pouco tempo eram considerados sábios os mestres que ensinavam através de cartilhas, que transmitiam suas ideias usando dos recursos pedagógicos simples como a literatura infantil escrita por consagrados escritores nacionais e estrangeiros que se primavam pela fantasia, pela magia, pelo encantamento e pela poesia. A aprendizagem era produzida pela capacidade do professor em contextualizar os contos, valorizar as mensagens edificantes e levar o aluno a agir pelo sentimento de humanidade, de civismo, de religiosidade, de fraternidade, de patriotismo, de solidariedade, de justiça social e de bom comportamento comunitário, tudo de forma muito natural, sem necessidade de estudos aprofundados de sua razão maior de existir, como uma exigência, como uma condição ou uma imposição. “A sabedoria e a ignorância se transmitem como doenças; daí a necessidade de se saber escolher as companhias”. William Shakespeare
Diante de
uma vitória, não pare!
Diante de uma derrota, não desanime! Nem sempre uma vitória significa a glória... Nem sempre uma derrota significa o fim. Em Minas Novas, ainda em meu tempo de infância, pelas ruas da cidade era comum depararmos com “doidos de rua” que eram tidos como filósofos. Na verdade, eram eles oriundos de famílias falidas, antes abastadas, e que, no meio de sua gente, no tempo das “vacas gordas” tiveram a oportunidade de conviver com pessoas cultas, com as quais aprenderam os ditos populares que reproduziam em determinados momentos em que eram eles abordados em suas perambulações de orates.
É bastante conhecida a afirmação de que “louco
é um doido, não um bobo ou um imbecil”. Louco é aquele que perdeu o
juízo e a capacidade de controlar sua razão, porém tem preservada a
inteligência e a clareza de suas ideias. A palavra “louco” deriva do grego
antigo “lokus” que significa “lógico”. Todo doido que se preza,
portanto, nada tem de bobo e sim de lógico, de severo, de claro.
“A ignorância também é sabedoria”, não se justifica, porém, alegar-se a ignorância da lei para justificar um ato criminoso. Passar-se por louco, ou por bobo, sempre resultará “Uma emenda pior que o soneto” ou será “Como darem-se com os burros n’água”.
Com os antigos portugueses, gente
sábia e andeja, muito aprendemos e conservamos ainda grandes exemplos de sua imensa sabedoria:
|
"Caem os muros, levantam-se os
monturos."
|
MINAS NOVAS: UM FENÔMENO DE
MEDIOCRIDADE POLÍTICA
Diante dos últimos resultados eleitorais do
município de Minas Novas, em que saíram consagrados os nomes de candidatos comprovadamente
despreparados para a vida em sociedade, muito menos para a vida política e
administrativa, torna-se preciso repensarmos sobre os destinos de nossa terra.
Comecemos pela análise de antigos conceitos que
nunca deixaram de ser atuais e muito apropriados ao caso específico dessa triste
realidade de nosso município. Um desses conceitos é o de que “cada
povo deve ter o governo que merece”.
Entretanto, sem qualquer desejo de revanchismo,
sem qualquer mágoa ou rancor, devemo-nos preparar para a continuidade de uma
batalha pela moralização.
Não nos move a indignação pela desvantagem
obtida nas urnas. Não considero como derrota o fato de meu candidato não ter obtido uma votação mais expressiva
nesse colégio eleitoral. Estou certo de que todos nós, da Coligação União para
o Campo e Cidade, coordenadores da
campanha ou eleitores de FELIPE, todos nos empenhamos e lutamos com disposição,
dignidade e lisura.
Não procuramos, rogamos ou aceitamos, em momento algum, o apoio de corruptos. Não
fizemos promessas enganosas. Não vendemos nossa honra e jamais nos permitimos o
envolvimento com a vil compra de votos, mesmo com aqueles mais infelizes e
ignorantes conterrâneos, viciados pela prática coronelista do passado e irredutíveis
em suas convicções em preferir o recebimento de migalhas e pequenos benefícios
pessoais imediatos, nessa deplorável, vergonhosa e criminosa venalidade, aos olhos do poder e com os olhos no poder.
Continuamos bem dispostos e com muita garra
para enfrentarmos novos debates, embates e batalhas. Nosso compromisso é com a boa
política, é com o desenvolvimento social e comunitário.
Nosso desejo é o de que
poderemos chegar à vitória, não ao gosto de conquistar o poder pela satisfação
de vaidade, da ganância ou pelo desejo de enriquecimento pessoal, mas para trazer o progresso e desenvolvimento para todo
o Povo de Minas Novas, naquele momento em que de fato houver democracia, houver
seriedade, houver justiça e, acima de tudo, houver dignidade, honestidade e
bons propósitos nos corações e mentes de cidadãos que, nesse pleito,
apresentaram-se como lideranças mas que não passam de “lobos vestidos de cordeiros”,
de “ratos
que desejam tirar a sardinha com as mãos de gatos”, de “vendilhões
do templo” e de “Hobin Wood”, apesar de que, neste
último caso, agiram e vão continuar agindo ao contrário do lendário vilão: ao
invés de roubar do tesouro para distribuir com o povo, tirarão do erário
público para satisfazerem sua usura e sua particular ilusão de riqueza e poder.
Que se previna o pobre e novo reizinho de rodeio e pagodes, um bocó manipulado por espertos - maquiavélicos e/ou chalaças - que não serviria nem mesmo para exercer o
cargo de “bobo da corte”.
A JUSTIÇA (MESMO A ELEITORAL!) TARDA, MAS NÃO FALHA...
QUEM RI POR ÚLTIMO, RI MELHOR...
PERDER OU VENCER
PERDER OU VENCER SÃO ACIDENTES DE PERCURSO NA ESTRADA DA VIDA DAQUELES
QUE CONFIAM EM DEUS E QUE SEGUEM DE CABEÇA ERGUIDA, COM AS MÃOS LIMPAS, O CÉREBRO LIVRE DA ARROGÂNCIA E MALDADES, TENDO O CORAÇÃO CHEIO DE FÉ, DE AMIZADE,
DE ESPERANÇAS E DE PERDÃO.
Nós vivemos em um mundo onde as vitórias acontecem, mas as derrotas também acontecem.
• Se um time de futebol ganha o outro perde.
• Se no tribunal, um ganha o outro perde. E isso é recebido pelas
pessoas, nas mais variadas formas.
• Enquanto um fica alegre, o outro fica triste. Enquanto uma acha
que foi abençoado outro pensa que foi amaldiçoado.
E na teologia da prosperidade, experimentar uma derrota é estar em pecado, longe de Deus, pois segundo
o que ensina, o homem vitorioso nunca pode perder.
Verdadeiramente Cristo é vitoria sempre! Mas nós cristãos, como pecadores,
somos às vezes colocados à prova durante esses desafios que se nos deparam no nosso
cotidiano. Desta forma estamos sujeitos às forças contrárias, às intempéries,
aos percalços, aos tropeços, às quedas e às desonras, das quais poderemos nos livrar,
superar e, finalmente, vencê-las nas
etapas que se sucedem pela estrada de nossa vida.
As derrotas existem e nós não devemos fugir delas, porque elas fazem
parte de nosso viver. O que se torna preciso, para que a própria vida seja
constantemente renovada, é estarmos atentos e vigilantes. Não devemos nos
deixar abater diante de uma eventual derrota, em momentos de dor, na ocasião
de alguma perda, no contexto do nosso chamado em nossas vidas, porque temos uma
missão a cumprir e as vitórias daqueles quem têm o chamado em Cristo, fazem
parte do cotidiano, e cada um terá um resultado final segundo seus
merecimentos. Deus age em nossas vidas de maneiras diferentes. O que,
agora, neste exato momento se nos
apresenta de uma forma diferente daquela que desejamos merecer,
revelar-se como a mais adequada para produzir os desígnios de Deus. A
Providência Divina nunca falha e somente Deus é capaz de produzir a verdadeira
misericórdia, pois dele é a VERDADE E A JUSTIÇA.
Nós sabemos que uma pessoa não vive somente de vitórias. As vitórias e as
derrotas, assim como a pobreza e a riqueza, são acidentes de percurso em nossa
trajetória e se fazem presentes em nossa vida através das nossas atitudes, a
nos recordar sempre da nossa própria condição de seres imperfeitos, perante o
Deus nosso Criador.
O que precisamos é aprender, nesse momento, é olhar para a derrota sem derrotismo e
usufruir da vitória sem arrogância, porque tanto a derrota como a vitória estão
presentes em nossa vida, e que tudo dependerá das nossas corretas atitudes e bons propósitos.
Nm 13 : 25 - 33.
25 Ao cabo de quarenta dias, voltaram de espiar a terra, 26 caminharam e vieram a Moisés, e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã, a Cades; deram-lhes conta, a eles e a toda a congregação, e mostraram-lhes o fruto da terra. 27 Relataram a Moisés e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e, verdadeiramente, mana leite e mel; este é o fruto dela. 28 O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades, mui grandes e fortificadas; também vimos ali os filhos de Anaque. 29 Os amalequitas habitam na terra do Neguebe; os heteus, os jebuseus e os amorreus habitam na montanha; os cananeus habitam ao pé do mar e pela ribeira do Jordão. 30 Então, Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela. 31 Porém os homens que com ele tinham subido disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. 32 E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. 33 Também vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos.
Então, no texto lido, vemos duas realidades:
A 1ª realidade foi de uma atitude positiva:
27 Relataram a Moisés e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e,
verdadeiramente, mana leite e mel; este é o fruto dela.
Ou seja, a terra é muito boa! A terra é Excelente! Essa foi a noticia
que trouxeram ao povo.
E a 2ª realidade, foi de uma atitude negativa:
28 O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades, mui
grandes e fortificadas; também vimos ali os filhos de Anaque. 29 Os amalequitas habitam na terra do
Neguebe; os heteus, os jebuseus e os amorreus habitam na montanha; os cananeus
habitam ao pé do mar e pela ribeira do Jordão.
O que fez com que eles ficassem impressionados, e foi onde a visão
carnal prevaleceu, foi quando eles disseram que o povo que nela habita era
monstruoso! Que era um povo formado de gigantes.
Então, o que podemos ver é que existia uma sensação de vitória, porque a
terra é boa; mas logo veio a sensação de derrota, de que não iria dar certo,
porque havia um povo poderoso lá.
Veremos neste texto, que os 10 espias,
foram habitados por um espírito de derrota.
A atitude dos 10 espias não foi concentrada na visão divina de ter fé e
crer em uma possível vitória, mas foi concentrada em uma visão carnal e
negativa, porque já tinham absorvido a derrota como coisa concreta em seu
espírito.
Eles tinham confessado a derrota, antes de serem
derrotados!
Precisamos estar vigilantes, e não
absorver as sugestões de satanás.
O versículo 31 nos diz assim:
31 Porém os homens que com ele tinham subido disseram: Não poderemos subir
contra aquele povo, porque é mais forte do que nós.
Como é triste ver alguém confessando sua incapacidade, antes de ir à
luta!
• Não posso.
• Não vou conseguir.
• Não vai dar certo.
• Não sou forte como eles….isso é confessar a derrota antes de enfrentar o inimigo.
Todas as pessoas que não têm uma visão divina correta, só veem as coisas colocando defeitos, porque têm uma visão de derrotado.
• Não vou conseguir.
• Não vai dar certo.
• Não sou forte como eles….isso é confessar a derrota antes de enfrentar o inimigo.
Todas as pessoas que não têm uma visão divina correta, só veem as coisas colocando defeitos, porque têm uma visão de derrotado.
Veremos os 3 tipos de visão incorretas e que desonram a Deus:
Na 1ª delas, eles ressaltaram os defeitos e os problemas ao invés das
coisas boas. Veja o versículo 32.
32 E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado,
dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus
moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.
Na 2ª eles aumentaram as dificuldades. Veja o versículo 33.
33 Também vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de
gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também
o éramos aos seus olhos.
Amados, eles sequer haviam sido vistos pelos Anaquitas!
Na 3ª, tudo isso teve uma conseqüência:
O povo se revoltou contra Moisés, foi tomado pelo pessimismo, desânimo e
incredulidade.
Foram também, devido às suas atitudes, terrivelmente castigados…veio
perturbação na mente deles.
Em Nm 14:1 – 2, a palavra do Senhor nos diz assim:
1 Levantou-se, pois, toda a congregação e gritou em voz alta; e o povo
chorou aquela noite. 2 Todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão; e
toda a congregação lhes disse: Tomara tivéssemos morrido na terra do Egito ou
mesmo neste deserto!
Todo tipo de atitude incorreta contra as ordenanças de Deus, contra os
princípios da palavra, nos trazem de volta a mente de cativeiro. Ou seja, todos
desanimaram, por causa de 10 infelizes espias.
Se você Líder, fez alguém perecer, com atitudes incorretas suas, de
desonra, de desânimo, de pessimismo ou de incredulidade, corra e restaure essas
pessoas, porque esses 10 espias, sequer Deus falou a respeito deles depois
disso.
Quem tem esse tipo de atitude, desonra a Deus!
Quem tem esse tipo de atitude, desonra a Deus!
Todos os que desonram e que não acreditam no chamado, perecem e são
esquecidos.
Porque uma pessoa pessimista, que não quer lutar, e que é derrotada em
suas emoções, tem um poder diabólico de influência que consegue levar uma
multidão à derrota, consegue levar uma multidão a murmuração e ao desespero.
Mas graças a Deus que o que habita em nós, é a atitude de humildade e de
vitória.
A atitude de Josué e Calebe foi otimista, foi a de ter vitória.
Josué e Calebe acreditaram nas promessas de Deus. E baseados nestas
promessas, Josué e Calebe, viram as possibilidades de conquistar a terra de
Canaã.
E como nós acreditamos nas promessas, e vimos a possibilidade, através
desse modelo que Jesus nos deixou M12, de conquistar tudo ao nosso derredor,
com humildade e com a atitude de um vitorioso, buscando assim uma mudança
interior em nossa vida.
Como?
1° Tendo afirmação positiva de fé, de quem crê nas promessas.
Vemos em Nm 14: 7, como Josué e Calebe tinham essa
convicção do Deus que eles serviam:
7 e falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra
pelo meio da qual passamos a espiar é terra muitíssimo boa.
Ou seja, a terra que Deus nos deu para possuir é essa, e nós temos que
ter uma visão otimista, como Josué e calebe tiveram naquela época.
Josué e Calebe creram na vitória e tentaram convencer a multidão de que
a terra era boa.
2ª coisa, que é essencial, é crer nas promessas de
Deus.
Em Nm 14: 8 Josué e Calebe mostraram essa fé.
8 Se o Senhor se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e
no-la dará, terra que mana leite e mel.
Aquele povo não entrou na terra porque não creu.
O que podemos observar também é que a fé dos dois não minimizou as dificuldades,
mas colocou a questão da vitória sob a vontade de Deus.
O que eles disseram? “Se o Senhor quiser”. E o Senhor queria.
Mas o negativismo levou o povo a peregrinar pelo deserto durante 40
anos.
A desonra para Deus foi tanta desse povo, que toda aquela geração
incrédula ficou peregrinando pelo deserto até que todos morressem.
Vejamos o que esse texto quer nos ensinar:
O 1° ensinamento é que a derrota pode ser fruto de uma atitude negativa
e incrédula.
11 Disse o Senhor a Moisés: Até quando me provocará este povo e até quando
não crerá em mim, a despeito de todos os sinais que fiz no meio dele?
O 2° ensinamento é que a derrota também é fruto da desobediência.
23 nenhum deles verá a terra que, com
juramento, prometi a seus pais, sim, nenhum daqueles que me desprezaram a verá.
24 Porém o meu servo Calebe, visto que nele houve outro espírito, e
perseverou em seguir-me, eu o farei entrar a terra que espiou, e a sua descendência
a possuirá.
E o 3° e último ensinamento é que podemos nos tornar vítimas, de nossas
palavras e visão.
27 Até quando sofrerei esta má
congregação que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações que os filhos
de Israel proferem contra mim.
28 Dize-lhes: Por minha vida, diz o Senhor, que, como falastes aos meus
ouvidos, assim farei a vós outros. 29 Neste deserto, cairá o vosso cadáver, como também todos os que de vós
foram contados segundo o censo, de vinte anos para cima, os que dentre vós contra
mim murmurastes;
Precisamos andar em uma só visão, em um só sentimento e em um só
espírito para conquistarmos.
Precisamos acreditar nas promessas de
Deus para as nossas vidas, e seguir em frente na certeza de que tudo é vitória
em nossas vidas.
Não se deixe ser derrotado por aquele
que quer frustrar o chamado de Deus em sua vida, porque maior é o que está em
você do que o que está no mundo.
O bem jamais será derrotado pelo mal.
"Sua
jornada moldou você para seu bem maior, e foi exatamente o que precisava ser.
Não pense que você perdeu tempo. Não existem atalhos para a vida. Foi
necessária cada e toda situação que você encontrou para trazê-lo para o agora.
E agora é o momento certo."
( Asha Tyson )
( Asha Tyson )
A vitória é o
resultado final de um acalantado projeto, numa grande caminhada que dura muito tempo, na
qual haverá batalhas, tropeços, quedas, tristezas, derrotas, acordos, acertos,
muita luta, alegrias e, acima de tudo, o desejo de todos em andarem unidos pelo
bem comum, sempre sob a proteção de um Deus que é todo poderoso e o único dono do
nosso destino.
VENCEM OS QUE CREEM E QUE SEGUEM NA JUSTIÇA;
VENCEM OS QUE LUTAM COM HONESTIDADE;
VENCEM OS QUE SE PERSEVERAM NO ESPÍRITO SANTO DE DEUS!
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